[Comunicado nº 120] Nom nos deixemos enganar nem manipular! A JORNADA MUNDIAL DE 27-S EM DEFESA DO CLIMA, É UMHA FARSA!

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Nom nos deixemos enganar nem manipular!

A JORNADA MUNDIAL DE 27-S EM DEFESA DO CLIMA, É UMHA FARSA!

A ilimitada voracidade do capitalismo na sua fase senil, está conducindo irreversivelmente à destruiçom planetária. A visom curto-prazista da burguesia de obter o máximo lucro a toda custa, também assume como efeito colateral a destruiçom da vida.

A crise climática que a esquerda revolucionária socialista/comunista, os movimentos ecologistas e a comunidade científica, levamos anos denunciando, já é umha realidade tangível. Embora ainda sigam existindo vozes destacadas instaladas no negacionismo, ano após ano constatamos as consequências letais sobre a vida, provocadas por um modo de produçom baseado no ganho mediante a exploraçom da classe trabalhadora e da natureza.

Esta agressom capitalista já foi analisada por Marx no “Capital” [1867] quando denunciava que “Todo progreso da agricultura capitalista nom é só um progresso na arte de reduzir ao obreiro, senom à vez na arte de esquilmar o solo; todo avanço no acrescentamento da fertilidade de um periodo dado, é um avanço no esgotamento das fontes duradeiras dessa fertilidade. A produçom capitalista, por conseguinte, nom desenvolve a técnica e a combinaçom do processo social de produçom senom socavando, ao mesmo tempo, os dous mananciais de toda riqueza: a terra e o trabalhador”.

Cada vez existe umha maior consciência popular sobre a gravísima situaçom meio-ambiental.

Perante a impossibilidade de ocultá-la a burguesia opta por implementar diversas estratégicas, todas elas visadas para impossibilitar, neutralizar ou atrasar a configuraçom de um amplo movimento popular que identifique capitalismo com destruiçom da vida.

1- As cimeiras e conferências internacionais promovidas pola ONU fracassam umha após outra, polos vetos e negativas das principais potências imperialistas em implementar medidas tendentes a reduzir a contaminaçom e iniciar mudanças estruturais no consumo e na produçom.

2- Umha legiom de ONG´s, promovidas e financiadas por multinacionais com discurso verde, pretendem fazer-nos acreditar que é possível combater a desflorestaçom ou contribuir a salvar o planeta, mediante a reciclagem individual, a reduçom do consumo energético, sem alterarmos os interesses da indústria e das multinacionais agro-gandeiras, sem mudarmos a divisom internacional do Trabalho que procura um Ocidente descontaminado a custa de sobre-explorar e destruir o Terceiro Mundo.

3- Promovendo mobilizaçons em defesa do clima e da natureza que nom questionam o capitalismo, centradas na forma de consumir, nunca na de produzir. Basicamente reivindicam mudanças cosméticas, inofensivas para o Capital, fazendo corrsponsável ao povo trabalhador da catástrofe à qual nos conduz o capitalismo.

A convocatória do dia 27 de setembro de umha greve mundial em defesa do clima, aparentemente é umha bem intencionada iniciativa espontánea fomentada por umha adolescente sueca. Mas está promovida polos responsáveis da destruiçom do planeta.

27-S, seguindo os Friday for future, tam só é umha manobra de distraçom para evitar/atrasar a configuraçom de um verdadeiro movimento que questione a catástrofe ecológica a que nos está conduzindo o capitalismo. Greta Thunberg é umha marioneta das trasnacionais, que a patrocinam e financiam.

A convocatória está sendo divulgada polos meios de comunicaçom sistémicos. E conta com o apoio de importantes lobbies capitalistas vinculados a multinacionais mineiras, agro-gandeiras, de fracking, e a grandes empresas que dia a dia destroem a terra, contaminam a água e envenenam o ar.

Nom som os campesinhos, nem os indígenas expulsos das suas terras, nem as povoaçons deslocadas pola indústria energético-mineira e agro-gandeira, quem promovem esta falsa jornada de “luita”, quem convocam o protesto. A iniciativa parte de um opaca convocatória que conta com o apoio da rede dos meios de [des]informaçom global. ALGO NOM ENCAIXA!

A convocatória carece de um programa coerente, nom questiona a mercantilizaçom e apropriaçom da natureza por umha ínfima minoria. Está inçada de boas palavras, declaraçons de intençons sem percorrido algum, brindes ao sol, medidas que nos culpabilizam do que o capitalismo mais voraz está fazendo com o planeta. Se estamos a ponto de perder um braço ou um olho nom se pode paliar com umha simples “tirita”!

E como se Ence-Elnosa concova umha jornada em defesa da ria de Ponte Vedra e contra o monocultivo do eucalito na Galiza; como se a Coren convoca unha jornada em defesa da água na Límia. Umha autêntica farsa!

APELO À JUVENTUDE TRABALHADORA GALEGA E AO PROFESSORADO
Apelamos à juventude trabalhadora galega, maioritária nos centros de ensino, a nom deixar-se instrumentalizar e manipular polos responsáveis da catástrofe que já se divisa com precisom no horizonte e que alterará a vida no planeta.

Apelamos à juventude trabalhadora galega, maioritária nos centros de ensino, a luitar contra a destruiçom meio-ambiental da Galiza, contra a monocultura de eucalitos e coníferas e a indústria do lume, contra a megamineria, a indústria agrotóxica e as macros exploraçons gandeiras que contaminam a terra e a água, em defesa do rural, a incorporar-se à luita anticapitalista e de libertaçom nacional.

Apelamos ao professorado de ensino primário a nom manipular as crianças, evitando somar-se a umha jornada farsa que só beneficia os interesses do que se afirma combater.

Menos papanatismo e mais leituras críticas da realidade!

SÓ A REVOLUÇOM SOCIALISTA EVITARÁ CONSUMAR A CATÁSTROFE EM CURSO
Nengumha classe opressora opta voluntariamente polo seu suicídio! A burguesia é consciente da situaçom, mas considera possuir mecanismos que lhe garantam nom ser arrastada pola catástrofe.

Nom manifesta a mais mínima vontade por alterar e/ou corrigir o modo de produçom hegemónico. A decandência do capitalismo em plena crise estrutural, converte-o em mais perigoso e lessivo para as maiorias sociais e a natureza.

Perante este cenário nom há mais alternativa que a luita organizada e unitária do povo trabalhador e pobre contra o Capital, em defesa de umha economia democráticamente planificada, ao serviço da imensa maioria social, que desenvolva novas tecnologias para a nossa emancipaçom e liberdade, que force umha mudança de modelo e paradigma, para evitar a destruiçom da natureza. E isto só é possível luitando polo Socialismo.

Marx, nos Manuscritos de 1844, refere-se ao comunismo como a “verdadeira soluçom do conflito que o homem sostem com a natureza e com o próprio homem… é a unidade essencial plena do homem com a natureza, a verdadeira resurreiçom da natureza, o naturalismo consumado do homem e o humanismo consumado da natureza”.

Agora Galiza-Unidade Popular nom se soma ao apoio oportunista a esta falsa jornada de luita, tal como fai a esquerdinha da Galiza, que por miseráveis cálculos eleitorais renúncia a desmascarar a jornada.

Direçom Nacional de Agora Galiza-Unidade Popular

Na Pátria, 19 de setembro de 2019

 

14º comunicado do Manifesto Internacionalista de Compostela: MANIFESTO INTERNACIONALISTA DE COMPOSTELA CONCLUI A SUA TRAJETÓRIA COMO ESPAÇO INTERNACIONALISTA

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MANIFESTO INTERNACIONALISTA DE COMPOSTELA CONCLUI A SUA TRAJETÓRIA COMO ESPAÇO INTERNACIONALISTA

24 de Julho de 2017 era assinado o Manifesto Internacionalista de Compostela [MIC] por parte de distintas organizaçons e entidades de naçons sem Estado da Península Ibérica [Agora Galiza, Boltxe, Candidatura d’Unitat Popular, Comunistas de Castilla e Nación Andaluza], a Plataforma Laboral e Popular de Portugal e a organizaçom estatal Iniciativa Comunista [IC].

Desde a constituiçom de este espaço internacionalista temos discutido a propósito dos distintos quadros nacionais de luita no Estado espanhol -as tarefas das organizaçons nacionais que neles estamos implantadas- e como conjugá-los com a participaçom de umha organizaçom de ámbito estatal como Iniciativa Comunista.

A pesar de ter tentado salvar esta contradiçom apostando neste espaço e trabalho internacionalista compartilhado polas distintas forças políticas no MIC, desde o passado mês de maio o Manifiesto está em via morta a causa da decisom de Iniciativa Comunista de assumir na prática o quadro estatal espanhol fazendo exercícios de implantaçom em quadros nacionais de outras forças participantes no MIC.

O debate sostido no Manifesto durante os passados meses de maio e junho a propósito de esta decisom de IC tem servido para evidenciar umha vez mais que dita contradiçom é insalvável e por tanto impede um trabalho internacionalista no seio do Manifesto Internacionalista de Compostela com umha organizaçom estatalista.

Desde entom as organizaçons abaixo assinadas -que a dia de hoje integramos o MIC- temos concluído que nom podemos enfrascar-nos em perdas de tempo e energias [que devemos e necessitamos empregar na organizaçom da classe trabalhadora nos nossos respetivos quadros nacionais] para alongar este debate que, por outra parte, consideramos já superado.

Assumimos que a contradiçom entre os nossos quadros nacionais de organizaçom e luita proletária e a participaçom no MIC de umha organizaçom de ámbito estatal que -a pesar de soster de forma retórica a defesa do direito à autodeterminaçom- conculca na prática o direito à auto-organizaçom do povo trabalhador galego, catalám, basco ou andaluz, é irresolúvel.

Será o calor da luita de classes que acharemos umha síntese superadora da mesma: a solidariedade obreira internacionalista entre as distintas repúblicas socialistas andaluza, basca, catalana, portuguesa ou galega.

Por todo isto, desde as organizaçons assinantes damos por dissolvido o Manifesto Internacionalista de Compostela, embora continuemos trabalhando de maneira conjunta e com mais sujeitos políticos no quadro dos acordos atingidos na Conferência Internacional celebrada em Compostela o passado 24 de julho.

23 de agosto de 2019

Plataforma Laboral e Popular
Nación Andaluza
Herritar Batasuna
Agora Galiza-Unidade Popular

Comunicado nº 119: Luitamos para vencer. MONCHO REBOIRAS, EMBLEMA DA GALIZA REBELDE E COMBATIVA

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Luitamos para vencer

MONCHO REBOIRAS, EMBLEMA DA GALIZA REBELDE E COMBATIVA

No 44 aniversário do assassinato de Moncho Reboiras pola polícia espanhola, a esquerda revolucionária galega reivindica a sua figura, referente e inspiraçom da luita por umha Pátria Socialista.

José Ramom Reboiras Noia, “Ken Sabe”, “Licho”, “Pepe”, “Rianjo”, Moncho Reboiras, conformam um todo integral, representam as diversas etapas de umha vida consagrada à causa da Independência da Galiza e da Revoluçom Socialista. 

Em mangas de camisa atravessando um campo de milho, com bigode e peruca para evitar ser detetado polo inimigo, com pano vermelho combatente, Moncho fai parte das mais profundas entranhas do imaginário coletivo do povo trabalhador galego que nom se conforma nem se resigna.


Nom se pode segregar o jovem ativista cultural, o organizador operário e o guerrilheiro comunista que morreu em combate.


Neste 12 de agosto, a esquerda socialista e independentista galega, estaremos no cemitério de Sam Joám de Lainho, na paróquia de Imo, em Dodro, para honrar, homenagear e assumir integralmente, umha curta, mas intensa vida, dedicada à causa da classe trabalhadora e a liberdade da Galiza.

Nom iremos ao seu panteom em processom laica, porque Moncho nom é para nós um santinho, umha estampilha nem umha relíquia.

Afastados de leituras folclóricas, a sua figura rebelde, é inassumível polo status quo que mantem o seu povo na precariedade, pobreza e exploraçom, e a sua Pátria submetida e oprimida.

Nom estaremos de romaria, para num despreciável exercício de cinismo e hipocrisia, maquilhar o guerrilheiro comunista galego, mutando-o em simples ativista cultural e sindicalista.

Para Agora Galiza-Unidade Popular, Moncho Reboiras é o mais destacado emblema contemporáneo da luita de libertaçom nacional e social, um ícone nacional insurgente.

Estamos conscientes que posteriormente à nossa sincera homenagem diante dos seus restos, as esquerdinhas que se reclamam herdeiras do seu legado, a atual caricatura do partido no que militou, e umha das suas cissons, representarám a sua anual comédia.

Discursarám sem o mais mínimo pudor, reivindicarám sem rubor algum a sua luita. Ocultarám as suas tarefas e responsabilidades militantes, para assim justificar a sua atual prática, simplesmente antagónica com o Moncho abatido covardemente por disparos na rua da Terra de Ferrol naquele fatídico 12 de agosto de 1975.

Moncho Reboiras fazia parte dessa geraçom de jovens galegos e galegas que considerava necessário construir organizaçons revolucionárias dirigidas pola classe operária para orientar o movimento de libertaçom nacional no horizonte dumha Pátria Socialista, que sabiam que isto que hoje padecemos nom se muda com urnas e moçons parlamentares.

Hoje, os partidos e organizaçons que se reclamam genuínos continuadores do seu projeto, nom passam de mesquinhas e patéticas maquinárias eleitoralistas, enlamados em lavar com detergente progre a cara do postfranquismo.

A esquerda revolucionária galega reivindica o Moncho Reboiras cujo nome está cincelado em letras de aço proletário da melhor história contemporánea.


O Moncho rebelde e combativo, o Moncho insignia da nossa classe, o Moncho emblema, referente e orgulho do povo trabalhador.


Falamos do Moncho Reboiras que nom pode ser abduzido polo regime, que nom pode ser incorporado polo capitalismo espanhol, que nom pode ser integrado no patético relato dos claudicantes partidos da “esquerdinha” reformista, que nom pode ser fagocitado polo “politicamente correto” das misérias eleitorais e institucionais.


Moncho Reboiras representa a classe operária galega que nom arria as bandeiras da Revoluçom Socialista/Comunista, o povo trabalhador e empobrecido da Galiza que nom se resigna nem se ajoelha.


MONCHO, com maiúsculas, representa o degrau mais elevado da espécie humana em palavras do Che. MONCHO REBOIRAS é um guerrilheiro comunista do nosso tempo.

Moncho Reboiras, a luita continua!

Até a vitória sempre!

Denantes mort@s que escrav@s!

Rebeliom popular!

Independência e Patria Socialista! Venceremos!

Direçom Nacional de Agora Galiza-Unidade Popular

Na Pátria, 10 de agosto de 2019

MONCHO REBOIRAS, EMBLEMA DA GALIZA REBELDE E COMBATIVA

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MONCHO REBOIRAS, EMBLEMA DA GALIZA REBELDE E COMBATIVA


As trajetórias biográficas dos individuos nom som linhais. A madurez que habitualmente atingem com o passo do tempo, permite interpretar, entender e explicar as mudanças que se vam operando ao longo de vidas dilatas e intensas.


José Ramom Reboiras Noia, “Ken Sabe”, “Licho”, “Pepe”, “Rianjo”, Moncho Reboiras, conformam um todo. Representam as diversas etapas de umha vida consagrada à causa da Independência da Galiza e da Revoluçom Socialista.


Nom se pode segregar o jovem ativista cultural, o organizador operário e o guerrilheiro comunista que morreu em combate.


A esquerda revolucionária galega reivindica o Moncho Reboiras cujo nome está cincelado em letras de aço proletário da melhor história contemporánea.


O Moncho rebelde e combativo, o Moncho insignia da nossa classe, o Moncho emblema, referente e orgulho do povo trabalhador.


Falamos do Moncho Reboiras que nom pode ser abduzido polo regime, que nom pode ser incorporado polo capitalismo espanhol, que nom pode ser integrado no patético relato dos claudicantes partidos da “esquerdinha” reformista, que nom pode ser fagocitado polo “politicamente correto” das misérias eleitorais e institucionais.


Moncho Reboiras representa a classe operária galega que nom arria as bandeiras da Revoluçom Socialista/Comunista, o povo trabalhador e empobrecido da Galiza que nom se resigna nem se ajoelha.


MONCHO, com maiúsculas, representa o degrau mais elevado da espécie humana em palavras do Che.

 

MONCHO REBOIRAS é um guerrilheiro comunista do nosso tempo.

 

DECLARAÇOM INTERNACIONAL Pola reconstruçom do movimento revolucionário socialista/comunista

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DECLARAÇOM INTERNACIONAL

Pola reconstruçom do movimento revolucionário socialista/comunista

A crise estrutural do capitalismo senil confirma os prognósticos de Marx e Engels sobre a sua incapacidade para resolver os problemas da humanidade.

A fase imperialista do capitalismo só provoca miséria e fame, desemprego, baixos salários e precariedade laboral, conflitos étnicos e guerras de saqueio, e está conduzindo ao Planeta a umha crise ecológica de incalculáveis consequências que pom em perigo a nossa espécie.

Frente a este cenário, as políticas de reformas derivadas de maiorias artitméticas parlamentares “progressistas”, tenhem-se constatado incapaces de solucionar os desafios em curso, para frear as agressons que padece a classe operária e o conjunto do povo trabalhador.

As estratégias eleitoralistas que caraterizam o agir dos reformismos, nom contribuem para elevar o nível de consciência das massas, a movimentar e a luitar de forma organizada e unitária contra a exploraçom e as dominaçons e opressons que padecemos polo modo de produçom capitalista.

É necessário reorganizar as ferramentas de luita e combate que historicamente empregou a classe operária e o conjunto do povo trabalhador e empobrecido, com as quais logrou as conquistas e direitos que o capitalismo tem ido desmantelando progressivamente nas últimas décadas, e com as que atingiu vitoriosas revoluçons de caráter anti-imperialista e socialista ao longo de todo o século XX.

No 100 aniversário da fundaçom da III Internacional, as organizaçons, partidos e forças políticas, assim como as pessoas abaixo assinadas manifestamos:

1- A necessidade de restaurar os fundamentos teórico-práticos do marxismo, libertá-lo das suas leituras esterilizadas e inofensivas, recuperar mediante umha coerente praxe o seu caráter subversivo.

2- Estudar a fundo a imensa obra teórica de Marx, Engels, Lenine e o Che, assim como todas aquelas achegas que empregando o materialismo histórico e a dialética materialista, tenhem contribuído para a emancipaçom de classe, nacional e de género. A formaçom política e ideológica é a peça chave para reconstruir o movimento revolucionário socialista/comunista.

3- Aprofundar na coordenaçom tática e estratégica das nossas organizaçons mediante a criaçom de umha revista teórica e a convocatória de umha Conferência Internacional periódica.

4- Sentar as bases que permitam promover umha nova Internacional Proletária, que aglutine o maior número de organizaçons, forças e partidos, cujo objetivo seja organizar a Revoluçom Socialista/Comunista nas suas específicas formaçons sociais, como parte indivisível da Revoluçom Socialista/Comunista mundial.

Compostela, Galiza, 24 de julho de 2019

Agora Galiza-Unidade Popular [Galiza]
•Herritar Batasuna [País Basco]
•Nación Andaluza [Andaluzia]
•Plataforma Laboral e Popular [Portugal]
•Néstor Kohan, Cátedra Che Guevara [Argentina]
•Narciso Isa Conde, Coordenador do Movimento Caamañista [República Dominicana]


 

Comunicado nº 116: Viva Euskal Herria independente e socialista! Solidariedade internacionalista galega

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Viva Euskal Herria independente e socialista!

Solidariedade internacionalista galega

A ampla coincidência à hora de avaliarmos como claramente insuficiente a via eleitoral-institucional no combate ao regime postfranquista, é mais um nexo de uniom, irmandade e camaradagem das nossas organizaçons.

Perante as condiçons adversas nas que agimos, como consequência de processos similares de implosom organizativa e claudicaçom ideológica dos movimentos dos que procedemos, descartamos participar no processo eleitoral da ditadura burguesa espanhola.

Herritar Batasuna e Agora Galiza-Unidade Popular, desde duas formaçons sociais concretas diferentes, atingimos similar posiçom frente o processo eleitoral de 28 de abril.

Isto foi possível porque ambas empregamos idêntica ferramente revolucionária de análise e interpretaçom da realidade. O marxismo forneceu-nos os mecanismos científicos ajeitados para descartar apoiarmos qualquer das candidaturas falsamente autosituadas, no campo da mal denominada “esquerda” e no soberanismo.

Nom alimentamos o ilusionismo eleitoral nem a trampa do voto útil para frear a involuiçom fascista. A experiência histórica do movimento operário com o que nos identificamos e reclamamos como parte intrínseca da nossa mochila de combate, sabe que o fascismo só se pdoe derrotar nas ruas com contundência e unidade.

A razom da nossa existência, nom é gerir “honestamente” as instituiçons burguesas e espanholas, nom é ocuparmos espaços do quadro jurídico-político vigorante visado para a sua regeneraçom.

A razom da nossa existência é construir duas forças políticas para contribuir a subversom do presente, para contribuir para organizarmos a Revoluçom Socialista basca e galega, como parte da Revoluçom Socialista mundial.

No ano do 100 aniversário da III Internacional, é fundamental reconstruir espaços unitários de análise, coordenaçom e luita a escala internacional, pois combatemos idêntico inimigo, o capitalismo monopolista na sua fase neoliberal.

Hoje, a luita anti-imperialista recobra máxima vigência e atualidade tal como a concebérom os bolcheviques quando refundárom em 1919 a Internacional, a Komintern.

Agora Galiza-Unidade Popular encaminha abraço fraterno à militáncia de Herritar Batasuna, saúda o Aberri Eguna de 2019, e transmite a solidariedade internacionalista da Galiza rebelde e combativa com a Euskal Herria que nom se ajoelha, que continua em pé com firmeza na luita pola independência e o Socialismo.

Gora Euskal Herria askatutá e sozialista!

Gora Euskal Iraultza Sozialista!

Denantes mortos que escravos! Venceremos!

Na Pátria, 21 de abril de 2019

Direçom Nacional de Agora Galiza-Unidade Popular

Comunicado nº 115: Legislativas de 28 de abril. SEM LUITAR POUCO VALE VOTAR

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Legislativas de 28 de abril
SEM LUITAR POUCO VALE VOTAR

Estamos novamente inseridos num ciclo eleitoral. As eleiçons legislativas, municipais e europeias que se desenvolverám entre abril e maio, condicionam e hipotecam a atividade da prática totalidade das forças políticas.

Agora Galiza-Unidade Popular nem apresentará candidatura própria, nem se incoprorará a nengumha coaligaçom, nem solicitará voto para nengumha das forças que se apresentem.

Na atual conjuntura histórica, em pleno processo de reorganizaçom e reconfiguraçom da esquerda revolucionária galega, nom existem condiçons objetivas para darmos batalha na frente eleitoral das instituiçons do inimigo, com umhas condiçons mínimas e dignas.

Tampouco existe nengumha candidatura que defenda coerente e dialeticamente os interesses da classe trabalhadora e os da naçom galega.

Novamente a principal caraterística nas eleiçons de 28 de abril, é a ausência de umha alternativa eleitoral anticapitalista e patriótica galega, que conceba a intervençom nas instituiçons burguesas como umha tarefa meramente instrumental, para questionando o seu caráter antidemocrático exercer de caixa de resonáncia das luitas populares e das reivindicaçons operárias e da Naçom Galega.

O conjunto das forças situadas no espaço de “esquerda”, som candidaturas pequeno-burguesas, configuradas praticamente por setores intermédios: funcionariado, profissons liberais, pequenos empresários e comerciantes, burocracia partidária e sindical.

Ou bem som candidaturas com o centro de gravidade fora da Galiza, empapadas de chauvinismo espanhol, ou bem som forças galegas de caráter interclassista e mornamente “soberanistas”.

Salvo contadas exceçons, a totalidade das candidatutas que se apresentam na Galiza 28 de abril alimentam o ilusionismo eleitoral.

Perante este panorama nom vamos votar, conscientes que a ameaça dos partidos situados nos parámetros fascistas vai ativar o factor subjetivo do “medo à direita”, entre umha parte destacada dos setores mais avançados do povo trabalhador galego.

Tal como prognosticamos é claramente negativo o balanço do governo do PSOE. que foi apoiado por Podemos e IU, as suas confluências, as forças nacionalistas e independentistas catalanas e bascas.

Pedro Sánchez incumpriu as suas principais promessas de derogar a reforma laboral, a lei mordaça, a LOMCE, implementou umha política económica similar à do PP, aplicando os diktames de Bruxelas e Berlim, perpetuando a marginalizaçom e atraso da Galiza, negando-se a reconhecer o direito de autodeterminaçom, participando na agressom imperialista contra a Venezuela bolivariana.

Nom cansaremos de afirmar que os direitos e as conquistas só se logram com a luita nos locais de trabalho, nos centros de ensino, e na rua, sob umha linha classista e patriótica galega, orientadas numha estratégia revolucionária dirigida e ao serviço do povo trabalhador. Assim o tem demonstrado o movimento dos coletes amarelos na França.

Agora Galiza-Unidade Popular considera que nom existe neste momento nengumha alternativa eleitoral a qual votar, embora nom é indiferente o resultado de 28 de abril.

A principal tarefa da classe operária e do povo trabalhdor galego e contribuir para reconstruir a esquerda revolucionária galega, e levantar umha muralha de aço contra o fascismo, articulando um Bloco Popular Antifascista.

Na Pátria, 11 de abril de 2019

Direçom Nacional de Agora Galiza-Unidade Popular

Comunicado nº114: AMNISTIA TOTAL PARA TODAS AS PRESAS E PRESOS POLÍTICOS DA GALIZA E DO ESTADO ESPANHOL

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AMNISTIA TOTAL PARA TODAS AS PRESAS E PRESOS POLÍTICOS DA GALIZA E DO ESTADO ESPANHOL

O regime postfranquista junto a Turquia, som os Estados com o maior nível de repressom de toda Europa, e por tanto com um elevado número de presas e presos políticos nos seus cárceres.

No Estado espanhol as numerosas detençons e o aumento da repressom contra o movimento operário e popular em geral, contra o movimento de libertaçom nacional da Galiza e das outras naçons oprimidas, na última década, demonstram umha vez mais a deriva fascistizante da III restauraçom bourbónica.

As detençons dos líderes independêntistas por organizar o referendo de autodeterminaçom na Catalunha, ou a montagem policial contra a vizinhança de Altsasu no País Basco, som os casos mais recentes, mas nom som os únicos.

Com a aplicaçom da lei Mordaça, o número de ativistas, sindicalistas, artistas ou tuiteiros, condenados pola “Audiência Nacional” por exprimir-se ou ser políticamente ativos, aumentou consideravelmente nos últimos anos.

Perante a falta de garantias democráticas e contínua repressom, vários ativistas políticos vem-se na obriga de empreender o caminho do exílio para evitar a cadeia, como já fizerom muitos antifascistas republicanos perante o golpe de estado de 1936.

Exemplos como os dos políticos independentistas cataláns ou o do rapeiro Valtonyc, condenado a vários anos de prisom polas letras da suas cançons, som sobradamente conhecidos.

Porém, há casos que som silenciados polos meios de [des]informaçom burgueses, casos que praticamente som “tabú” e que quase nengumha força política denúncia, como é o dos presos políticos detidos por militáncia revolucionária ou pertença a organizaçom armada.

A estes revolucionários consecuentes, que históricamente sempre entendérom a prisom coma um espaço de luita, furta-se-lhes o seu caráter político, convertendo-os ante à opiniom pública em presos “nom-políticos” ou simples criminais, na maioria dos casos pola utilizaçom da violência como método de luita.

A socialdemocracia em cumplicidade com os meios burgueses também faz esta distinçom dos presos políticos em relaçom a se empregárom ou nom a violência, criminalizando e qualificando de “terroristas ou lunáticos” militantes que arriscárom a sua vida pola causa operária, reconhecendo assim ao Estado o monopólio da violência.

De um jeito mui semelhante acontece com os presos que ainda que nom empregassem a violência diretamente, militavam em organizaçons revolucionárias que fôrom ilegalizadas, por nom condenar a luita armada.

Isto somado às denuncias por torturas nas prisons, o Tribunal Europeio de Direitos Humanos de Estrasburgo condenou várias vezes o Estado espanhol por violar de maneira sistemática os direitos humanos. Em cárceres galegas, como a de Teixeiro, Lama, Corunha, vários funcionários fôrom denunciados por torturas de maneira sistemática aos presos nos últimos anos.

As políticas terroristas de dispersom efetuadas polo Estado espanhol contra os presos indepedentistas galegos e bascos som outro método mais para submeter e fazer sofrer nom só os presos e presas, também os seus familiares ao ter que deslocar-se centos de quilómetros para poder visitá-los, e mesmo em muitos casos denegándo-se-lhes a visita.

Sob aplicaçom do regime FIES, vulneram-se os direitos dos presos políticos piorando as condiçons de vida no cárcere, sofrendo isolamento, dispersom, aceso limitado a determinado tipo de atividades desportivas ou recreativas, intervençom das comunicaçons, desatençom médica e torturas, como já tenhem denunciado colectivos em apoio aos presos políticos independentistas ou ex-presos galegos.

Atualmente presos políticos sofrem doenças, que se nom se tratam corretamente podem correr o risco de morrer na prisom, algo que já aconteceu em 2014 com Isabel Aparicio.

A realidade é que as violaçons continuadas dos direitos humanos no Estado espanhol acontecem esteja quem esteja no governo espanhol, seja PP ou PSOE, governe quem governe, a natureza do regime segue sendo a mesma, umha natureza reacionária emanada do franquismo e que perdurou intata após a maquilhagem da transiçom.

É umha obrigaçom para qualquer organizaçom revolucionária reclamar a liberdade e denunciar a situaçom na que se acham as presas e os presos políticos, assim como também denunciar a cumplicidade do Estado e os seus corpos policiais com as organizaçons fascistas que agredem com total impunidade e permissividade.

Perante o silêncio das forças que se autodenominam de “esquerda”, Agora Galiza-Unidade Popular exige a amnistia total e a inmediata posta em liberdade para todos os presos políticos galegos e do Estado espanhol sem distinçom de nengum tipo.

Na Pátria, 9 de abril de 2019

Direçom Nacional de Agora Galiza-Unidade Popular

Comunicado nº 112: “Caso Miramontes” confirma caráter criminal do PP

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Caso Miramontes” confirma caráter criminal do PP

As seis detençons realizadas em Compostela contra os responsáveis da rede de prostituiçom que operava na Galiza com mulheres paraguaias, constata a realidade de umha das expressons mais deleznáveis do capitalismo.

Porém, a gravidade desta operaçom é que um dos detidos é Juan Pérez Miramontes, ex-secretário geral de “Xóvenes Agricultores-ASAJA”, a organizaçom “agrária” do PP, dissolvida em 2016 por ordem judicial perante as dívidas contraídas e o impago aos seus trabalhadores, logo de anos e anos recebendo subsídios milionários pola Junta de Galiza, a administraçom estatal e a UE.

Miramontes, que está acusado de liderar a trama de exploraçom sexual, fazia parte, com Ana Pastor [Presidenta das Cortes espanholas], Xesús Palmou, [ex conselheiro de Justiça], e Rafael Louzao [ex-presidente da Deputaçom de Ponte Vedra], entre outros, do círculo mais próximo a M ponto Rajói na Galiza.

Miramontes era um dos habituais do seleto grupo de dirigentes da extrema direita autótone que acompanhava o ex-presidente do governo espanhol nas suas veladas veraniegas em Sam Genjo. O seu iate “La Peregrina” estava sempre a disposiçom do senhor de los “hilillos”.

Até o momento nom só nom se tenhem produzido declaraçons de repulsa, tampouco condenas, e muito menos demissons, por parte da cúpula do PP que desfrutava da luxuosa vida com o presumido proxeneta.

O atual presidente da Junta da Galiza manifestou que nom lhe “preocupa a detençom”. Mas por se nom fosse suficiente, Feijó “desejou sorte” a Miramontes até que se “aclarem possíveis suspeitas”.

Casado cala, como se a operaçom judicial e policial contra Miramontes nom tivesse relaçom algumha com o PP.

Estamos pois, perante umha nova evidência do caráter criminal de umha organizaçom que deveria estar ilegalizada e umha boa parte da sua direçom e cargos públicos encarcerada.

Mas o caráter do regime da III restauraçom bourbónica com continuidade do franquismo, permite ao PP agir com impunidade. Por muita acumulaçom de delitos, por muito que engrosse a listagem de dirigentes do PP presos em todo tipo de operaçons judiciais por corrupçom, lavado de dinheiro, fuga de capitais, vínculos com o narcotráfico e o proxenetismo, nom se adota medida algumha visada para a sua dissoluçom.

Agora Galiza-Unidade Popular solicita novamente a ilegalizaçom do PP de Casado e Feijó, e exige às forças denominadas de “esquerda” nom legitimar este aparelho mafioso situado em parámetros fascistas que pretende dar leiçons de “moral”.

Agir com “normalidade democrática” nas relaçons institucionais com o PP contribui para o lavado de cara deste sindicato do crime.

Na Pátria, 5 de abril de 2019

Direçom Nacional de Agora Galiza-Unidade Popular

Comunicado nº 109: 10 de Março, Dia da Classe Obreira Galega. Piloto, Amador, Daniel, a luita continua! SÓ NAS RUAS FREAREMOS O FASCISMO

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10 de Março, Dia da Classe Obreira Galega

Piloto, Amador, Daniel, a luita continua!

SÓ NAS RUAS FREAREMOS O FASCISMO

A ausência de umha força política classista com influência de massas e de um movimento obreiro com umha prática coerente e combativa, facilita que a burguesia continue endurecendo a dominaçom sobre a nossa classe.

O atual ciclo eleitoral desta ditadura burguesa erroneamente denominada “democracia”, facilita que o postfranquismo se legitime nas urnas.

As diversas candidaturas situadas no campo da “esquerda” que se vam apresentar, na sua imensa maioria nom passam de ser de falsas alternativas para fazer frente às contínuas agressons e perda de direitos e conquistas adquiridos em décadas de luita operária e popular.

Nada podemos aguardar do circo eleitoral que manterá entretida umha parte considerável do povo trabalhador galego, gerando falsas expetativas. A falsa “normalidade democrática”, o ilusionismo eleitoral e o cretinismo parlamentar, gera fraudulentas expetativas de poder conquistar direitos em base a remendar o capitalismo.

A memória histórica do mundo do Trabalho custódia que todas as conquistas e avanços, sem exceçom, fôrom atingidos na luita nas fábricas, nos centros de trabalho e nas ruas. Som resultado do suor, das lágrimas e do sangue operário. Nada nos foi regalado em balde! Nom fôrom concessons gratuítas do nosso inimigo irreconciliável.

A institucionalizaçom dos direitos que agora estám sendo progressivamente desmantelados, foi consequência da nossa pressom, resultado da nossa mobilizaçom e firme vontade de construir um mundo novo sem exploraçom nem opressom.

A desorganizaçom na que está instalada a classe trabalhadora e as tendências amórficas que promovem as práticas interclassistas e cidadanistas da “esquerda” institucional, facilitam a ofensiva burguesa contra nós, povo trabalhador galego.

Eis polo que Agora Galiza-Unidade Popular, perante o grau de desmobilizaçom da nossa classe, da situaçom de debilidade organizativa da esquerda revolucionária galega, nom considera tarefa prioritária participar nos processos eleitorais de abril e maio.

As tendências em curso de involuiçom política, de eclossom do fascismo sem complexos, só poderám ser freadas e derrotadas na rua.

Com o fascismo sem complexos de Vox, com o neofalangismo de C´s, e com o viragem de extrema direita do PP, nem se se dialoga nem se negoceia. Simplesmente deve ser isolado, denunciado, ilegalizado e esmagado! Branqueá-lo com o jogo institucional burguès só contribui para reforçá-lo.

A desconvocatória da greve geral que tinha sdo convocada na Galiza para 19 de junho passado, constata o erro estratégico do reformismo político e sindical de seguir depositando expetativas nos governos social-liberais do PSOE, umha força reacionária de fachada “pogressista”, ao serviço da oligarquia postfranquista.

Nos nove meses de governo de Pedro Sánchez nom se derogou a reforma laboral, nem a lei mordaça, nem a LOMCE, nom se sentárom as bases para reverter o deterioramento da sanidade e educaçom pública, a queda de salários e pensions, a perda de poder adquisitivo polo aumento do custo da vida, a sangria da emigraçom juvenil, o empobrecimento e a precarizaçom que carateriza as condiçons de vida e trabalho de boa parte da classe obreira e camadas populares galegas …

A política do governo do PSOE mantivo a essência da doutrina neoliberal marcada polo Ibex 35 e as diretrizes dos monopólios e a oligarquia. e continuou alimentando o relato reacionário e supremacista do chauvinismo espanhol.

Neste 10 de Março nom só lembramos e honramos a luita operária de Ferrol de 1972, Daniel Niebla e Amador Rei, assassinados pola polícia por reivindicar direitos para o proletariado galego.

Neste Dia da Classe Obreira Galega também reivindicamos a figura e a vigência da causa de José Castro Veiga “Piloto”, um dos últimos combatentes da resistência político-militar ao fascismo, vilmente abatido a traiçom pola Guarda Civil a carom do regato das Andorinhas, em Chantada em 1965.

Neste novo 10 de Março cumpre recuperar o rol dirigente do proletariado galego no combate antifascista, na articulaçom do movimento popular que na década de setenta se desenvolvia sob um programa ruturista em prol dos direitos sociais e plenas liberdades sociais e nacionais.

Ou bem renunciamos à luita e portanto assumimos submissamente a depauperaçom, ou bem optamos pola rebeliom. Nom existem caminhos intermédios. Agora Galiza-Unidade Popular tem claro qual é a resposta a esta disjuntiva: a luita é o único caminho.

Viva a classe obreira galega!

Independência e Pátria Socialista!

Venceremos!

Na Pátria, 9 de março de 2019