INTERVENÇOM DE PAULO VILA NO ATO POLÍTICO DO DIA DA PÁTRIA.

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INTERVENÇOM DE PAULO VILA NO ATO POLÍTICO DO DIA DA PÁTRIA.


Neste 25 Julho, neste Dia da Pátria, a mocidade galega, mais que nunca, devemos sair às ruas para manifestarmos que queremos decidir por nós mesmas o nosso futuro, para reclamarmos que a independência nacional e a construçom da República Socialista Galega som a única saída a este sistema que nos condena a umha vida de precariedade e desemprego.

Padecemos nas nossas carnes a repressom desta cárcere de povos chamado Estado espanhol que nega a nossa identidade, que procura por todos os meios a nossa assimilaçom e eliminaçom, pois pretende destruir a nossa condiçom de naçom.

A juventude galega somos as vítimas prioritárias das nefastas políticas que se aplicam desde o governo, mediante cortes na educaçom, reduzindo os nossos direitos laborais, que só provocam emigraçom, desemprego, sofrermos a sobre-exploraçom em trabalhos que apenas alcançan para sobrevivermos.

Cada ano mais e mais jovens galegos tenhem maiores problemas para sair adiante e podermos melhorar as nossas vidas, tanto no ámbito laboral, académico ou incluso no ámbito pessoal. Por isso a importáncia de unir-nos para afrontarmos coletivamente o presente e procurarmos alternativas para melhorar as nossas vidas.

O capitalismo impom as suas reacionárias leis na educaçom, privatizando um direito, destruíndo o nosso idioma, a nossa cultura e identidade.

Atentam contra a liberdade das mulheres galegas impondo umha legislaçom patriarcal, restringindo leis como a do aborto que impedem que poidam decidir sobre o seu corpo e a sua vida. As mulleres trabalhadoras percebem um salário menor que os homens por fazer o mesmo trabalho, as jovens galegas padecem dumha maneira mais clara a precariedade laboral, o desemprego, a pobreza e a exclusom social. Som as mulheres trabalhadoras as que tenhem sido mais golpeadas pola crise estrutural do capitalismo.

O feminicídio e a violência estrutural do terrorismo machista continua a ser umha lacra pola ineficácia e o desinteresse do Estado espanhol para combaté-lo, que longe de diminuir aumenta pola falta de medidas concretas no ámbito laboral, educativo, cultural, social e político, e que golpeia basicamente às mulheres trabalhadoras.

Através a “Lei Mordaça”, as forças de ocupaçom espanholas, as forças repressivas, perseguem e criminalizam os protestos sociais, detendo a numerosos jovens nas mobilizaçons estudantis. O governo do PP desenvolve campanhas repressivas, como há umhas semanas contra o centro social compostelano “Escárnio e Maldizer”, que se tenhem saldado con multas desproporcionadas e detençons.

Reclamamos o fim do encadeamento d@s militantes independentistas para os que exigimos o fim da sua dispersom e a sua imediata posta em liberdade.

Companheiras e companheiros, somos un povo que nom se rende!!,
Apelamos à juventude trabalhadora galega que abandone a resignaçom e se some às filas da rebeliom.

Para a luita é de máxima importáncia a unidade popular, por isso a juventude galega devemos organizar-nos e mobilizar-nos. Mais nom sob unidades fetichistas que algumhas organizaçons proclamam constantemente para despois fazer todo o contrário.

Apostamos pola unidade da classe obreira galega à volta dos seus objectivos, pola unidade do conjunto do povo trabalhador galego na luita por superar o atual marco político e económico, para reclamar a nossa independência nacional, para criar umha nova Galiza, soberana e justa, para acabarmos com modelos antipopulares e fracasados, como o autonómico atualmente vigente e por fim a esta opressom e contínuo saqueio por parte do Estado espanhol.

A rebeliom popular é o caminho!

Espanha é a nossa ruína!

Viva Galiza ceive, feminista e socialista!