Comunicado nº 21. A austeridade capitalista mata!

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A austeridade capitalista mata!

Nom é necessário que a Fiscalia dé a razom às denúncias apresentadas polos familiares das pessoas falecidas pola negativa ou demora de tratamento contra a hepatite C por parte do SERGAS.

As receitas neoliberais impostas pola sucursal administrativa espanhola na Galiza contra o nosso povo, nom só provocárom sete mortes pola falta de atençom das autoridades sanitárias a fornecer Sovaldi, um dos medicamentos imprescindíveis para salvar estas vidas, som responsáveis de muitas mais vítimas polo deterioramento e privatizaçom do sistema sanitário, polo aumento dos suicídos perante a carência de futuro, polo incremento da sinistralidade laboral.

Muit@s doentes nom som tratados adequadamente, som enviados para casa, pois a filosofia que prima nas autoridades sanitárias é reduzir custos, nom salvar vidas, nem garantir a saúde do povo trabalhador galego.

O colapso das urgências na maioria de hospitais, a carência de camas, de pessoal, de material, tem sido denunciada polos profissionais da saúde, e tem provocado multitudinárias mobilizaçons populares, sendo paradigmática a situaçom do complexo hospitalar Álvaro Cunqueiro de Vigo.

As declaraçons de Alberto Nuñez Feijó qualificando de “disparate” a denúncia em curso contra o SERGAS –”por dous ou três doentes, nom me parece lógico relacionar essas denúncias com a austeridade”- exprimem a catadura moral de quem preside a Junta da Galiza.

Só um canalha sem escrúpulos é capaz de manifestar este absoluto despreço pola vida dos seus compatriotas, esta intolerável falta de respeito polas sete vítimas, polos seus familiares e amizades. Nom só estamos governados por bandidos, estamos governados por criminais.

Agora Galiza exige a imediata renúncia de Feijó, do conselheiro de Sanidade Jesus Vázquez Almuinha e das autoridades sanitárias do PP, responsáveis pola aplicaçom dos cortes e políticas austericidas no Serviço Galego de Saúde. É indigno que esta gentalha nos governe.

Nom só há que botá-los, há que julgá-los e condená-los polos seus crimes contra o povo galego. Estes homicídios nom podem ficar impunes!

Na Pátria, 19 de abril de 2016

Direçom Nacional de Agora Galiza