A SOLIDARIEDADE INTERNACIONALISTAÉ A TERNURA DOS POVOS. Saudaçons ao Dia da Pátria Galega enviadas por doce partidos e organizaçons amigas

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A SOLIDARIEDADE INTERNACIONALISTA É A TERNURA DOS POVOS
Reproduzimos integramente as mensagens de solidariedade e apoio à luita de libertaçom nacional da Galiza, enviada por doce partidos e organizaçons amigas, que fôrom divulgadas na concentraçom-ato político do Dia da Pátria.

Que cem flores desabrochem [BRASIL]
Camaradas da Organização Socialista e Feminista Galega de Libertação Nacional Agora Galiza.

Camaradas galegos:
É com imensa alegria que o nosso coletivo, Cem Flores do Brasil, saúda o Dia da Pátria Galega, no próximo 25 de julho.
Nos sentimos profundamente integrados e solidários à causa nacional galega, à vossa luta pela libertação nacional e emancipação social. Essa integração e solidariedade tem como princípio o fato de que lutamos contra o mesmo inimigo e por um objetivo comum.
Lutamos contra o imperialismo, a fase apodrecida e final do modo de produção capitalista, que oprime os povos do mundo inteiro, que suga o sangue e o suor da classe operária e dos trabalhadores de todos os países. Imperialismo que, nessa profunda crise em que está mergulhado, amplia todas as formas de dominação e exploração das classes dominadas na Galiza, no Brasil e em todo o mundo.
Estamos juntos também porque lutamos por uma nova sociedade, livre dessa exploração e dominação. Lutamos pela revolução proletária e pelo socialismo, objetivos que nos colocam na mesma trincheira de combate. Lutamos pela retomada da principal arma de luta de nossa classe, sua posição teórica e prática independente e revolucionária, e pela construção de seu principal instrumento de combate, o Partido do Proletariado.
Fronteiras e mares não nos separam nessa luta. Como já afirmamos aos camaradas galegos em 2017, somos um só povo, proletários de todo mundo, galegos e brasileiros, a construir juntos um novo futuro.

Viva o Dia da Pátria Galega!
Cem Flores
Brasil, 14 de julho de 2018

Coordinadora Simon Bolivar [VENEZUELA]
Boa tarde.

Recebam umha saudaçom revolucionária, bolivariana, patriota, latinoamericana, caribenha e anti-imperialista, da Pátria de Bolívar, de Freddy Parra, de Ilich Ramírez Sánchez, do Comandante “Elias” Baltazar Ojeda Negretti, e do Comandante Hugo Chávez, de parte dos irmaos e irmás camaradas todos, da Coordenadora Simón Bolívar.
Hoje 25 de julho de 2018 quando se celebra o Dia da Pátria Galega queremos parabenizar todo o povo, pola sua luita pola autodeterminaçom, a soberania, a Independência Nacional e o Socialismo, pola mobilizaçom do povo na rua reclamando o seu reconhecimento.
Numha data tam importante como esta, fazemo-nos presente para apoiar a sua causa, que é nossa e para dizer-lhe que os filhos e filhas de Bolívar somos consecuentes com a Solidariedade para com os povos que luitam pola sua libertaçom e a construçom de um mundo melhor e o Socialismo.

Juan Contreras
Coordenadora Simón Bolívar

A única luita que se perde é a que se abandona!
Só a luita nos fará livres!
Em Bolívar encontramo-nos todos!

Herritar Batasuna [PAÍS BASCO]
Dia da Pátria Galega
A Revoluçom é o únco caminho

Para Herritar Batasuna, é um motivo de orgulho poder assistir e participar no Dia da Pátria Galega, jornada de mobilizaçom pola libertaçom social e nacional do Povo Trabalhador Galego, pola República Socialista Galega independente, solidária com o resto das naçons trabalhadoras em luita.
Todas e todos devemos preparar-nos para derrotar e vencer a monarquia neofranquista, que por meio da Segunda Restauraçom tem prolongado por outros quarenta anos o domínio absoluto da oligarquia espanholista que nos anos 1934-1939 massacrou sem misericordia obreiros e camponeses para reinstaurar a sua ditadura de classe, sob a forma de um fascismo nacional-católico específico, o franquismo.
Esta oligarquia, que leva séculos oprimindo os povos trabalhadores do que foi o Impêrio Espanhol, ve cada vez más preocupada a crise e o fim do seu domínio. O chamado Regime de 78 está esgotado, por muito que todos os reformistas socialdemocratas, do PSOE até EHBildu, tentem escorá-lo com governos pretendidamente progressistas.
A revoluçom é o único caminho para conseguir a liberdade, é dizer, a independência, o socialismo e a destruçom do patriarcado para os Povos Trabalhadores galego, catalám, basco, andaluz, castelhano, canário e do resto de naçons do Estado espanhol e de todo o mundo.
Só a organizaçom, a formaçom e a luita em todos os frentes nos levará à vitória. Do País Basco trazemos-vos um abraço fraterno e a vontade de construir um frente comum de todos os povos trabalhadores do Estado espanhol para derrotar de umha vez por todas a oligarquia espanholista e iniciar o caminho da transiçom socialista face à sociedade sem classes, sem Estado e sem patriarcado.
A primeira etapa nesta dura luita será a Uniom de Repúblicas Socialistas, soberanas e solidárias.

Viva o Povo Trabalhador Galego!
Viva a República Socialista Galega!

Coordenadora Nacional de Herritar Batasuna

Iniciativa Comunista [ESTADO ESPANHOL]
Iniciativa Comunista saúda as companheiras e companheiros de Agora Galiza com motivo do 25 Julho, Dia da Pátria Galega.

Neste ano no que se completa o 40 aniversário da Constituiçom postfranquista de 1978, que supujo a culminaçom de um processo de pactos e renúncias por parte da esquerda reformista com os representantes do fascismo, exprimimos o nosso desejo de que as nossas organizaçons avancem na colaboraçom para conquistar um futuro sem exploraçom de classe e sem exploraçom patriarcal nem nacional.

Viva o internacionalismo proletário!
Viva a luita da classe operária!

Manifiesto Internacionalista de Compostela
Com a Revoluçom Galega

Neste 25 de Julho, Dia da Pátria Galega, o Manifesto Internacionalista de Compostela saúda a classe obreira galega na luita pola independência e o socialismo.
Com o Povo Trabalhador Galego defendemos o caráter irrenunciável do direito de autodeterminaçom. Apontamos a saída revolucionária para as aspiraçons nacionais e sociais e prepararmos o terreno para o embate com o regime de 78.
Frente a um cenário político de involuçom reacionária e frente ao retorno da espanholismo na sua versom mais cavernícola, plantamos-lhe cara sem medo e nom baixamos a guarda.
A soluçom nom passa por claudicar perante o reformismo espanholista senom por apostar agora mais que nunca nas repúblicas dos povos em chave socialista e popular.
Com a memória de Moncho Reboiras, do Piloto, de Henriqueta Outeiro e de toda a Galiza combatente, tomamos a sua força e o exemplo para seguir adiante.

Viva Galiza Ceive!
República Socialista Galega!

Manifesto Internacionalista de Compostela
24 de Julho de 2018

Movimiento Patriótico Manuel Rodríguez – MPMR [CHILE]

Caros companheiros:
Recebam as fraternais saudaçons dos Rodriguistas chilenos no Dia da Pátria Galega.
Os homens e as mulheres temos o dever de buscar a construçom dumha pátria mais justa, em independência e soberania.
O povo galego sofre a imposiçom invasora do Estado espanhol, como latinoamericanistas queremos transmitir a nossa solidariedade, desde este lugar do mundo que tem sofrido por séculos a invasom e intromisom imperial. Primeiro foi contra os nossos povos originários, onde os espanhóis banhárom de sangue a terra de Lautaro, Katari, de Juana Azurduy, mas posteriormente seguiu a luita de libertaçom, Bolívar, Sucre, Martí, Maceo e Sandino por
nomear alguns, e seguimos com Allende, Victor Jara. Temos umha história de luita contra o invasor que compartilhamos com o povo galego.
Hoje como ontem a luita continua, hoje o inimigo é mais difuso, trata-se de confundir com os bons, o inimigo disfarça-se de justo, quer-nos fazer acreditar que existe um colonialismo mais suave, que podemos viver no capitalismo mais humano.
Os Rodriguistas creemos que esta socialdemocracia é cúmplice da permanência da injustiça social, que só busca atrasar a derrota definitiva da opressom.
Neste dia saudamos-vos com especial carinho e emoçom, porque sabemos que a pesar da distância, temos irmaos que ao igual que nós, luitam por mudanças profundas e definitivas onde o ser humano será o centro.

Irmaos de Agora Galizia, recebam um sincero abraço.

Nación Andaluza [ANDALUZIA]
Nación Andaluza com o Povo Trabalhador Galego no seu dia nacional.

De Andaluzia, no 25 de Julho, DIa da Pátria Galega, queremos saudar o combativo Povo Trabalhador Galego no seu dia nacional.
Galiza, como Andaluzia, sofre umha tripla opressom; nacional, de classe e patriarcal. Para libertar-se desses três eixos de opressom, a classe obreira galega precisa de elementos revolucionários que sirvam como ferramentas de conscienciaçom, organizaçom e transformaçom.
Agora Galiza, como organizaçom irmá com a que compartilhmos espaços de trabalho internacional, reune o caráter ruturista, socialista, feminista e independentista que as necessidades históricas da Galiza e o seu Povo Trabalhador requirem.
Por isso, neste dia de luita e reivindicaçom nacional, social e feminista que é o Dia da Pátria Galega, encaminhamos o nosso apoio e solidariedade internacionalista com a causa da classe obreira galega.

Denantes mortas que escravas!
Viva Galiza ceive, socialista e feminista!

Partido Comunista Paraguayo [PARAGUAI]
Caros e caras camaradas,

Dirigimo-nos a vocês, e a todos os e as camaradas de Agora Galiza e a todo o povo da Pátria Galega aos efeitos de saudá-los no dia da Pátria Galega, reivindicando a sua palavra de ordem “Xaque ao Regime de 78. República Socialista Galega!”.
Som tempos difíceis e complexos que reclamam umha praxe arraigada no estudo e a aplicaçom dumha estratégia revolucionária que combine as singularidades dos nossos povos com os elementos comuns da luita de classes, e a necessidade de derrocar o modo de produçom capitalista.
Forjar e tomar o poder para construir juntas, juntos, a sociedade onde caibamos todas e todos com a garantia de que as nossas potencialidades podam desenvolver-se e enriquecer-se permanentemente, é o mais belo desafio que podemos assumir as mulheres e os homens que pretendemos um mundo que garanta a vida, o pam e a paz à que chegaremos construíndo o socialismo e a sociedade comunista.
A intençom do Partido Comunista Paraguaio é promover, estimular, afortalar a imperiosa necessidade de desenvolver a integraçom das luitas populares com umha crescente orientaçom revolucionária. É por isso, que manifestamos a nossa mais profunda solidariedade com a luita do povo irmao galego.
Os comunistas paraguaios e as comunistas paraguaias estamos orgulhosos e orgulhosas do independentismo revolucionário de Agora Galiza e de que o povo irmao da pátria galega se mantenha em pé de luita pola sua libertaçom nacional, levantando as bandeiras do socialismo e o feminismo revolucionários.

Asunción, 25 de julho de 2018
Comité Central

Plataforma Laboral e Popular [PORTUGAL]
Aos camaradas de Agora Galiza,

Calorosas e fraternas saudações revolucionários neste Dia da Pátria Galega. Já faz tempo desde que assumimos compromisso pelos objetivos que nos unem. Foi em Compostela, há exatamente um ano. Agora é boa oportunidade para reafirmar a validade da estratégia revolucionária. Em Compostela criámos uma plataforma para a rebelião popular. Uma plataforma que ponha as classes com potencial revolucionário à cabeça dos processos de libertação nacional e social, em confronto contra o inimigo. Mais uma vez, os recentes eventos na Catalunha demonstram à saciedade a necessidade deste trabalho e da caixa de ferramentas que o capacite. Na Catalunha vimos na locomotiva as classes que deveriam ir sentadinhas na última carruagem do comboio. Vimos constantes manobras de desanuviamento e distensão política que diluíram qualquer potencial de confronto. A burguesia e as classes intermédias apostaram tudo numa negociação que obviamente não podia existir. E eles sabiam disso. O inimigo não negoceia a sua própria existência.
A aprendizagem prática do processo dá-nos força para avançar.
Neste Dia da Pátria reafirmamos o nosso apoio ao projeto revolucionário, independentista, socialista e feminista galego. Une-nos a solidariedade da luta pelos direitos nacionais e sociais, a nossa comunidade de língua, a luta pela reintegração do galego e a revolução socialista.

Saibam que aqui em Portugal ninguém baixa a guarda!
Saibam que estaremos sempre convosco! Contem connosco!
Viva Galiza Ceive!

25 de julho de 2018, Plataforma Laboral e Popular

UnidadPopular Ecuador [EQUADOR]
Saudaçom ao Dia da Pátria Galega

A Unidade Popular que tem vindo acompanhando a luita do povo galego de há alguns anos atrás, solidário com a causa nacional galega, manifestamos a nossa saudaçom este 25 de Julho, Dia da Pátria Galega.
A luita polo socialismo tece a nossa irmandade, acreditamos firmemente na libertaçom e autodeterminaçom dos povos.
Desde a metade do Mundo, o Equador, livramos batalhas contra os falsos revolucionários, contra o capitalismo e os seus maquilhadores.
Os povos equatoriano e galego, temos como objetivo fazer a revoluçom socialista, é nessa linha que sempre contarám com o nosso respaldo.
Extendemos o nosso abraço fraternal e anticapitalista a todas as organizaçons sociais e populares da Galiza.

Geovanni Atarihuana
Diretor Nacional da Unidade Popular

Quito, 20 de julho de 2018

 

INTERVENÇOM DE CARLOS MORAIS NO ATO POLÍTICO DO DIA DA PÁTRIA

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INTERVENÇOM DE CARLOS MORAIS NO ATO POLÍTICO DO DIA DA PÁTRIA

(Divulgamos discurso do camarada Carlos Morais no ato político convocado por Agora Galiza neste 25 de Julho, na praça 8 de Março, de Compostela.)

* * *

Por segundo ano consecutivo tenho a honra de intervir no Dia da Pátria convocado por Agora Galiza. Vou ser breve, mas muito claro!

Agora Galiza é a expressom organizativa de umha corrente sociopolítica cujas origens emamam das três derrotas concatenadas, padecidas nas últimas décadas, pola classe obreira e o conjunto do povo trabalhador.

Somos o resultado de três reveses consecutivos de caráter catastrófico, sem os quais nom é possível compreendermos a atual fase de refluxo e carência de perspetivas de vitória, que define a luita de classes que se desenvolve no nosso país e a escala internacional.

Fase de retrocesso e desmobilizaçom, de desarme ideológico, de abandono do imaginário simbólico, de incapacidade política para construir ferramentas de combate e defesa.

Derrota perante o fascismo em 1936. Na Galiza, no fatídico verao de há agora exatamente 82 anos, venceu o golpe militar promovido pola oligarquia e a Igreja católica com apoio das democracias liberais europeias. A causa da derrota foi a inaniçom e timoratismo das autoridades pequeno-burguesas republicanas, negando-se armar o proletariado e campesinhado por temor a que tomasse o poder. Com a queda da cidade de Tui no sul-ocidente, e da Gudinha no sul-oriente, a 27 de julho de 1936 Franco apodera-se da nossa naçom, dando início ao holocausto que eliminou fisicamente, ou forçou ao exílio, o melhor da nosa classe e do nosso povo.

A capitulaçom do reformismo perante a maquilhagem do franquismo na segunda metade da década de setenta, legitimando a monarquia bourbónica como pedra angular do novo regime, foi a segunda derrota que permite explicar boa parte dos acontecimentos em curso.

A definitiva implosom em 1991 da Uniom Soviética e simultánea vitória do imperialismo a escala mundial, foi a terceira severa grande derrota.

O triunfo do capitalismo na sua forma neoliberal, e o mundo unipolar da guerra permanente contra os povos, as mulheres e a classe trabalhadora, acelerou e radicalizou a ofensiva da burguesia contra os direitos, as conquistas e as liberdades, atingidas pola classe obreira em décadas de suor, sangue e lágrimas.

Obviar os letais efeitos das três derrotas consecutivas só nos conduz à derrota final.

E a pesudoesquerda institucional, tanto a espanhola como a autótone, praticam autismo político, pretendem agir com essa irresponsabilidade da mal denominada “normalidade institucional”.

Aparentam desconhecer essa realidade paralela onde som adotadas as decisons que afetam todo o referente às nossas vidas: os conselhos de administraçom, os jantares em reservados de luxo, os clubes secretos, as salas de bandeiras dos quartéis, as embaixadas das potências.

Decisons, que em forma de decretos-lei e resoluçons, som imediatamente implementadas polas cloacas, tanto as institucionais, como as opacas e ocultas.

Nom nos estranha, pois só pretendem situar as suas elites nos limitados espaços de gestom que lhe concede o sistema.

Na esquerda revolucionária galega estamos plenamente conscientes que nas três derrotas mencionadas, e na prática legalista e sistémica da mal chamada esquerda política e social, radicam as causas que facilitam a involuçom política que vivemos.

Camaradas, companheiras e companheiros: o panorama, nom o podemos negar, é dessolador.

Negá-lo, subestimá-lo ou coloreá-lo, é contrarevolucionário! Só contribui para impossibilitar encontrarmos os caminhos que facilitem criar as condiçons subjetivas que permitam a reorganizaçom, reconstruçom e rearme político e ideológico, sem o qual nom é possível superarmos o estado de amorfismo e disgregaçom do povo trabalhador e empobrecido da Galiza.

Nom nos podemos resignar a vivermos como escravos, nem a que nos roubem o nosso futuro e o das geraçons vindouras!

Todo o contrário, temos o dever e a necessidade de promovermos umha açom teórico-prática de insubmissom, de inconformismo e de rebeldia! Que ninguém se confunda. Nom arriamos as bandeiras, nom procuramos acomodo nem nos aggiornamos!!

A teoria marxista que nos guia, sempre em relaçom dialética com a experiência da luita de classes a escala global, esse fio vermelho condutor do que devemos apreender, tem-nos ensinando que nom existem atalhos.

A saída e as alternativas à perda permanente de direitos e liberdades, nom se acha em urnas e aritméticas parlamentares, em referendos e movimentos transversais interclassistas e pacifistas, incapaces de quebrar com o supersticioso respeito com a lógica liberal.

A saída nom a vamos encontrar na gestom das instituiçons do inimigo.

Tampouco a vamos encontrar em articular anémicos e desnutridos espaços de convergência de todas as expressons da nova socialdemocracia, do eurocomunismo e das diversas metafísicas post, tampouco em agir de satélites do reformismo autótone, circunflexo e incapaz de superar o minimalismo acomplexado do soberanismo de fim de semana.

A conquista do futuro passa pola tomada do poder. E este só se logra empregando, utilizando, ensaiando as vias que conduzirom aos avanços e saltos qualitativos da humanidade explorada e oprimida ao longo da história. Nada temos que inventar. Só necessitamos manter o rumo, agir com criatividade e firmeza ideológica.

Seguir transmitindo que é viável reformar este regime, que é possível regenerá-lo e democratizá-lo, é o melhor favor que lhe podemos fazer à oligarquia criminal, à máfia burguesa e aos seus testaferros políticos.

Identificar e reduzir o inimigo à organizaçom criminal denominada PP, é simplesmente enganar o povo trabalhador.

Gerar expetativas entre a classe obreira no governo de Pedro Sánchez é umha monumental estafa.

Gerar ilusons no governo do PSOE é continuar receitando analgésicos que só paliam momentaneamente a dor, mas nom permitem a cura.

Nestes dous meses de governo postPP, o PSOE deixou bem claro que é umha das colunas medulares do postfranquismo. Mais alá da retórica, dos gestos, do estilo, é um governo ao serviço do Ibex 35, da UE do Capital, do FMI, e pregado ao imperialismo ianque.

Pedro Sánchez submeteu-se perante Trump, comprometendo-se aumentar os gastos militares!

Pedro Sánchez pregou-se perante a oligarquia nom publicando a lista da amnistia fiscal!

Pedro Sánchez pregou-se perante o filho do caçador de elefantes, impossibilitando investigar um segredo a vozes. A fortuna dos Bourbons é resultado da depredadora praxe comisionista do conhecido cliente de lupanares de luxo.

Que importa que o número de ricas no conselho de ministros seja maior que o número de ricos?

Que importa a orientaçom sexual do novo chefe do aparelho da repressom?

A realidade é que Borrell colocou de embaixadores toda a equipa do Ministério de Assuntos Exteriores do PP, e que o PSOE vai proseguir com a política chauvinista e supremacista que só procura a plena assimilaçom da Galiza e das naçons oprimidas, porque aqui radica a chave da exploraçom e dominaçom capitalista no Estado espanhol.

Mas nada do que está acontecendo surpreende a esquerda socialista, feminista e patriótica galega.

Eis polo que denunciamos o grave erro de ter anulado a greve geral que o sindicalismo galego tinha convocada para 19 de junho.

Eis polo que nom confiamos o mais mínimo, nem damos margem algum a um governo que só vai aumentar a resignaçom, desencanto e frustraçom, ingredientes imprescindíveis para agir de caldo de cultivo do fascismo.

Sim, camaradas, companheiras e companheiros, amigas e amigos, o plano B que maneja o bloco de classes dominante espanhol é umha involuiçom reacionária, umha saída autoritária do regime perante a sua falta de legitimidade e a multicrise que o carcome.

Um novo tipo de fascismo que assegure a unidade territorial do mercado chamado Espanha, e discipline com maior rigor a força de trabalho.

A bandeira e o imaginário do nacionalismo espanhol é elemento destacado desta estratégia em que a Coroa é o eixo central.

Eis polo que a disjuntiva PP ou PSOE é um engano!, eis polo que converger com alternativas socialdemocratas 2.0, ou com forças pseudosoberanistas bem instaladas nas prebendas do sistema, está descartado por Agora Galiza.
Nom temos cordom umbilical com ninguém nem estamos dispostos a ser satélites de ninguém.

Somos umha força socialista e independentista, umha força que leva impregando no seu ADN a emancipaçom da mulher, nom como moda nem como elemento decorativo.

Queremos derruvar o regime de 78, construir na Galiza umha sociedade socialista de mulheres e homens livres e emancipados, um país sem machismo nem patriarcado, solidário com todos os povos do mundo.

É isto só é possível luitando em todos os ámbitos. No plano ideológico, no político, no social, no cultural e no simbólico.

Confrontar, deslindar, organizar e acumular som os nossos eixos. Poderemos demorar anos ou décadas, mas estamos convencidos que este é o único caminho.

Quem com sinceridade e honestidade esteja disposto a construir um espaço de luita visado para dar xaque ao regime de 78, levantando umha muralha antifascista, nom para defender a democracia liberal burguesa e sim a alternativa da República Socialista Galega, sabe que estamos prontos para contribuir a dar-lhe forma e conteúdo.

A ameaça laranja, a viragem de extrema-direita do PP, os desacomplexados e descarados movimentos táticos do franquismo hegemónico no aparelho judicial, do falangismo que domina o relato dos meios de [des]informaçom burgueses, das forças repressivas, da administraçom, do exército, é umha realidade incontestável.

Olhar para o lado, como se nada passasse, é umha irresponsabilidade que já pagamos muito cara na década dos anos trinta e quarenta.

Neste Dia da Pátria de 2018, com a imprescindível solenidade que a causa require, mas com toda a modéstia e humildade revolucionária, apelamos para sentar as bases para levantar um bloco popular antifascista, dotado de um programa anticapitalista e anti-imperialista.

Até a vitória sempre!
Viva Galiza ceive!
Viva Galiza feminista!
Viva Galiza Socialista!
Viva a Revoluçom Galega!

INTERVENÇOM DE PAULO VILA NO ATO POLÍTICO DO DIA DA PÁTRIA

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INTERVENÇOM DE PAULO VILA NO ATO POLÍTICO DO DIA DA PÁTRIA

Divulgamos discurso do camarada Paulo Vila no ato político convocado por Agora Galiza neste 25 de Julho.

Um pracer ter a oportunidade de intervir de novo no ato político organizado por Agora Galiza no Dia da Pátria.

Desde a esquerda revolucionária galega articulada à volta de Agora Galiza, insistimos na necessidade de que tem que ser o povo trabalhador galego quem decida o seu futuro.

Deve ser o povo trabalhador qum dirija a luita pola independência nacional e a construçom da República Socialista Galega, como única alternativa a este Estado corruto que condena a inmensa maioria da populaçom à precariedade, miséria e exclusom.

O Estado espanhol -um Estado herdeiro do franquismo-, que mantivo a sua estrutura intata após a farsa da “transiçom”, nega de maneira sistemática os direitos mais básicos da maioria da populaçom, e protege a burguesia com a força da legislaçom e das armas, enquanto esta aumenta a sua riqueza a custa da nossa sobre-exploraçom.

O regime bourbónico aposta por umha deriva claramente reacionária por mor da profunda multicrise que padece. A continua repressom contra manifestantes, a impunidade da ultradereita, o discurso ultranacionalista espanhol presente em todas as forças do regime, ou as políticas de cortes em direitos e liberdades que se aplicam polo Governo do Estado espanhol -for do PP ou do PSOE-, que provocam desemprego, desesperaçom e pobreza, som umha mostra de todo isto.

As detençons e as montagens policiais contra aqueles que falam alto e claro som cada vez mais habituais.

Reclamamos o fim do encadeamento d@s militantes independentistas galeg@s, o fim das políticas terroristas de dispersom que provocam sofrimento nom só ao presos, também aos seus familiares, e exigimos a sua imediata posta em liberdade.

A juventude galega temos cada vez mais problemas para sair adiante tanto no ámbito laboral, académico ou incluso no ámbito pessoal.

Somos as vítimas prioritárias destas nefastas políticas, os cortes na educaçom, a reforma laboral e a brutal exploraçom, condena-nos a emigrar como alternativa para procurar um futuro minimamente digno.

A juventude devemos assumir responsabilidades no combate polos direitos que nos nega o capitalismo. É de máxima importáncia organizarmo-nos e mobilizar-nos para procurar alternativas a este sistema e assim poder melhorar as nossas vidas.

O terrorismo machista e a legislaçom patriarcal continua a ser um grave problema para as mulheres trabalhadoras. A impunidade com a que contam os violadores e maltratadores para cometer estes crimes nom seria tal se nom contassem com umha “justiça” patriarcal que consinte e absolve aos responsáveis.

Somado a isto, a legislaçom patriarcal provoca que as mulheres trabalhadores sofram dumha maneira mais clara a precariedade laboral, o desemprego, a pobreza e a exclusom social.

Companheiras e companheiros, nom podemos deixar-nos enganar polo fetichismo eleitoral, nem pola via institucional que promovem as forças reformistas e socialdemocratas. Estes partidos nom suponhem nengum perigo para o Estado já que nom estám dispostos a quebrar com o atual quadro jurídico-político do regime de 78.

A mudança nunca poderá chegar unicamente desde as instituçons burguesas, senom luitando nos centros de trabalho e nas ruas.

A alternativa nom está na reforma dum Estado que nom se pode democratizar, nem em sacar do governo ao PP ou ao PSOE, a saída está em derrubar o Estado na sua totalidade.

Camaradas, devemos ir a raíz do problema, e luitar polo cumprimentos dos nossos objetivos.

De Agora Galiza apostamos pola unidade do conjunto do povo trabalhador galego na luita por quebrar o quadro político e económico, reclamar a nossa independência nacional, para criar umha nova Galiza, soberana e justa.

Devemos por fim dumha vez aos modelos antipopulares e fracassados, como o autonómico atualmente vigorante, que legitimam e permitem a opressom e contínuo saqueio por parte do Estado espanhol.

Queremos derrubar o regime de 78 e construír umha República socialista onde os homens e as mulheres sejamos livres, um país onde exista igualdade real, sem machismo nem patriarcado, um país que seja solidário com todos os povos do mundo.

A rebeliom popular é o caminho!

Abaixo o regime de 78!

Viva Galiza ceive, feminista e socialista!

AGORA GALIZA RECLAMOU RUTURA DO REGIME DE 78 E UM BLOCO POPULAR ANTIFASCISTA

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(ATO DIA DA PATRIA) AGORA GALIZA RECLAMOU RUTURA DO REGIME DE 78 E UM BLOCO POPULAR ANTIFASCISTA

Por segundo ano consecutivo a esquerda revolucionária galega comemorou o Dia da Pátria com umha concentraçom-ato político realizado na praça 8 de marco de Compostela, Frente à processom do autonomismo, e as diversas “competências” da esquerda pseudoruturista, Agora Galiza defendeu a alternativa revolucionária do independentismo socialista e feminista galego.
No ato fôrom divulgadas as saudaçons recebidas de forças e partidos amigos de Andaluzia, Brasil, Chile, Equador, Estado espanhol, País Basco, Paraguai, Portugal, da República Dominicana e da Venezuela, assim como do MIC [Manifesto Internacionalista de Compostela].

No ato fôrom divulgadas as saudaçons recebidas de forças e partidos amigos de Andaluzia, Brasil, Chile, Equador, Estado espanhol, País Basco, Paraguai, Portugal, da República Dominicana e da Venezuela, assim como do MIC [Manifesto Internacionalista de Compostela].


O ato político foi aberto por Paulo Vila quem defendeu frentre o eleitoralismo e parlamentariamo, a estratégia de luita obreira e popular, dirigida pola classe trabalhadora galega como a única via para conquistar o futuro.


O encerramento do ato correspondeu a Carlos Morais, quem analisou as causas da situaçom de desfeita do movimento popular galego, e manifestou que frente à deriva reacionária do regime é necessário levantar um bloco popular antifascista.


Com a queima de umha figura tamanho natural de Felipe VI, finalizou o ato organizado promovido por Agora Galiza.


Posteriormente tivo lugar no parque de Bonaval um jantar de confraternizaçom.

(video da queima da figura do Felipe VI)

[VÍDEO]25 de Julho, Dia da Pátria Xaque ao regime de 78.República Socialista Galega!

Publicada por Agora Galiza en Miércoles, 25 de julio de 2018

Comunicado nº 95: 1936-2018, nem esquecemos nem perdoamos! Esmaguemos o fascismo

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1936-2018, nem esquecemos nem perdoamos!

Esmaguemos o fascismo

Passárom 82 anos, mas as consequências do golpe de Estado fascista executado polo exército, e apoiado pola bloco oligárquico conformado pola burguesia industrial, financieira e terratenente, a aristocracia e a hierarquia católica, continuam pleamente vigentes na sociedade galega de 2018.

Na Galiza atual continuam governando os netos dos que promovérom o holocausto iniciado no verao de 1936, os que matárom perto de 10 mil compatriotas, os que violárom milhares de mulheres, vejárom e torturárom com sanha todo aquele que nom comungasse com o projeto totalitário franquista, incautárom bens para o seu enriquecimento pessoal, forçárom o exílio do melhor do nosso povo e da nossa classe, prendérom e encadeárom dezenas de milhares de trabalhadoras e trabalhadores inçando o país de prisons e campos de concentraçom, os que destruírom as tímidas conquistas, direitos e liberdades, os que sementárom fame, doenças, dor e emigraçom, os que provocárom um retrocesso de décadas no desenvolvimento económico e social do nosso país.

Na Galiza de 2018 continuam governando os mesmos que com sangue, balas, masmorras, óleo de ricino, incautaçom e repressom, cerceárom o processo de auto-organizaçom social e política do povo trabalhador galego.

Hoje, mutados em “democratas” de toda a vida, presentes em todos os partidos sistémicos do regime postfranquista, defendem a perpetuaçom dos idênticos interesses económicos que provocárom a guerra de classes de 1936-1939, que na Galiza foi umha autêntica guerra de extermínio, um genocídio.

A pedra angular do regime continuador de 18 de julho de 1936 é a monarquia bourbónica imposta por Franco em 1969. Primeiro na figura do neto do rei expulso polas massas em abril de 1931, e atualmente o filho do caçador de elefantes e multimilionário a custa da sua atividade criminal.

A absoluta impunidade da prática delitiva da família real espanhola é a metáfora mais nítida da ilegitimidade do atual regime, mas também da impossibilidade de transformá-lo empregando as cartas trucadas do cretinismo parlamentar e a conciliaçom institucional, inerente à pseudoesquerda hegemónica no movimento popular.

A cultura política falangista impregna a prática totalidade das forças com representaçom parlamentar de caráter estatal, na sua defesa intransigente do chauvinismo e supremacismo espanhol e o feroz combate ao direito de autodeterminaçom dos povos.

No 82 aniversário da infame vitória do terrorismo fascista, a esquerda revolucionária galega quer homenagear o povo trabalhador galego que nas cidades, aldeias e montanhas, desde os primeiros dias resistiu com as armas na mao o golpe, e que posteriormente, na luita clandestina em fábricas, campos e centros de trabalho, em combinaçom com a forma de luita guerrilheira, combateu sem trégua o fascismo.

Quem a partir da década de sessenta do século XX sentou as bases da reorganizaçom operária, nacional e popular, quem até a atualidade mantém ao vento que a luita é o único caminho, quem nom se deixa arrastar polas políticas conciliadoras e pactistas com os responsáveis da perpetuaçom do ilegítimo Reino de Espanha.

Agora Galiza nom pode deixar de homenagear quem desde o exílio mantivo incólume a dignidade e legitimidade da Naçom Galega durante décadas, sem capitular nem arriar bandeiras, sem conciliar com o inimigo.

Todas elas, todos eles, som exemplos heróicos e inexcusáveis referentes da luita pola Revoluçom Galega.

Hoje, quando a involuiçom reacionária avança no Estado espanhol, e o fascismo revive em média Europa, a luita antifascista de orientaçom anticapitalista e socialista recupera plena vigência e atualidade.

Xaque ao regime de 78!

República Socialista Galega!

Direçom Nacional de Agora Galiza

Na Pátria, 16 de julho de 2018

Comunicado 25J 2018: XAQUE AO REGIME DE 78. República Socialista Galega!

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XAQUE AO REGIME DE 78

República Socialista Galega!

A monarquia bourbónica é a pedra angular do atual regime espanhol. A monarquia foi imposta por Franco em 1969 para perpetuar a legitimidade da “legalidade” imposta pola vitória militar do fascismo em abril de 1939.

A monarquia foi posteriormente legitimada polos partidos sistémicos no ignominioso pacto da denominada “transiçom”, que maquilha entre 1975-1982 o quadro jurídico-político do totalitarismo franquista.

A chamada “reforma política espanhola” nom foi legitimada polo povo trabalhador galego, que nom ratificou nem a constituiçom de 1978 nem posteriormente o Estatuto de Autonomia de 1981 que perpetua a nossa dependência nacional.

Na reforma promovida polo bloco de classes oligárquico foi blindada a acumulaçom de Capital atingida no saqueio dos “40 anos de paz”, assim como a unidade territorial “indivisível” do Estado espanhol.

Umha modificaçom legislativa em muitos casos meramente superficial e epidérmica, ratificou a metamorfose do franquismo, nesta “democracia” burguesa tutelada polos mesmos poderes fácticos que promovérom, apoiárom e se beneficiárom do regime fascista: a burguesia industrial, financieira e terratenente, a Igreja católica, a casta militar e a aristocracia parasita.

Para blindá-la, nom só impugérom a atual Constituiçom e umha tímida descentralizaçom administrativa que nega o direito de autodeterminaçom dos povos, também aprovárom a lei de amnistia em outubro de 1977 [autêntica lei de ponto final] dotando de imunidade e impunidade todos os responsáveis de quatro décadas de crimes e delitos: roubos e incautaçom ilegal de propiedades individuais e coletivas, assassinatos, desapariçons, torturas, violaçom sistemática dos direitos humanos, etc.

Para poder lográ-lo contárom com a cumplicidade dos principais partidos da “esquerda” reformista [PSOE e PCE] e da burguesia basca e catalana [PNB e CiU].

Porém,o atual regime emanado do franquismo padece umha profunda multicrise no ámbito institucional, político e económico, que pretende ser superada mediante umha nova involuçom reacionária similar à imposta com o autogolpe de estado de 1981.

A Coroa é a chave do processo em curso que pretende impor umha nova recentralizaçom que derrote as reivindicaçons nacionais da Galiza e do resto de povos oprimidos, e domesticar a classe trabalhadora com um conjunto de medidas excecionais visadas para discipliná-la e anulá-la como sujeito histórico.

O discurso chauvinista que empapa o relato dos principais partidos sistémicos [PP, PSOE, Podemos/IU e Cs] contribui para desviar a atençom dos problemas reais e ocultar as causas e responsáveis da depauperaçom de amplos setores populares, o saqueio do fundo de pensons, e a preparaçom de um clima de desmobilizaçom social que permita implementar sem grandes resistências as novas reformas laborais e cortes em direitos e liberdades que reclama o Ibex 35, o FMI e a UE.

A corruçom geralizada que carateriza a elite de bandidos e criminais que nos governa alimenta o populismo reacionário, a repressom contra toda forma de disidência, geram o clima de involuçom política e social da antesala do fascismo.

Perante este cenário, a “normalidade democrática” com a que agem as forças da “esquerda” institucional [Mareas, BNG, Podemos/IU] só contribui para reforçar o regime de 78.

Mais alá da pura retórica sem praxe coerente, estas forças nom pretendem nem procuram tombar o regime de 78. Alimenta esse ilusionismo de que é factível reformar e regenerar o sistema mediante maiorias aritméticas eleitorais nas instituiçons burguesas.

A teimuda realidade constata e verifica que é intrascendente que PP ou PSOE, com ou sem os seus aliados, se responsabilicem de gerir o regime de 78.

Nom se trata de sacar o PP do governo para substituí-lo polo PSOE e aliados, sem tombarmos o regime de 78 todo seguirá sem variaçons substanciais e modificaçons tangíveis.

Perante este cenário tam adverso,é imprescindível avançar na reconstruçom da esquerda revolucionária galega.

Perante este cenário tam preocupante, é fundamental levantar um muro antifascista de inequívoco componente anticapitalista e socialista, nom para defender a “democracia ameaçada”, e sim para vertebrarmos umha alternativa revolucionária frente a esta ditadura burguesa em deriva autoritária capitaneada pola monarquia bourbónica.

Eis polo que Agora Galiza, sob a legenda XAQUE AO REGIME DE 78. República Socialista Galega!, convocamos vindouro 25 de Julho, no Dia da Pátria umha concentraçom e ato político.

Será às 13 horas na praça 8 de Março de Compostela.

Direçom Nacional de Agora Galiza

Na Pátria, 2 de julho de 2018

Comunicado nº 92. Moçom de censura contra M ponto Rajói: manobra de distraçom sem percorrido transformador

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Comunicado nº 92

Moçom de censura contra M ponto Rajói: manobra de distraçom sem percorrido transformador

A anunciada moçom de censura contra o governo de M. Ponto Rajói, promovida polo PSOE, só facilitará a recomposiçom do regime.

O apoio anunciado por Podemos, e polos grupos parlamentares das organizaçons nacionais da Catalunha e do País Basco, asseguram o possível sucesso aritmético da iniciativa.

Porém, esta operaçom pretende gerar umha nova falsa ilusom entre a classe trabalhadora e o conjunto das camadas populares empobrecidas polas políticas ultraliberais do PP.

A alternáncia política da pseudemocracia bourbónica serve para reforçar o corrupto e criminal regime postfranquista, mas carece de percorrido algum para adotar as mais básicas medidas visadas para a sua transformaçom.

O novo governo carecerá de capacidade e vontade política, porque nom passará de aplicar simples retoques cosméticos que aparentarám mudanças para que todo continue igual.

O PSOE de Pedro Sánchez, Susana Díaz e Abel Caballero, é o mesmo partido que aprovou a reforma laboral contra o conjunto do povo trabalhador, que iniciou a privatizaçom da sanidade e da educaçom, que facilitou os cortes na proteçom social e a perda de poder aquisitivo das pensons, que apoia o artigo 155 que tem intervido o autogoverno catalám. O PSOE é um partido profundamente chauvinista espanhol e portanto negador do direito de autodeterminaçom da Galiza, que mais alá da retórica está cómodo com a lei mordaça, a criminalizaçom do movimento popular, os diktados macroeconómicos de Bruxelas e do FMI, as intervençons imperialistas da NATO.

PSOE é um partido do regime, submisso ao Ibex 35, incapacitado para promover nem a mais elementar “regeneraçom democrática”.

Para assegurar o sucesso da moçom de censura já tem garantido os apoios de Podemos, ERC, PdCat e Compromís, e deve optar ou bem polos 5 votos do PNB, ou bem polos 2 de Bildu e o voto de Coaliçom Canária e Nueva Canarias, até atingir os 176.

Mas isto é intrascendente para os interesses da classe obreira, das mulheres trabalhadoras e da naçom galega. É simples política espectáculo para anestesiar a luita e deslocar o conflito das ruas.

Agora Galiza tem claro que esta operaçom novamente pretende continuar a adormecer o povo trabalhador, susbtituíndo a sua imensa capacidade de luita por umha saída “palaciana”, que procura recompor o agravamento da crise de legitimidade do regime perante as continuas detençons e condenas de dirigentes do PP polas suas práticas mafiosas e criminais.

Que nom nos enganem pretendendo fazer-nos acreditar que o problema é o PP, para assim proteger e salvar o regime de 78 e a sua monarquia ilegítima.

A profunda crise do postfranquismo carece de saída institucional. O plano estratégico da oligarquia contempla no seu horizonte imediato seguir aprofundando na viragem reacionária e autoritária.

A moçom de censura só servirá para ganhar tempo e adiar que o neofalangismo laranja ganhe as eleiçons, e portanto se imponha em Madrid um governo de indiscutível caráter ultrareacionário.

Porque a incapacidade e vontade para resolver a grave situaçom que atravesa o povo trabalhador no quadro do capitalismo, os compromissos do PSOE e em menor medida de Podemos com a “unidade indivisível” do espaço de acumulaçom e expansom de capital denominado Espanha, som foguetes sem pólvora, carregados de falsas expetativas que só provocarám mais deceçom e frustraçom, o caldo de cultivo perfeito para o crescimento de C´s.

Agora Galiza considera que só a luita de massas do povo trabalhador organizado, unido e movimentado sob um programa anticapitalista, feminista e de libertaçom nacional, poderá despreender-se da oligarquia e do seu regime.

A greve geral convocada pola CIG para vindouo 19 de junho é umha magnífica ocasiom para ensaiar a rebeliom obreira e popular que tombe o regime, abra um processo constituínte e instaure um governo obreiro e popular, patriótico e feminista.

Achamo-nos numha situaçom alarmante, no preámbuilo de um fascismo de novo cunho. É a alternativa nom som falsas unidades em defesa dos “direitos democráticos ameaçados”, e sim unidade de açom antifascista sob um programa revolucionário anticapitalista e socialista.

Direçom Nacional de Agora Galiza

Na Pátria, 25 de maio de 2018

Comunicado nº 89 de Agora Galiza: 17 de Maio, Dia das Letras. Na Galiza SÓ em galego

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17 de Maio, Dia das Letras

Na Galiza SÓ em galego

O período compreendido entre 17 de Maio de 2017 e 2018 caraterizou-se polo agravamento das tendências assimilacionistas espanholas. A perda de galego-falantes -com destaque nas franxas etárias mais jovens-, e a quebra da transmissom intergeracional do idioma, é umha dramática realidade da língua própria da Galiza, o GALEGO.

A estratégia normalizadora promovida nas últimas quatro décadas polo movimento em defesa do galego nom tem atingido nengum dos objetivos marcados. Ano após ano retrocede o uso do idioma entre o nosso povo e o espanhol abafa-o todo.

Todos os acordos “normativos” e “ortográficos” assinados polas forças do nacionalismo galego com os inimigos da Pátria, e portanto da nossa única língua, nom só nom tenhem invertido o processo desgaleguizador, tenhem sido negativos para avançar na recuperaçom de falantes e utentes, para ganharmos espaços e alterarmos a estratégia desnacionalizadora que leva séculos promovendo o imperialismo espanhol.

A esquerda independentista galega leva denunciando incansavelmente que som basicamente duas as razons do fracasso das entidades “normalizadoras”.

Umha prática de isolacionismo linguístico que evita a confluência com o tronco comum, com o resto dos países do mundo que usam o galego-português. A negaçom da premissa de que somos um idioma internacional, que nom somos umha língua que só se emprega dentro das fronteiras da Galiza, conduze-nos inevitavelmente à derrota.

O reintegracionismo é a única possibilidade de evitarmos a hibridaçom a que o nosso idioma está submetido polo espanhol. O reintegracionismo é a única hipótese de alargar o número de falantes, de recuperar o seu uso, de prestigiar o galego, de depurá-lo da crioulizaçom que padecemos a comunidade galego-falante pola contaminaçom léxica, fonética, morfosintática do espanhol.

A segunda causa som os complexos e timoratismos das forças políticas maioritárias de direçom galega, instaladas na simples reclamaçom teórica do direito de autodeterminaçom e na contraditória indecisom à hora defender com firmeza e factos constatáveis a soberania e independência nacional da Galiza.

O futuro do galego está indisoluvelmente ligado à conquista deum Estado galego plenamente independente e soberano.

Mas no seio do movimento normalizador aparecem novas ameaças. O reintegracionismo de vocaçom pinheirista e lóxica liberal, instalado no folclorismo ridiculista e na defesa do padrom de Lisboa, portanto contrário à forma autótone do galego reintegrado, vem de dar mais um erróneo passo.

A defesa do binormativismo que promove a direçom da AGAL, quer dizer,a procura da convivência entre o galego isolacionista e o português, evita deliberadamente abordar o cerne da ameaça em curso, a hegemonia do espanhol como arma de destruiçom maciça do idioma que nos define como povo e naçom.

O galego como parte do tronco comum galego-português possui umha norma própria, patriótica, que devemos conservar como sinal medular da nossa idiossincrasia nacional. Renunciar a ela é claudicar e facilitar o processo de espanholizaçom.

A pequena-burguesia empoleirada no que até há bem pouco era a academia galega reintegracionista, age em base aos mesquinhos interesses mercantis, seguindo as lógicas neoliberais e post, desagregando a luita pola normalizaçom do galego da opressom nacional da Galiza.

Claro que lograrám o aplauso, colaboraçom e prémio das forças espanholizadoras. Nom existem razons para que o PP e Feijó se oponham ao português na Galiza como língua opcional estrangeira no ensino, ou à difusom das TV portuguesas, pois nom questiona a hegemonia do espanhol e distrai a defesa do galego como idioma próprio da Galiza.

Agora Galiza, como organizaçom reintegracionista que segue a tradiçom e legado da esquerda independentista galega que nunca contemporizou nem colaborou com os inimigos do galego e da Galiza, nom se vai somar a nengumha nova manobra de confusom.

Nom vamos aplaudir iniciativas estéreis e absurdas nem participar em entroidadas que nada contribuem para normalizar e defender o idioma de Mendinho, Rosalia de Castro, Jorge Amado, Bento da Cruz, Luisa Vilalta e Mia Couto .

Estamos plenamente conscientes que até que as forças agrupadas à volta da entidade convocante da manifestaçom deste 17 de Maio nom abandonem a estratégia de procurar acordos institucionais que sabem vam ser incumpridos polas hipócritas forças espanholistas [PP, PSOE, C´s, Podemos, IU], caminharemos inexoravelmente face o nosso suicídio como povo com cultura e língua milenária.

Só um amplo movimento popular de base em todos os ámbitos e espaço sociais, fundamentado na defesa intransigente do monolinguísmo social e o reintegracionismo lingüístico, visado para a conquista da nossa plena emancipaçom nacional, logrará evitarmos o que Espanha e a UE tenhem traçado para aniquilar a língua e cultura do país dos dez mil castros e dos mil rios.

Direçom Nacional de Agora Galiza

Na Pátria, 11 de maio de 2018

1º de Maio, Dia do Internacionalismo Proletário. Classe Obreira em Pé!

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Publicamos editorial do Rebeliom Popular n°4.

1º de Maio, Dia do Internacionalismo Proletário

Classe Obreira em Pé!

O êxito eleitoral do novo reformismo tem contribuído para a desmobilizaçom popular. As ruas, as empresas e os centros de trabalho, voltárom a ficar em silêncio. A conflituosidade em ascenso da altura deu passo à pax social das promessas, declaraçons para a galeria sem percurso algum.

As grandes manifestaçons da mudança de década, estavam fraguando umha nova geraçom militante na luita de classes, movimentado amplos setores sociais na defesa dos direitos e conquistas atingidas, incrementando o nível de consciência socialmente compartilhado. O lento, mas tangível processo de radicalizaçom popular às políticas neoliberais do governo de Zapatero primeiro, e posteriormente de Rajói, foi substituido polo inofensivo parlamentarismo e os debates televisivos de sensacionalismo banal.

Porque o relato da “nova política” é um simples déjà vu, que sintetiza o mais adulterado discurso da socialdemocracia, fundido com as metafísicas modas imperantes post daquelas correntes de fachada esquerdista que negam os princípios medulares da causa obreira.

A classe trabalhadora como sujeito da transformaçom foi substituída polo inócuo e asséptico “cidadanismo” que nega a contradiçom antagónica entre proletariado/classe obreira/povo trabalhador e burguesia.

A organizaçom classista em espaços genuinamente operários e populares, foi substituída por falsas “unidades populares” que aglutinam as diversas fraçons das camadas intermédias e os aparelhos burocráticos desses microespaços políticos.

A estratégia a longo prazo de luita e confrontaçom com o inimigo, apoiada numha rede de estruturas que combinem o seu caráter aberto e de massas, com a existência de um partido revolucionário de vanguarda, foi substituída polo ilusionismo eleitoral que alimenta o imediatismo e a falsa normalidade democrática.

Porque embora tentem aparentar ser qualitativamente diferentes, tanto a nova política como o tradicional reformismo coincidem no essencial. Para ambos a mobilizaçom social é um mero recurso inserido numha estratégia de simples competência eleitoral que possibilite aceder à gestom das instituiçons burguesas e espanholas, para que as suas elites implementem umhas mornas políticas que remendem e paliem aquelas aristas mais agressivas do capitalismo. Simples alternáncia política sem questionar o quadro jurídico-político. Estratégia que só consolida a dominaçom e afasta a alternativa de ruptura com o regime de 78.

As consequências desta tendência tenhem sido nefastas para o povo trabalhador galego e para o projeto de libertaçom nacional da Galiza.

Debilidade do movimento operário

A crise do capitalismo senil, fundida com a multicrise do Estado espanhol, nom tem sido aproveitada como umha magnífica oportunidade polas organizaçons revolucionárias para alargarmos a nossa base de apoio, para crescer e desputarmos aos reformismos influência e hegemonias.

Mais bem todo o contrário, a crise tem golpeado a esquerda revolucionária galega, provocando o seu retrocesso até o residualismo atual. Negá-lo ou maquilhá-lo nom vai contribuir para a nossa recomposiçom e o processo de reconstruçom.

Somos conscientes que na Galiza de 2018 nom existe umha alternativa política anticapitalista de classe com capacidade de intervençom. Mas para avançar com êxito neste objetivo estratégico, cumpre evitar reproduzirmos alguns dos erros da nossa génesse há vinte anos, responsáveis pola posterior implosom.

Sabemos que nom existem atalhos, nem fórmulas mágicas. Devemos sermos um projeto genuinamente de classe, crescer entre o proletariado, as mulheres e a juventude operária e popular. Só alimentando-nos de classe operária, recrutando povo trabalhador para as nossas fileiras, estaremos em condiçons para evitarmos ser devorados polo vírus das políticas conciliadoras e pactistas que historicamente acompanham o desenvolvimento e intervençom do movimento obreiro.

Tarefas imediatas

Neste 1º de Maio temos que reafirmar sem complexos os princípios fundacionais do marxismo na aposta pola luita operária e popular como espaço prioritário de acumulaçom de forças, na alternativa socialista frente ao caos capitalista, na defesa intransigente do direito de autodeterminaçom.

Sem conquistarmos a República Galega, sem abandonarmos o Estado imperialista espanhol, sem um coerente feminismo de classe frente o poder patriarcal, nom é possível emancipar-nos, libertar-nos, sentar as bases para edificar umha nova sociedade.

Só a classe operária pode salvar-se a sim mesma. Organizada em forças políticas e sindicatos de classe. A nossa independência frente os difusos espaços interclassistas é umha necessidade indiscutível, umha reivindicaçom inegociável. Nom podemos delegar na pequena-burguesia “progressista”, nem nas suas castas burocráticas que levam décadas esterilizando o movimento popular galego em troques de perpetuar os seus privilégios.

Confrontar e deslindar com a “velha” e a “nova política” reformista é imprescindível para abrir caminho. A persistência e os princípios som as nossas melhores armas para inverter a resignaçom, o derrotismo e o marasmo da classe operária.

Até a vitória sempre!

Comunicado nº 85: AGORA GALIZA MANIFESTA O SEU TOTAL APOIO AO POVO SÍRIO E AO GOVERNO LEGÍTIMO E ANTI-IMPERIALISTA DE BASHAR AL-ASSAD

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AGORA GALIZA MANIFESTA O SEU TOTAL APOIO AO POVO SÍRIO E AO GOVERNO LEGÍTIMO E ANTI-IMPERIALISTA DE BASHAR AL-ASSAD

Nestes 7 anos de guerra na Síria as forças imperialistas, encabeçada polos USA, comprovárom como todos os seus planos para tombar o governo de Bashar Al Assad fracassárom. As eficazes operaçons militares efetuadas polo Exército Árabe Sirio, em colaboraçom com os seus aliados Rússia, Irám e Hezbollah, libertárom os territórios controlados polos “rebeldes moderados” -chamados assim polos meios de desinformaçom capitalistas-, que em realidade som grupos terroristas radicais islamistas próximis a Alqaeda e ao wahabismo saudi e qatari.

Após a tentativa de financiar os terroristas (Exército Livre Sírio, Al-Nusra, DAESH) para desestabilizar o país, o imperialismo optou por implementar umha brutal campanha de manipulaçom contra o governo de Al-Assad, umha campanha que embora fosse promovida no início do conflito, incrementou-se ao ver como o Governo sírio ganhava a guerra.

Há várias semanas o exército sírio junto aos seus aliados lançam umha operaçom militar para libertar a Ghouta Oriental, onde milhares de sírios e sírias levavam anos sequestradas polos terroristas. No transcurso da operaçom militar a inteligência russa e síria alertavam de que os terroristas preparavan un ataque químico para acusar Damasco de ser o responsável, e de que se tratava dumha manobra mais para legitimar umha invassom militar no país.

Os“Capazetes Brancos”, conhecidos também coma Proteçom Civil Síria e que atuam nas zonas controladas polos grupos “rebeldes” afíns a AlQaeda, anunciavam 8 de abril um suposto ataque químico na zona de Douma muito perto de Ghouta. Nesse momento ativou-se umha brutal campanha de histéria mediática nos meios de desinformaçom capitalistas na que começárom a difundir o comunicado dos Capacetes Brancos sem contrastá-lo.

O embaixador sírio na ONU, Bashar Jaafari, desmentiu o suposto ataque químico e afirmou que nom existe nengumha prova de que as tropas de Assad atacáram o seu povo com armas químicas, senom que se trata dumha falsa acusaçom para que os USA invadissem o país árabe. Nom tém nengum sentido que as tropas de Al Assad ataquem a sua populaçom com armas químicas após libertar esses territórios do controlo dos terroristas.

Assim mesmo o embaixador assegura que o ataque efetuado 14 de abril polas tropas dos USA, Reino Unido e a França foi em vingança pola derrota dos terroristas em Ghout. Também assegurou que esta agressom imperialista foi “umha mensagem dirigida aos terroristas para animá-los a que estes armacenem e utilizem armas químicas no futuro”.

Este suposto ataque químico por parte de Al-Assad lembra-nos as armas de destruçom maciça no Iraque que nunca aparecérom. Ao igual que aconteceu com o Iraque trata-se dumha falsa justificaçom para invadir, saquear e arrasar a Síria por parte do imperialismo.

A Síria nom será outro Iraque, nem outro Afeganistám!

Toda a nossa solidariedade com o povo sírio e com o governo de Al-Assad!

A Síria vencerá!

Direçom Nacional de Agora Galiza

Na Pátria, 15 de abril de 2018