Comunicado nº 1 de Agora Galiza da Lourinha: NOM ARRUGAMOS FRENTE AMEAÇAS FASCISTAS DO PP DE MÓS E DOS COLABORACIONISTAS DA “PSEUDOESQUERDA” SISTÉMICA

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NOM ARRUGAMOS FRENTE AMEAÇAS FASCISTAS DO PP DE MÓS E DOS COLABORACIONISTAS DA “PSEUDOESQUERDA” SISTÉMICA

A maioria absoluta do PP no Concelho de Mós, da que desfruta desde que em 2009 promoveu umha moçom de censura com um transfuga do PSOE, vai acompanhada por umha prática chulesca e despótica, por parte de alguns dos seus mais destacados concelheiros.

A aprovaçom de umha moçom apresentada polo PP no Pleno do Concelho de Mós, na segunda-feira 25 de junho, contra umhas presuntas “ameaças, calúnias e insultos” contra Óscar Soto Abadim, só procura desviar a atençom dos verdadeiros problemas do Concelho e das responsabilidades da alcaldesa Nídia Arévalo na ruína das arcas municipais.

A política espetáculo, com apoio aberto dos meios de [des]informaçom, está especializada em gerar realidades virtuais que perpetuem a dominaçom alienante do povo trabalhador e fechem qualquer perspetiva de emancipaçom coletiva.

Para lográ-lo devem domesticar e integrar no seu jogo a “pesudoesquerda” institucional, e criminalizar quem verdadeiramente luita sem mais satisfaçom que o dever de cumprir com os anseios da maioria social.

O PP é umha organizaçom criminal, com um pouso ideológico fascista, herdeiro do golpe de estado de 1936 que ainda se nega a condenar. É o partido que nom apoia a ilegalizaçom da Fundaçom Francisco Franco e a retirada do ditador do Val dos Caídos, que nom aplica a lei da Memória Histórica.

O PP é o partido da Gürtel, da Lezo, de Nóos, de Bárcenas, da Operaçom Zeta, da Púnica, da Palma Arena, da Patos, etc, de centenares de cargos e dirigentes presos e encausados polo roubo sistemático do património público, responsável pola aplicaçom das receitas económicas neoliberais que só provocam desemprego, precariedade laboral, emigraçom, pobreza e miséria.

É o partido da Lei Mordaça e da repressom, da manipulaçom dos meios de comunicaçom, da censura, das mentiras goebbelianas.

O PP é o partido do rascismo e a xenofobia, o partido do despreço do nosso idioma e cultura, da assimilaçom espanhola da Galiza.

O PP é o partido do “patriotismo espanhol” especializado em defraudar impostos e desviar o roubado a paraisos fiscais.

Que legitimidade pode ter o PP condenando violências abstratas quando apoia entusiasticamente todas as guerras de rapina promovidas pola OTAN e o imperialismo? Quanto cinismo e hipocrisia!

Como pode pois, o PSOE, o BNG e os dous concelheiros tránsfugas de Mós, apoiarem a moçom do PP?

É umha burla à classe trabalhadora que bem intencionadamente apoiou estas forças, que à hora da verdade lhe fagam a cama a Nídia Arévalo e ao resto da máfia dos poderes fáticos de empresários, especuladores, promotores imobiliários, que configuram o PP de Mós, atualmente centrados em expropriar terras para instalar a cidade desportiva do dono do Celta, num “macropelotaço” urbanistico de manual.

É deleznável que GañaMós se abstenha, e solicite tramitar denúncia nas forças repressivas a quem exercita o direito inalienável à liberdade de expressom. Quanto oportunismo canalha!

Paulo Vila e Paulo Peres Lago som dous vizinhos de Mós sobradamente conhecidos polo seu compromisso insubornável na defesa dos interesses e necessidades do povo trabalhador.

A franquia do PP de Génova em Mós pode promover moçons delirantes, com apoio ativo e passivo da oposiçom vitrtual que a nível municipal prefire fechar fileiras com os fascistas em falsas unidades populares justificadas no “bem comum”, em vez de denunciá-los como responsáveis da desfeita que supom para o Concelho a A-55

Umha domesticada oposiçom que prefire lavar a cara da organizaçom mafiosa de Lídia Arévalo e Óscar Soto nas responsabilidades do PP na violência machista, ou no fechamento da empresa “Maderas Iglesias”.

Agora Galiza da Lourinha respalda os nossos camaradas que estám padecendo umha campanha de perseguiçom polos fascistas locais, de criminalizaçom, sinalamento e linchamento, similar a que no verao de 1936 sofrérom polos falangistas centos de mulheres e homens de Mós, por defenderem as liberdades e as conquistas sociais e laborais atingidas no período republicano.

Por muito que ladre Óscar Soto e os seus matons, nom calarám a esquerda independentista galega de Mós, que nom cansaremos de caraterizar o PP como umha perigosa banda fascista.

Agora Galiza da Lourinha

Na Lourinha, 28 de junho de 2018