Comunicado nº 3 de Agora Galiza da Lourinha: Só luitando pararemos a Cidade desportiva do Celta

Padrão

Só luitando pararemos a Cidade desportiva do Celta

A doutrina económica neoliberal por boca do Concelho e os representantes em Mós da cloaca política que representa o PP, expressam umha vez mais a sua face mais perversa e o seu predador comportamento. Contam com a cumplicidade da Junta de Galiza.

A franquícia corruPPta de Génova 13, com o narco-presidente Feijó à sua cabeça estám decididos a cometer mais umha vez, via lei express, um atentado aos direitos do povo sobre um espaço gerido pola vizinhança, uns montes em mao comum polos que houvo que luitar judicialmente, e que agora a “falsa licenciada” ruína do concelho de Mós quer fazer entrega a um especulador imobiliario e ao capital financieiro que o respalda.

O descomunal despropósito que significa dar via livre à construçom do macro-projeto da “Cidade desportiva do Celta” fica descrito polo enorme movimento de terras previsto, a construçom de 10 campos de futebol e um centro comercial, que na boca do presidente do Celta será vendido a fundos inversores umha vez rematado.

A obra afetaria os mananciais que nutrem de água a populaçom vicinal do contorno do macro-projeto, significaria umha desfeita ecológica com a destruçom de monte em exploraçom madereira de gestom vizinal, contaminaçom com residuos derivados da construçom …

As ingentes quantidades de fundos públicos no investimento de acessos [estradas], iluminaçom, águas residuais, linhas de transporte público subsidiadas, etc… fam de este projeto um enorme insulto à inteligência dos comuneiros e aos beneficiários das trazidas de água.

Nidia Arévalo, lacaia dos poderes económicos [empresários, especuladores imobiliarios, etc…] que pretendem ocupar Mós como finca privada da que extrair lucro com as suas práticas devastadoras, nom gere o Concelho para a vizinhança.

A alcaldesa, como já fixo com o PGOM, está ao serviço de quem explora e precariza, de quem se enriquece com informaçom privilegiada, de quem se lucra com a privatizaçom dos serviços públicos.

A servicial sipaia das elites económicas que pretendem apoderar-se de Mós com intençons bem conhecidas, usou todas as artimanhas para convencer as Comunidades afetadas [compra de vontades com prebendas, promessas de postos de trabalho, reunions a costas dos afetados, propaganda e desinformaçom nos meios com todo tipo de mentiras, maquilhados e falsos informes meio-ambientais, ameaças soterradas …].

Os partidos institucionais da oposiçom [GañaMós, PSOE e BNG] monstram a sua inutilidade nas luitas populares. Instalados nas poltroninhas do Concelho, limitam toda oposiçom ao projeto com umha morninha negativa, limitando-se a levantar o dedo.

Só o povo trabalhador auto-organizado em Mós nas associaçons das trazidas de águas ou os comuneiros, saem à rua em protesto por tamanha barbaridade meio-ambiental, para monstrar o rejeitamento, para dizer nom e parar os pés ao Sr Mourinho e a sua cúmplice servicial Nidia Arévalo.

Só a unidade popular de quem rejeitamos este macro-projeto, protestando e luitando com firmeza nas ruas, conseguirá parar tamanho crime que queremimpor-nos. Como a história popular tem demonstrado foi, é e será nas ruas onde se logram as vitórias.

Se Mós di NOM, será NOM!

A luita é o único caminho!

Na Lourinha, 23 de novembro de 2018