GALIZA PRESENTE EM DEBATE INTERNACIONAL PROMOVIDO POLA VENEZUELA

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Ciclo Internacional A Nossa América nos Planos do Imperialismo.

A Classe Trabalhadora na Unidade Anti-imperialista.

6 e 7 de agosto.

PROGRAMA
Quinta-feira, 6 de agosto de 2020. Hora da Venezuela: 2:00 p.m.

1. Hino da Internacional.

2. Intervençons:
☆Geraldina Colloti. [Jornalista. Rede de Inteletuais. Itália].
☆Marcelo Abdala. [PIT-CNT. Uruguai].
☆Esteban Silva. [Partido Socialista Allendista. Chile].
☆Francisco Torrealba. [Vice-Presidente do
PSUV.Venezuela].

3. Ronda de achegas. Perguntas e respostas.

Sexta-feira, 7 de agosto de 2020. Hora da Venezuela: 2:00 p.m.

1.Intervençons.
☆Martín Guerra. [Partido Esquerda Socialista. Peru].
☆Carlos Morais [Agora Galiza-Unidade Popular. Galiza].
☆Najeeb Amado. [Partido Comunista Paraguaio].
☆Jesús Faría. [Vice-Presidente de Economia do PSUV. Venezuela].

2. Ronda de achegas. Perguntas e respostas.

Metodologia:
Cada relator realizará umha exposiçom de dez minutos um dos dous dias. Ao final de cada jornada abrirá-se um turno de palavra onde poderám intervir todos os relatores assim como os conferencistas que nos acompanhárom nas jornadas anteriores.

DISCURSO DE CARLOS MORAIS NO ATO POLÍTICO DO DIA DA PÁTRIA

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DISCURSO DE CARLOS MORAIS NO ATO POLÍTICO DO DIA DA PÁTRIA

[Praça 8 de Março, Compostela, Galiza, 25 de Julho de 2020]

Nunca nos daremos por vencidos! Nunca abandonaremos o compromisso e juramento adquirido quando logramos transitar da intuiçom juvenil à explicaçom e compreensom consciente das leis científicas da luita de classes; nom pregamos velas, jamais arriaremos as duas bandeiras que sintetizam o mundo que queremos conquistar e construir: a vermelha da classe obreira e a tricolor republicana galega; nunca atraiçoaremos os mais sublimes objetivos do ser humano, a beleza e o amor, sintetizados na sociedade de felicidade e plena harmonia chamada Comunismo.

Mas tampouco somos ingénuos! Somos plenamente conscientes das imensas dificuldades para reconstruir a esquerda revolucionária galega, para desenvolver organicamente a alternativa socialista e patriótica galega. Mas contra toda lógica mercantil e postmoderna, teimamos com perserverância continuarmos o caminho traçado há um quarto de século.

Ainda nom logramos atingir os objetivos da primeira fase da construçom do imprescindível e insubstituível destacamento militante da causa nacional e de classe que a Galiza necessita. Sabemo-lo bem!

Toneladas de entulho ideológico ocultam os carreiros abertos há mais de 150 anos por Marx, desenvolvidos magistralmente por Lenine e o Che, e aplicados de forma criativa por Benigno Álvares e Moncho Reboiras em duas etapas históricas determinadas, a terceira e sétima década do século XX.

À desmemória coletiva imposta polo Capital, devemos acrescentar a deliberada amnésia e transfuguismo dos que nalgum momento afirmavam querer edificar as ferramentas políticas e sociais galegas e de classe, visadas para desputar o cancro da hegemonia reformista no campo operário e popular.

Sempre guiados polas rubras estrelas que evitam cairmos na oscuridade e extraviar-nos nos caminhos, novamente aqui estamos! para proclamar que só a classe obreira salva a classe obreira. Da necessidade ineludível de dotar-se de espaços próprios de organizaçom, mobilizaçom e luita. O confinamento derivado do Covid-19 deixou bem claro quem mexe o mundo, quem o fai rodar, quem produz, quem salva as vidas, as infinitas potencialidades do mundo do Trabalho, o imenso poder da classe obreira, da sua invencibilidade.

Mas também, a importáncia do fator subjetivo, antídoto para vencer o letal vírus do amorfismo e a disgregaçom que carateriza o estado atual da nossa classe. Sem povo trabalhador organizado e movimentado nom há avanços, conquistas e vitórias.

Mais alá da retórica folclórica e das modas imperantes que venhem e vam, dos sucedáneos e das fraudulentas franquícias multicoloridas, das velhas políticas vernizadas de “novas”, o nosso é um combate acrisolado em décadas de reflexom e estudo, em décadas de aplicaçom teórico-prática, forjados em sensabores e contratempos permanentes, entre as amarguras das derrotas.

A diferença da casta política da “esquerdinha”, de tanto falabarato de feira, nós nom prometemos comodidades militantes, nem distribuímos postos bem remunerados, nem ofertamos fulgurantes avanços e vitórias.

Nom queremos enganar ninguém! A quem honestamente se queira enrrolar na causa da Galiza proletária, na causa da República Galega, na causa da Revoluçom Socialista, só podemos prometer suor, lágrimas e sangue. Agirmos coerentemente como militantes da causa do amor e da beleza paradoxalmente vai acompanhado polo fel e o ferro do isolamento e da incompreensom. Mas das mais fedorentas esterqueiras agromam as mais aromáticas roseiras.

O fácil é somar-se aos grandes espaços que aparentando querer mudar o presente, na realidade agem como muro de contençom, como via de escape das enormes potencialidades rebeldes e combativas que latentes na nossa classe, seguem ai esperando a sua erupçom.

Eis polo que nom formamos parte de espaços interclassistas sob as fórmulas de frente patriótico ou frente popular, e sim defendemos a necessidade de constituir amplas alianças de unidades populares, dotadas de programas avançados, de frentes únicas de composiçom, orientaçom e programa genuinamente obreiro.

Sem resituar no centro do tabuleiro político galego e internacional, a contradiçom Capital-Trabalho, seguiremos sendo incapazes de avançar, continuaremos enredados nos inofensivos e funcionais relatos cidadanistas e eleitoralistas.

Acreditamos no nosso povo, e somos conhecedores dos invisíveis e cada vez mais sofisticados mecanismos de alienaçom a que nos vemos submetidos polos que só pretendem mansedume e resignaçom.

Eis polo que após finalizar um processo eleitoral para escolher os deputados de um parlamentinho sem soberania, nom estamos nem em estado de shock, nem tampouco eufóricos. Consciente e inconscientemente, um considerável setor do povo trabalhador e empobrecido da Galiza, ratificou o continuismo em Sam Caetano. Obviamente com este cenário, nom lançamos foguetes, mas tampouco estamos de luto.

Nesta conjuntura nunca acreditamos na tangibilidade de derrotarmos nas urnas o capataz que eficazmente melhor representa os poderes do Capital no nosso país.

E nom viamos possível este anelo, compartilhado com a maioria do povo trabalhador da Galiza, porque tenhamos umha varinha mágica, nem umha bola de cristal. Figemo-lo guiados polo método científico de análise e interpretaçom da realidade que nos proporciona o marxismo. Polo conhecimento profundo do grau de praticamente absoluta carência de consciência de umha parte significativa dos setores populares e empobrecidos da Galiza. Pola ausência de um projeto e um liderato capaz de ativar a resignaçom e a ausência de perspetivas, na que está instalada umha parte considerável dos centenares de milhares de mulheres e homens que subsistem entre a precariedade, os baixos salários e as ajudas institucionais.

Porque ia despertar do seu longo letargo um povo desorganizado, carente de ferramentas defensivas, de espaços comunitários de sociabilidade mais alá do desporto espetáculo, das festas patronais desenhadas polas grandes empresas do embrutecimento?

Mais alá de creenças metafísicas, de bons desejos, de inspiraçons divinas, de ilusons infundadas e promessas fraudulentas, lamentavelmente na Galiza de 2020 nom é possível, sem umha mudança profunda de rumo das forças situadas no campo do antifascismo, lograrmos o bye bye Feijó.

As possibilidades de atingí-lo eram mínimas, e basicamente a alternativa de um “tripartito” entre os partidos que governam Madrid e a socialdemocracia autonomista, carece das mais mínimas margens para alterar a golpe de DOG as tendências aniquiladoras do nosso povo e da nossa terra, que o imperialismo tem perfeitamente desenhado na divisom internacional do Trabalho.

Os resultados nom fôrom tam diferentes ao que prognosticamos. Umha nova maioria absoluta de Feijó –exemplar maioral de Ence, Iberdrola, Zara-Inditex, das multinacionais mineiras-, nom significa mecanicamente que já nom existam possibilidades nem margens reais para frear as políticas ultraliberais de privatizaçons, corte de direitos e supressom das conquistas da classe trabalhadora, a aniquilaçom da nossa identidade e cultura, o expólio das nossas riquezas naturais, da nossa diversidade meio-ambiental.

Camaradas, nom esqueçamos que as grandes conquistas nom se atingírom nunca nas instituiçons do inimigo, nos templos da falsa democracia burguesa. E no caso concreto da Galiza, a carência de soberania nacional por sermos um pais oprimido polo Estado imperialista espanhol e a UE, ter maioria aritmética no parlamentinho colonial do Hórreo, é como querer fazer umha grande viagem num automóvel sem motor nem combustível.

Até lograrmos alterar a correlaçom de forças no campo da causa popular e nacional, seguiremos hipotecados polo cancro do eleitoralismo. Estes dias diversas plataformas comarcais em defesa da sanidade pública “dececionadas” perante a vitória do PP nas suas zonas de atuaçom, acordárom dissolver-se! Que grande disparate e incapacidade de compreensom da complexa -mas nom por isso irreal-, dicotomia existente entre apoio popular a umha reivindicaçom concreta e opçom eleitoral.

Nom somos um país “anormal”, nem os galegos somos “burros” e “ignorantes”, um povo reacionário, conservador, ou temos o que nos merecemos! Nom, camaradas!!

Nom podemos justificar nem apoiar esta falta de respeito contra o nosso povo. Este tipo de leituras profundamente reacionárias é fruto da frustraçom e incapacidade da pequena-burguesia “progre” para entender a luita de classes. Do desconhecimento e profundo desprezo polo povo galego e a nossa Pátria, por esses poços sépticos de tertulianos e comentaristas de pacotilha da metrópole, mas também por essa casta política da velha e nova política.

Galiza nom é um país mais conservador ou mais reacionário que o País Basco, a Catalunha, Andaluzia ou qualquer dos territórios espanhóis. Ou pensades que Urkullu, Torra, García Page ou Lambán, som menos reacionários que Feijó ou Baltar?

Nom nos deixemos arrastar polos tópicos elaborados polo supremacismo espanhol, polas tendências fabricadas no Ground zero de todas as pandemias e vírus que levam séculos sementando de desgraças, pragas e devastaçom, a nossa Pátria.

A maioria absoluta atingida há menos de 15 dias polo PP autótone, é, em termos absolutos, completamente relativa. Feijó só logrou revalidar o apoio de 1 de cada 4 galegos com direito a exercer o seu voto. Nem mais nem menos!!!

Concebemos a frente eleitoral como um mecanismo tático num processo de acumulaçom de forças estratégicas para a tomada do poder, nom para demonstrarmos que podemos gerir com mais eficácia e honradez o capitalismo, para decretar remendinhos mal cossidos, que se bem podem aliviar temporariamente as graves condiçons de vida dos setores populares mais vulneráveis, habitualmente nom servem para organizá-los, para elevar o seu nível de consciência, nem para ir aligeirando os profundos mecanismos de alienaçom.

Só um povo trabalhador organizado e movimentado, que despute no campo da cultura e a ideologia a hegemonia reacionária, que nom aceite o monopólio da violência do Estado burguês, convencido e orgulhoso da sua causa, tem capacidades de conquistar o futuro.

A luita é o único caminho! O resto som farrapos de gaita, simples palha!, palavras tam bonitas como infundadas. A luita de classes e de libertaçom nacional nom depende de análises idealistas, nem de bons desejos, depende da capacidade e vontade, livre e conscientemente decidida de desputar a dominaçom burguesa por parte dos de baixo, dos que pouco ou nada tenhem que perder a nom ser as suas cadeias. E para poder atingir este estado de cousas, é imprescindível centrar a maioria dos recursos e energias na formaçom, no combate ideológico. É necessário abandonar o cancro das práticas conciliadoras e pactistas.

Este modesto destacamento militante da causa nacional e de classe chamado Agora Galiza-Unidade Popular, sabe perfeitamente que sem derrubar o regime de 78 articulado à volta da monarquia nomeada por Franco, sem quebrar o Ibex 35, sem confiscar o império do senhor de Arteijo, sem esmagar a ameaça fascista que umha fraçom da oligarquia alimenta e apoia como grupo de choque perante as grandes convulsons sociais que se divisam no horizonte, seguiremos enlamados em batalhas cujo destino é a derrota da classe trabalhadora e a plena assimilaçom da Galiza polo projeto supremacista da oligarquia espanhola.

As falsas ilusons de atingir a independência mediante maciças mobilizaçons cívicas e pacíficas, dotadas de um discurso interclassista e “europeista”; as falsas ilusons de conquistar o céu por assalto, promovidas pola nova socialdemocracia, já vimos como finalizárom.

Tanto as forças independentistas que governam a Generalitat, como o governo “progre” de Madrid, fôrom domesticados e disciplinados pola lógica do Capital que realmente nunca questionárom.

Camaradas! nascimos, reformulamo-nos, agimos, luitamos, para organizar a Revoluçom Galega. Eis a razom da nossa existência.

Sabemos que a tarefa é imensa, mas nom por isso procuramos falsos atalhos que só conduzem nengures. A Espanha bourbónica nom se pode reformar nem democratizar, nom é possível regenerá-la ou democratizá-la. O capitalismo tampouco se pode remendar. A construçom de um mundo novo só é possível sobre as cinzas do atual. Todo parto é doloroso. É pura lei de vida!

Tal como já manifestamos aqui, há agora exatamente 365 dias, sabemos que esta viagem necessita de configurar umha gigantesca caravana bem pertrechada, com expertos chóferes e mecánicos. Nós só somos umha minúscula parte mais de um complexo e diverso conjunto de peças que devem ser ensambladas.

Ainda que o nosso país seja o único território do Estado espanhol onde o matonismo fascista nom logrou entrar nas instituiçons burguesas, nom podemos nem devemos baixar a guarda.

A necessidade de constituir entre as forças de caráter operário um bloco popular antifascista, dotado de um programa anticapitalista e anti-imperialista, segue sendo a dia de hoje a principal prioridade da classe operária e do povo trabalhador galego.

Até a vitória sempre!

Antes mortos que escravos!

Viva Galiza ceive e socialista!

Viva a Revoluçom Galega!

INTERVENÇOM DE PAULO VILA NO ATO POLÍTICO DO DIA DA PÁTRIA

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INTERVENÇOM DE PAULO VILA NO ATO POLÍTICO DO DIA DA PÁTRIA

[Praça 8 de Março, Compostela, Galiza, 25 de Julho de 2020]

A esquerda revolucionária galega organizada em Agora Galiza Unidade Popular, organiza mais um ano este ato, na Praça 8 de Março, para reivindicar e luitar polos nossos objetivos: A Independência Nacional e o Socialismo.

Perante a pandemia de coronavírus, o mal chamado governo progresista PSOE-Unidas Podemos nom implementou medidas para proteger o povo trabalhador. As medidas fôrom adotadas seguindo instruçons da CEOE e Ibex35.

Implementárom os ERTEs, nom proibirom os despedimentos, nom nacionalizárom setores estratégicos, nom exigírom à banca a devoluçom dos 65 mil milhons de euros, nem impostos progressivos às grandes empresas, a renda mínima nom passa de ser migalhas insuficientes. A falta de medidas piora as condiçons para a classe trabalhadora.

Na Galiza, a pandemia desmascara as desigualdades entre ricos e pobres. O governo da Junta encabeçado por Feijóo, além da sua lamentável gestom, logrou manter a maioria absoluta na farsa eleitoral do 12 de julho, deixando fora de jogo a oposiçom.

Por muito que melhorasse o resultado eleitoral do autonomismo (BNG), segue sendo umha força encabeçada por umha direçom de burócratas pequeno-burgueses incapaces de ir mais longe que de “reclamar” maiores competências para Galiza. O reformismo autonomista nom está disposto a quebrar regime de 78.

O reformismo, seja autonomista ou umha sucursal do progressismo espanholista nom pode defender o povo trabalhador galego. É incapaz de quebrar com a lógica do parlamentarismo burgués, a falta de confrontaçom deixa indefesa a classe trabalhadora perante a acometida do fascismo que ocupa cada vez mais espaços nas ruas.

A péssima situaçom na que vive a juventude galega, a emigraçom, o terrorismo machista, o desemprego, ou o saqueio dos nossos recursos, nom se revertérom com o governo de coaligaçom do PSOE- UP. Nem está, nem se o espera!

Todos estes problemas som conseqûencia da opressom que padece Galiza por parte do Estado espanhol, pola UE e polo capitalismo.

Eis polo que inssistimos na necessidade de que tem que ser o povo trabalhador quem dirija a luita pola independência e o socialismo. Isto só é possível mediante a via revolucionária, mediante um partido de vangarda que tenha como objetivo a toma do poder por assalto.

Somos conhecedores da debilidade da esquerda revolucionária na Galiza e resto do Estado, mas nom claudicamos. Sabemos que as nossas conviçons revolucionárias som a única alternativa, eis polo que mantemos e defendemos com firmeza os nossos princípios seja qual for a situaçom!

Continuamos com a tarefa de reconstruirmos umha organizaçom revolucionária para luitar e combater contra a burguesia, afastada das tendências pacifistas e conciliadoras.

A corrupçom da monarquia postfranquista, o chauvinismo espanhol promovido por VOX, PP e C´s, presente no aparelho judicial, aparelho repressivo e no éxercito, os assassinatos e torturas da forças policiais nas prisons, as privatizaçons, a exploraçom, o paro, a miséria, a continua vulneraçom de direitos e liberdades, ou a impunidade do fascismo que avança, só se podem reverter com luita e combate nas ruas.

Denunciamos a situaçom que muitos dos presos políticos revolucionários sofrem nas prisons, eis polo que exigimos mais um ano, a amnistia e liberdade dos presos políticos na Galiza e no Estado espanhol, seja qual for o método de luita empregado.

Desde a esquerda revolucionária galega inssistimos na criaçom dum bloco popular antifascista e anticapitalista para confrontar com contundência o fascismo. O terrorismo fascista devem ser combatido sem negum tipo de remordimento, deve ser combatido com contundència e sem trégua.

Nom podemos olhar cara outro lado perante esta grave ameaça, o fascismo deve ser esmagado empregando qualquer método, inclusive a utilizaçom da violência se for necessário!

Eis polo que devemos manternos firmes na reconstruçom da esquerda revolucionária, so assim lograremos tombar este regime e o sistema capitalista que o sustenta para lograr plena independência e emancipaçom da nossa naçom e a nossa classe.

A única alternativa a este sistema e Estado terrorista é a proclamaçom da República Socialista Galega.

O fascismo combate-se nas ruas!

Viva Galiza Ceive e socialista!

Viva a República Socialista Galega!

 

ESQUERDA REVOLUCIONÁRIA GALEGA REITEROU NO DIA DA PÁTRIA CONSTITUIR UM BLOCO POPULAR ANTIFASCISTA

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ESQUERDA REVOLUCIONÁRIA GALEGA REITEROU NO DIA DA PÁTRIA CONSTITUIR UM BLOCO POPULAR ANTIFASCISTA

Agora Galiza-Unidade Popular realizou por quarto ano consecutivo em Compostela umha concentraçom-ato político para comemorar o Dia da Pátria.

Desenvolvido na praça 8 de Março, entre um enorme despregamento policial, intervírom Paulo Vila e Carlos Morais.

Num contundente discurso, o camarada Paulo Vila manifestou que só a classe operária pode “dirigir a luita pola independência e o socialismo. Isto só e possível mediante a via revolucionária, mediante um partido de vanguarda que tenha como objetivo a toma do poder por assalto”.

Respeito ao incremento da atividade fascista, alertou que “Nom podemos olhar cara outro lado perante esta grave ameaça, o fascismo deve ser esmagado empregando qualquer método, inclusive a utilizaçom da violência se for necessário!”.

Sobre a nova maioria absoluta do PP nas eleiçons autonómicas, Carlos Morais afirmou que “após finalizar um processo eleitoral para escolher os deputados de um parlamentinho sem soberania, nom estamos nem em estado de shock, nem tampouco eufóricos. Consciente e inconscientemente, um considerável setor do povo trabalhador e empobrecido da Galiza, ratificou o continuismo em Sam Caetano. Obviamente com este cenário, nom lançamos foguetes, mas tampouco estamos de luto”.

O porta-voz nacional de Agora Galiza-Unidade Popular manifestou que “nom esqueçamos que as grandes conquistas nom se atingírom nunca nas instituiçons do inimigo, nos templos da falsa democracia burguesa. E no caso concreto da Galiza, a carência de soberania nacional por sermos um pais oprimido polo Estado imperialista espanhol e a UE, ter maioria aritmética no parlamentinho colonial do Hórreo, é como querer fazer umha grande viagem num automóvel sem combustível”.

Neste 25 de Julho a esquerda revolucionária galega insistiu na necessidade ineludível de situar a classe operária no tabuleiro político, de superar o amorfismo e a disgregaçom que impossibilita defender os seus direitos, descartando participar nas falsas alternativas interclassistas e cidadanistas.

Comunicado nº 147. ESPERADA VITÓRIA ESMAGADORA DE FEIJÓ E RECOMPOSIÇOM ELEITORAL DA “ESQUERDINHA”

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ESPERADA VITÓRIA ESMAGADORA DE FEIJÓ E RECOMPOSIÇOM ELEITORAL DA “ESQUERDINHA”

Os resultados das eleiçons autonómicas de 12 de julho, constatam as trágicas carências estruturais que acompanham a realidade da imensa maioria do povo trabalhador galego.

A ausência de auto-organizaçom operária e popular, a desmobilizaçom, o amorfismo e marasmo do povo explorado e empobrecido, nom podem por arte de mágia gerar umha superaçom da alienaçom a que nos vemos submetidos.

Os discursos hegemónicos na “esquerdinha”, alimentando o ilusionismo eleitoral, a falta de coragem discursiva para por meio do debate ideológico quebrar as lógicas do consenso e a concilaçom, só contribuem para reforçar a lógica sistémica.

Os resultados de ontem, nom som positivos para o povo trabalhador e empobrecido da Galiza, nem para o futuro da nossa naçom.

A esquerda revolucionária galega nom está satisfeita polo adverso panorama resultante, caraterizado pola vitória da reaçom, a recomposiçom da correlaçom eleitoral da oposiçom institucional, e um parlamentinho carente de umha força revolucionária, sem um partido comprometido com a classe trabalhadora e a liberdade da Galiza, sem ataduras nem compromissos com o regime postfranquista.

Mas tampouco estamos surpreendidos polo veredito das urnas. Levamos meses alertando que nom se davam as mais mínimas condiçons democráticas para poder realizar um processo eleitoral, que estava viciado. E agora, a dia 13, já é tarde para lamentar-nos. Simplesmente as forças que pretendiam derrrotar Feijó deveriam ter optado polo “plantom”, por forçar um adiamento eleitoral. O estado de shock derivado do postconfinamento e o medo ao Covid-19, a férrea censura e manipulaçom goebbeliana, impossibilitárom umhas eleiçons com as “mínimas condiçons democráticas” na lógica do parlamentarismo burguês.

Tal como manifestamos umha e outra vez, eram umhas eleiçons amanhadas polo PP, nas que a partida já está garantido que Feijó revalidará a maioria absoluta atual.

A grandes rasgos os resultados de ontem constatam:

1- A contundente vitória de Feijó, logrando revalidar umha quarta maioria absoluta consecutiva do PP. Por surpreendente que poda parecer, nom foi um resultado inesperado. A conhecida, mas também a invisível maquinária de dominaçom da direita reacionária, empregou todos os meios possíveis para movimentar o eleitorado, recurrindo a todos os mecanismos inimagínáveis. A sua maquinária estava perfeitamente operativa e mais que preparada. Tam só perdeu pouco mais de 50 mil votos, passando dos 676.676 atingidos em setembro de 2016 [47.53%], a 625.182 [47.98%].

2- O BNG nom só certificou a quebra da sua longa agonia e hemorragia eleitoral iniciada há dias décadas. Tal como já se tinha manifestado timidamente em novembro recuperando representaçom nas Cortes espanholas, concentrou o voto útil contra o PP, absorvendo e engolindo o desgastado espaço da desacreditada “nova política”. Logrou praticamente triplicar os 118.982 sufrágios [8.36%] de 2016. Os 310.137 votos [23.8%] som um recorde histórico numhas eleiçons autonómicas, logrando novamente o sorpasso sobre o PSOE atingido em 1997.

3- Um PSOE com candidato anodino, e sem vontade real de derrotar Feijó, mantém praticamente intato o seu quarto de milhom de apoios eleitorais, freando a curva descendente, retrocedendo tam só 2.000 sufrágios, passando dos 254.552 [17.88%] a 252.537 [19.38%].

4- “Galicia en Común”, a nova marca do espaço de “confluência” entre Anova com o postcarrilhismo e Podemos, fracassou estrepitosamente. A catastrófica fuga de mais de 220 mil votos, fecham um ciclo mais artificial que real no sistema político institucional galego. O canibalismo interno e as deserçons que tem caraterizado a legislatura, a carência de um liderado carismático e um projeto definido, dérom como resultado transitar dos 271.418 votos [19.07%] de 2016 a tam só atingir 51.223 [3.93%], ficando fora do parlamentinho de cartom.

5- Descalabro do matonismo fascista, perdendo mais do 75% dos apoios eleitorais atingidos nas eleiçons legislativas de 10 de novembro de 2019. Os exíguos 26.485 votos [2.03%] de Vox, constatam a enorme capacidade da maquinária do PP autonómico, e a carência de umha fraçom destacada da burguesia nacional interessada em alimentar a representaçom institucional do terrorismo fascista. As singularidades da estrutura de classes galega provoca que simplesmemte nom tenha a dia de hoje a mais mínima funcionalidade.

6- C´s passa dos 48.303 votos [3.38%] de apoios atingidos em 2016, a obter uns resultados residuais, nom atingindo os cinco dígitos, com tam só 9.719 votos [0.75%].

7- Marea Galeguista assinou a sua ata de defunçom com 2.863 votos [0.22%], após umha grande projeçom mediática, e um investimento económico completamente desproporcionado para os resultados obtidos.

8- A abstençom subiu significativamente, passando de 817.702 [36.25%] em 2016 a 918.799 [41.12%], tendo em conta a queda de meio milhom de pessoas no censo, como resultado da sangria demográfica.

9- Os resultados constatam que o ilusionismo eleitoral alentado polas duas expressons do reformismo atuante na Galiza voltou a fracassar. Que as políticas da reaçom burguesa e do imperialismo espanhol nom se podem derrotar facilmente nas urnas. A pax social, derivada da desmobilizaçom operária e popular, e do vírus do fetichismo parlamentar, som fatores importante à hora de compreender os acontecimentos em curso.

10- Feijó e o que representa só poderá ser derrotado na rua, após um processo de combate e formaçom ideológica, de auto-organizaçom operária e popular, que permita iniciar um ciclo de luitas permanentes, de mobilizaçom constante e encadeada, sob umha estratégia de ruptura para a conquista do poder real. Enquanto as castas que dominam as forças da esquerda maioritária continuem enganando o povo com imaginárias vitórias eleitorais, partidos telemáticos, configurados para e pola pequena-burguesia, o Ibex 35 continuará implementado as suas políticas depredadoras contra nós e contra a nossa Pátria.

11- O atronador silêncio das ruas desertas na noite de ontem som a melhor fotografia de um País desafeto com a miserável política existente, de um povo resignado polo mal menor, carente de um projeto ilusionante que aglutine e ative as maiorias.

Os resultados devem ser relativizados. O PP nom representa nem muito menos a maioria deste País. Só 1 de cada 4 galeg@s votárom Feijó: 625.182 de 2.258.589 compatriotas da Comunidade Autónoma com direito a voto.

12- Agora Galiza-Unidade Popular, organizaçom socialista e feminista galega de libertaçom nacional, acreditamos no potencial revolucionário do nosso povo. Nem desprezamos nem muito menos culpabilizamos as camadas populares que continuam alimentando eleitoralmente a estrutura de dominaçom do PP mediante o seu respaldo eleitoral. Sabemos quais som as múltiplas razons que nos permitem explicar e entender os resultados de hoje.

Seguir construíndo novas ferramentas de organizaçom, mobilizaçom e combate popular, é a nossa razom de ser. Aqui estamos e aqui seguiremos. Som tempos de tecer umha muralha antifascista que prepare o povo trabalhador para um cenário de endurecimento da exploraçom e dominaçom que tem desenhada a folha de rota do Capital e que Feijó implementará de forma obediente.

Devemos prepararmos política, ideológica e psicologicamente a classe operária e o povo trabalhador e empobrecido para a confrontaçom. Os tempos serám duros. É necessário agir com persistência, coragem e coerência para resistir e vencer.

Contrariamente à falácia difundida polas “esquerdinhas”, é nas ruas, nom nas instituiçons, com o povo trabalhador mobilizado e unido sob um programa genuinamente antifascista de caráter anticapitalista, como se pode derrotar a oligarquia.

Direçom Nacional de Agora Galiza-Unidade Popular

Na Pátria, 13 de julho de 2020

Comunicado nº 146. A SITUAÇOM DA MARINHA CONFIRMA QUE AS ELEIÇONS AUTONÓMICAS DEVEM SER ADIADAS

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A SITUAÇOM DA MARINHA CONFIRMA QUE AS ELEIÇONS AUTONÓMICAS DEVEM SER ADIADAS

A medida que se aproxima a dia 12 de julho, confirmam-se todos os prognósticos que levamos manifestando desde o mês de maio, quando Feijó impujo data das eleiçons autonómicas.

O processo eleitoral está adulterado desde o minuto zero. Som umhas eleiçons amanhadas pois carecem das exigíveis condiçons sanitárias e socio-económicas que permitam um processo com mínimas “garantias”.

O brote de Covid 19 na Marinha, e a resposta do aparelho de dominaçom do PP impondo de forma seródia um confinamento express de tam só 5 dias, limitando os direitos básicos dos habitantes de 14 concelhos da comarca norte-oriental da Galiza, confirma lamentavelmente a análise da esquerda revolucionária galega.

A Marinha reflite em estado puro o ”pucheiraço” que Feijó tem desenhado para assegurar por todos os meios possíveis a sua maioria absoluta.

Mas, perante este cenário, a resposta da oposiçom institucional dos partidos da “esquerdinha”, é vergonhenta, morna e claramente oportunista.

Denunciam o apagom informativo e o controlo goebbeliano da CRTVG, o lavado de maos de Feijó desatendendo as suas responsabilidades e cedendo as competências da Junta da Galiza aos Concelhos, a gravíssima perturbaçom democrática do processo eleitoral. Porém, carecem da coragem política para aplicar a única resposta democrática possível: forçar o adiamento eleitoral.

Os espúreos interesses dos aparelhos burocráticos de Galicia em Comum e do BNG, a indissimulada cumplicidade do PSOE à hora de facilitar a vitória de Feijó, prevalecem sobre os interesses objetivos do povo trabalhador galego. Afirmam querer sacar Feijó de Sam Caetano, mas facilitam que revalide a sua quarta maioria absoluta.

Denunciam o avanço do fascismo, mas branqueam a legitimam os criminais de Vox participando com absoluta normalidade em debates com os herdeiros do holocausto galego iniciado no verao de 1936.

As forças antifascistas nom podem seguir colaborando no lavado de cara do “pucheiraço” de Feijó. Inicialmente legitimárom a data, posteriormente renunciárom forçar um adiamento do processo eleitoral mediante um “plantom”, e agora -com dezenas de milhares de compatriotas com os seus direitos conculcados-, mantenhem com normalidade um processo eleitoral viciado, e sem as mínimas garantias exigíveis na lógica do parlamentarismo burguês.

Agora Galiza-Unidade Popular solicita à oposiçom institucional e o conjunto das forças antifascistas que também apresentam listagens, a retirar-se do processo eleitoral para forçar o adiamento das Autonómicas 2020.

Do contrário, todas candidaturas que concorrem 12 de julho, serám cúmplices destas eleiçons amanhadas.

Tal como já manifestamos, de nada servirám no 13 de julho os hipócritas lamentos, os cínicos diagnósticos, e a irrespeituosa desqualificaçom sobre os comportamentos eleitorais do nosso povo.

Direçom Nacional de Agora Galiza-Unidade Popular

Na Pátria, 7 de julho de 2020

Reflexom eleitoral de Lenine

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Na brochura “Esquerdismo, doença infantil do comunismo”, Lenine questiona com sólidos argumentos, a estrategia dumha parte da Terceira Internacional, especialmente os camaradas ingleses e alemans, acusando-os de seguir umha desviaçom face posiçons de extrema esquerda, por defender como princípio o boicote aos processos eleitorais burgueses.

Como é natural, para os comunistas da Alemanha o parlamentarismo ‘caducou politicamente’; mas, trata-se exatamente de nom julgar que o caduco para nós tenha caducado para a classe, para a massa. Mais uma vez, constatamos que os “esquerdistas” nom sabem raciocinar, nom sabem conduzir-se como o partido da classe, como o partido das massas. Vosso dever consiste em nom descer ao nível das massas, ao nível dos setores atrasados da classe. Isso nom se discute. Tendes a obrigaçom de dizer-lhes a amarga verdade: dizer-lhes que suas ilusons democrático-burguesas e parlamentares nom passam disso: ilusons. Ao mesmo tempo, porém, deveis observar com serenidade o estado real de consciência e de preparaçom de toda a classe [e nom apenas de sua vanguarda comunista], de toda a massa trabalhadora [e não apenas dos seus elementos avançados]”.

[LENINE “Esquerdismo, doença infantil do comunismo”,1920]

Em base a umha análise concreta dumha situaçom concreta -a Galiza de 2020 após 12 anos de governos de Feijó-, a esquerda revolucionária galega organizada em Agora Galiza-Unidade Popular, nesta ocasiom “nem participa nem apoia nengumha das candidaturas, mas tampouco solicitamos exercer o legítimo direito de abstençom que tem definido nos últimos anos a nossa posiçom.

Compartilhamos os anelos e desejos da imensa maioria do povo trabalhador galego da urgência de retirar o PP do governo autonómico exercendo o seu voto 12 de julho.

Mas também sabemos que no hipotético caso de Feijó perder a maioria absoluta, o governo alternativo que se pudesse configurar, nom aplicará políticas estruturalmente diferentes às do PP. Será um governo de “cara amável”, similar ao de PSOE/Unidas Podemos, que incumprirá entre sorrisos e boas palavras os compromissos adquiridos.

A alternativa operária e popular, patriótica e socialista, que a Galiza necessita, só pode ser construída ao calor da luita unitária nas ruas, empregando as instituiçons burguesas como simples caixa de resonáncia, onde exercer pedagogia de massas para demonstrar a impossibilidade de legislar ao serviço das maiorias sem superarmos o capitalismo.

Portanto, a militáncia e simpatizantes de Agora Galiza-Unidade Popular, adotará a decisom mais coerente e consequente com a linha política revolucionária do projeto de classe e patriótico que com perserverança estamos construíndo”.

DENUNCIAMOS A CUMPLICIDADE DO GOVERNO ESPANHOL COM O TERRORISMO NA VENEZUELA

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DENUNCIAMOS A CUMPLICIDADE DO GOVERNO ESPANHOL COM O TERRORISMO NA VENEZUELA

Após 2 meses da frustrada incursom marítima promovida polo governo terrorista dos EUA e o fascismo venezuelano, conhecida como “Operaçom Gedeón”, para sequestrar e assassinar o presidente da República Bolivariana de Venezuela, Nicolás Maduro, o jornal “The Wall Street Journal” publicou que Leopoldo López -terrorista venezuelano refugiado na embaixada espanhola em Caracas desde o 30 de Abril de 2019-, foi o principal responsável de dirigir esta tentativa golpista contra o governo bolivariano.

O passado 26 de junho, o Ministro de Comunicaçom da Venezuela, Jorge Rodríguez, assegurou que a planificaçom da incursom militar armada dirigida por Leopoldo López, realizou-se na embaixada do governo espanhol em Caracas.

O ministro exigiu responsabilidades tanto ao embaixador Jesús Silva, como ao governo espanhol, pola sua cumplicidade com os planos terroristas promovidos polo fascismo venezuelano à hora de permitir que na sua sede poida debater-se e preparar atentados para assassinar autoridades do governo bolivariano.

Leopoldo López foi condenado a quase 14 anos de prisom pola sua implicaçom na violência promovida polas “guarimbas” nas manifestaçons de 2014, saldadas com mortos, feridos e grandes destroços. Refugiou-se na Embaixada espanhola em Caracas após ser “libertado” do seu arresto domiciliário por forças dirigidas por Juan Guaidó, com o que participou numha tentativa de levantamento militar contra o governo bolivariano 30 de abril de 2019.

Como pode o mal chamado governo “progressista” de Pedro Sánchez proteger e permitir com total impunidade que o fascismo venezuelano debata e organize açons terroristas contra um governo legitimo?

Unidas Podemos e o vice-presidente Pablo Iglesias nom tenhem nada que dizer sobre isto?

Nicolás Maduro também anunciou esta segunda-feira a expulsom da embaixadora da Uniom Europeia, Isabel Brilhante, após as sançons decretadas por parte de Bruxelas a 11 dirigentes da Assembleia Nacional.

Desde a esquerda revolucionária galega manifestamos novamente a nossa solidariedade com a Revoluçom Bolivariana, condenamos rotundamente as açons desestabilizadoras e a tentativa golpista dos EUA e da UE contra o governo de Nicolás Maduro.

Exigimos ao governo espanhol que cesse a sua cumplicidade com o fascismo venezuelano, e entregue imediatamente ao terrorista Leopoldo López às autoridades venezuelanas.

Viva a Revoluçom Bolivariana!

Indepedência e Pátria Socialista!

Galiza-Venezuela, solidariedade!

28 DE JUNHO -DIA INTERNACIONAL DA LUITA POLA EMANCIPAÇOM LGTBI

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28 DE JUNHO -DIA INTERNACIONAL DA LUITA POLA EMANCIPAÇOM LGTBI

Neste 28 de junho queremos reivindicar com orgulho, que foi a bandeira vermelha do primeiro Estado obreiro da história, quem implementou umha boa parte das reivindicaçons e demandas de liberdade sexual, que hoje se reclamam aplicar nas legislaçons dos países capitalistas.

Frente tanta amnésia deliberadamente imposta, frente tanta trivializaçom, devemos lembrar que foi a Revoluçom bolchevique de 1917 o primeiro Estado que legislou em prol da livre liberdade sexual de mulheres e homens.

A mercantiliaçom e banalizaçom que define o atual movimento gay oculta este facto histórico, pois está hegemonizado polo pensamento burguês e nom questiona o modo de produçom capitalista.

Só no Socialismo se sentarám as bases para atingir a plena liberdade e emancipaçom sexual.

[MEMÓRIA ANTIFASCISTA] 88 aniversário da apresentaçom pública da organizaçom antifascista Antifaschistische Aktion

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[MEMÓRIA ANTIFASCISTA]

88 aniversário da apresentaçom pública da organizaçom antifascista promovida principalmente polo Partido Comunista Alemam (KPD) para evitar o avanço do fascismo.

26 de junho de 1932 Antifaschistische Aktion realiza um multitudinário mitim em Berlim.

Hoje, em pleno agravamento da crise estrutural do capitalismo senil, o fascismo “renovado” é umha das alternativas promovidas pola burguesia para garantir e perpetuar a sua supervivência, e dissuadir à classe operária de luitar pola Revoluçom Socialista/Comunista.

O fascismo nom é umha ameaça do passado, é umha realidade tangível na Europa e em outros pontos do globo.

É necessário vertebramos umha frente antifascista que resista a embestida da oligarquia e derrote a ditadura do capital nas ruas e centros de trabalho. Mas nom para defender a democracia burguesa e sim para articular a alternativa socialista. O antifascismo deve ter um inequívoco componente anticapitalista.

Pola criaçom de um Bloco Popular Antifascista!