COMUNICADO nº 93 de Agora Galiza: 27 de junho, 87 aniversário da proclamaçom da Iª República Galega. VERMELHA E SOBERANA

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27 de junho, 87 aniversário da proclamaçom da Iª República Galega
VERMELHA E SOBERANA

A menos de três meses da instauraçom do regime republicano -que no Estado espanhol susbtitui a corrupta e criminal monarquia bourbónica-, nom demorárom as novas autoridades em agravar a Galiza.

Umha onda de indignaçom operária e popular percorreu a coluna medular da Pátria. A Póvoa de Seabra, o Ourense de Jesusa Prado e António Fernández Carnicero, a Compostela de Carnero Valenzuela, Eduardo Puente “O Nécoras” e Pedro Campos Couceiro, o Carvalhinho de Ernesto Atanásio “O Corcheiro”, saírom as ruas perante a aldraje centralista que tinha paralisado as estratégicas e vitais obras do caminho de ferro Corunha-Compostela-Ourense-Samora.

Era 27 de junho de 1931, quando na capital da Galiza umha greve geral de orientaçom revolucionária promovida polo proletariado galego, proclama a 1ª República Galega.

Umha massa de homens e mulheres da Compostela do Trabalho, após terem assistido a um grande comício na Alameda, dirigem-se à praça do Obradoiro para posteriormente ocuparem as instalaçons municipais do paço de Rajói.

Antom Alonso Rios é nomeado primeiro presidente da Junta Revolucionária da República Galega numha jornada de indiscutível releváncia histórica, que a historiografia espanhola e autonomista deliberadamente continuam ocultando.

Mas umha hábil e veloz manobra do governo espanhol, reiniciando as obras do ferrocarril, desativa o desenvolvimento do movimento insurrecional.

Embora a proclamaçom da nossa independência nacional foi efémera, 27 de Junho deve ser umha data fundamental do calendário galego, que trascende a simples declaraçom simbólica e anedótica.

Hoje, quando o postfranquismo procura a sua estabilizaçom e legitimaçom mediante a aplicaçom da alternância política do “bipartidarismo a quatro”, é umha fraude qualquer programa que desde o campo da “esquerda” defenda umha sociedade justa e livre, se renúncia a tombar o regime de 78 e favorecer o exercício do direito de autodeterminaçom, sem condiçons nem restriçons.

Para os interesses da classe trabalhadora, das mulheres e da juventude, para o futuro da Naçom galega, é pouco mais que irrelevante que PP ou PSOE ocupem o palácio da Moncloa.

O Conselho de Ministros do novo governo espanhol do PSOE está configurado à medida dos interesses do Grande Capital e das políticas reacionárias e antipopulares da UE.

Vai manter similares políticas às aplicadas por M ponto Rajói, embora maquilhadas com umha retórica “progre”.

Depositar esperanças e expetativas no governo neoliberal e chauvinista de Pedro Sánchez nom passa de meras ilusons, que só provocarám frustraçom e desmobilizaçom popular, facilitando assim a chegada do neofalangismo representado por C´s.

Sem recuperarmos a soberania conculcada por Espanha e a UE, nom há a mais mínima possibilidade de implementar um programa de reformas visadas para melhorar as condiçons de vida, recuperar e alargar os direitos sociais e as liberdades do conjunto do povo trabalhador galego.

Carece de percorrido algum toda aquela estratégia que, reivindicando mudanças e transformaçons sociais, nom se incardina na defesa intransigente dumha Pátria soberana. Sem proclamarmos a 2ª República Galega nom podemos construir um País com justiça social.

Neste 87 aniversário da proclamaçom da 1ª República Galega, Agora Galiza quer contribuir para dignificar a figura de Antom Alonso Rios [Silheda 1887-Buenos Aires 1980], primeiro presidente republicano galego e último presidente do Conselho da Galiza, o nosso legítimo governo no exílio durante a “longa noite de pedra”.

Antom Alonso Rios representa a coerência e resistência nacional, a luita antifascista, a Galiza rebelde, republicana e combativa, que nom claudica nem capitula.

Só umha República Galega de caráter socialista e feminista pode abrir o caminho a umha nova Galiza com justiça social, liberdades e plenos direitos. A pola Segunda!

Direçom Nacional de Agora Galiza

Na Pátria, 23 de junho de 2018

10º comunicado do Manifesto Internacionalista de Compostela: ANDALUZIA ACOLHEU 2º PLENÁRIO DO MIC

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ANDALUZIA ACOLHEU 2º PLENÁRIO DO MIC

Reafirmar e reforçar o Manifesto Internacionalista de Compostela [MIC], como espaço de articulaçom internacional de forças, coletivos e partidos políticos anticapitalistas e revolucionários, é umhas das principais decisons adotadas no Plenário realizado sábado 9 de junho em Andaluzia.

O Centro Andaluz do Povo Blas Infante de Granada acolheu o segundo Plenário do MIC, no que se ratificárom as ideias força de que “só umha estratégia de luita operária, popular e nacional de caráter ruturista, encaminhada à tomada do poder, poderá assegurar cumprir as reivindicaçons e demandas da maioria social e dos povos”.

Na reuniom foi realizado um balanço do 11 meses de andaina e aprovado um protocolo organizativo.

Com a aprovaçom dos Estatutos, o Plenário o MIC dotou-se de um Comité Executivo que a partir de agora tem encomendadas as tarefas de dinamizar e coordenar as atividades e iniciativas conjuntas.

Nos próximos dias o MIC dotará-se de meios de comunicaçom próprios na rede, para divulgar o espaço internacionalista que representamos, e iniciará um conjunto de contatos políticos para alargá-lo com a integraçom de novas organizaçons.


11 de junho de 2018

Comunicado nº 92. Moçom de censura contra M ponto Rajói: manobra de distraçom sem percorrido transformador

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Comunicado nº 92

Moçom de censura contra M ponto Rajói: manobra de distraçom sem percorrido transformador

A anunciada moçom de censura contra o governo de M. Ponto Rajói, promovida polo PSOE, só facilitará a recomposiçom do regime.

O apoio anunciado por Podemos, e polos grupos parlamentares das organizaçons nacionais da Catalunha e do País Basco, asseguram o possível sucesso aritmético da iniciativa.

Porém, esta operaçom pretende gerar umha nova falsa ilusom entre a classe trabalhadora e o conjunto das camadas populares empobrecidas polas políticas ultraliberais do PP.

A alternáncia política da pseudemocracia bourbónica serve para reforçar o corrupto e criminal regime postfranquista, mas carece de percorrido algum para adotar as mais básicas medidas visadas para a sua transformaçom.

O novo governo carecerá de capacidade e vontade política, porque nom passará de aplicar simples retoques cosméticos que aparentarám mudanças para que todo continue igual.

O PSOE de Pedro Sánchez, Susana Díaz e Abel Caballero, é o mesmo partido que aprovou a reforma laboral contra o conjunto do povo trabalhador, que iniciou a privatizaçom da sanidade e da educaçom, que facilitou os cortes na proteçom social e a perda de poder aquisitivo das pensons, que apoia o artigo 155 que tem intervido o autogoverno catalám. O PSOE é um partido profundamente chauvinista espanhol e portanto negador do direito de autodeterminaçom da Galiza, que mais alá da retórica está cómodo com a lei mordaça, a criminalizaçom do movimento popular, os diktados macroeconómicos de Bruxelas e do FMI, as intervençons imperialistas da NATO.

PSOE é um partido do regime, submisso ao Ibex 35, incapacitado para promover nem a mais elementar “regeneraçom democrática”.

Para assegurar o sucesso da moçom de censura já tem garantido os apoios de Podemos, ERC, PdCat e Compromís, e deve optar ou bem polos 5 votos do PNB, ou bem polos 2 de Bildu e o voto de Coaliçom Canária e Nueva Canarias, até atingir os 176.

Mas isto é intrascendente para os interesses da classe obreira, das mulheres trabalhadoras e da naçom galega. É simples política espectáculo para anestesiar a luita e deslocar o conflito das ruas.

Agora Galiza tem claro que esta operaçom novamente pretende continuar a adormecer o povo trabalhador, susbtituíndo a sua imensa capacidade de luita por umha saída “palaciana”, que procura recompor o agravamento da crise de legitimidade do regime perante as continuas detençons e condenas de dirigentes do PP polas suas práticas mafiosas e criminais.

Que nom nos enganem pretendendo fazer-nos acreditar que o problema é o PP, para assim proteger e salvar o regime de 78 e a sua monarquia ilegítima.

A profunda crise do postfranquismo carece de saída institucional. O plano estratégico da oligarquia contempla no seu horizonte imediato seguir aprofundando na viragem reacionária e autoritária.

A moçom de censura só servirá para ganhar tempo e adiar que o neofalangismo laranja ganhe as eleiçons, e portanto se imponha em Madrid um governo de indiscutível caráter ultrareacionário.

Porque a incapacidade e vontade para resolver a grave situaçom que atravesa o povo trabalhador no quadro do capitalismo, os compromissos do PSOE e em menor medida de Podemos com a “unidade indivisível” do espaço de acumulaçom e expansom de capital denominado Espanha, som foguetes sem pólvora, carregados de falsas expetativas que só provocarám mais deceçom e frustraçom, o caldo de cultivo perfeito para o crescimento de C´s.

Agora Galiza considera que só a luita de massas do povo trabalhador organizado, unido e movimentado sob um programa anticapitalista, feminista e de libertaçom nacional, poderá despreender-se da oligarquia e do seu regime.

A greve geral convocada pola CIG para vindouo 19 de junho é umha magnífica ocasiom para ensaiar a rebeliom obreira e popular que tombe o regime, abra um processo constituínte e instaure um governo obreiro e popular, patriótico e feminista.

Achamo-nos numha situaçom alarmante, no preámbuilo de um fascismo de novo cunho. É a alternativa nom som falsas unidades em defesa dos “direitos democráticos ameaçados”, e sim unidade de açom antifascista sob um programa revolucionário anticapitalista e socialista.

Direçom Nacional de Agora Galiza

Na Pátria, 25 de maio de 2018

Comunicado nº 91 de Agora Galiza: Sentença da Gürtel confirma caráter criminal do PP e do regime bourbónico

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Sentença da Gürtel confirma caráter criminal do PP e do regime bourbónico

A condena a prisom de 19 altos responsáveis do PP e empresários, promotores da trama de financiamento ilegal mediante ajudicaçons de contratos por comissons, confirma umha evidência inquestionável: o partido de Rajói e Feijó é umha organizaçom criminal.

Porém, Agora Galiza nom se soma ao coro de apluasos. Com esta sentença -aparentemente exemplar, a “Audiência Nacional” procura basicamente dous objetivos:

1º- Legitimar o regime da segunda restauraçom bourbónica perante a profunda crise de legitimidade que arrasta.

A superestrutura do Estado espanhol pretende com estas operaçons de marqueting transmitir a falaz existência de divisom de poderes e a ”independência” do poder judicial do poder político.

2º- Acelerar o recâmbio do PP por Ciudadanos. As fraçons hegemónicas da oligarquia necessitam com celeridade substituir o desgastado e desacreditado PP polo novo falangismo de Albert Rivera. Esta sentença contribui para dinamitar o PP e promover o travasse de quadros para o partido laranja.

Os meios de [des]informaçom da burguesia -tanto os claramente reacionários comos os pseudoprogressistas-, insistem no caráter exemplar da condena. Mas a realidade é bem distinta do que nos pretende transmitir.

As “duras” penas que nalguns casos superam o meio século, ficarám em pouco mais de dez anos para a prática totalidade dos 19 condenad@s.

A política de indultos e reduçom de condenas para os ricos e fraçons de apoio, fai parte do caráter intrinsicamente classista da justiça que padecemos: umha justiça burguesa, patriarcal e chauvinista espanhola.

A sentença confirma a existência da caixa B de financiamento do PP, reconhece o seu caráter criminal, mas deliberadamente evita iniciar o processo de ilegalizaçom do PP.

A sentença vem precedida pola detençom de Eduardo Zaplana  -ex-porta-voz do PP nas Cortes espanholas, ex-ministro do Governo de Aznar e ex-presidente da Generalitat Valenciana-, e pola detençom de familares diretos de Juan Cotino, ex-diretor da Polícia espanhola, quem também está sendo investigado na trama de branqueio de capitais.

A intencionalidade da sentença pretende exculpar o regime da corrupçom geralizada desta cloaca chamada Espanha, busca proteger as elites económicas, financieiras e políticas do postfranquismo, basicamente a Casa Real, para ganhar tempo que permita a consolidaçom da recomposiçom reacionária em curso.

Com a aprovaçom ontem dos orçamentos gerais do Estado polos votos do Partido Nacionalista Basco [PNB], M ponto Rajói e o seu governo de bandidos tem margens para continuar.

Nem Espanha nem o capitalismo se podem reformar. As forças da esquerda institucional continuam hipotecadas polo eleitoralismo e o cretinismo parlamentar, alimentando a falsa alternativa de termos que escolher entre PP/C´s ou PSOE/Podemos.

Essa estratégia só contribui para gerar falsas ilusons entre a classe obreira e o povo trabalhador, em acreditar que se podem realizar transformaçons ocupando as instituiçons do inimigo, e mediante um processo de mudanças paulatinas democratizar o regime e implemantar políticas ao serviço das maiorias.

A segunda restauraçom bourbónica só pode ser derruvada desde o exterior das suas entranhas, com um povo trabalhador organizado, ativo, unido e movimentado, mediante umha estratégia de confrontaçom e convergência assentada na luita operária, nacional e feminista.

A greve geral do vindouro 19 de junho é umha magnífica ocasiom para gerar espaços de luita, para realizar um treino de massas que permita superar o amorfismo da classe obreira, iniciar a sua recomposiçom, a recuperaçom do seu protagonismo e direçom, deslocando as políticas timoratas e acomplexadas que caraterizam as orientaçons hegemónicas da esquerda institucional.

Direçom Nacional de Agora Galiza

Na Pátria, 24 de maio de 2018

Comunicado nº 90 de Agora Galiza: Assalto mineiro das multinacionais contra a Galiza

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Assalto mineiro das multinacionais contra a Galiza

A divisom internacional do trabalho, clasificaçom mundial dos países dentro do marco do sistema capitalista, segundo a sua produçom e especializaçom de determinados bens de consumo, tém como objeto especializar a Galiza numha ”regiom” [espanhola e europeia] fornecedora de matérias primas.

Madrid e Bruxelas fieis aos interesses da oligarquia permitem a constante sobre-exploraçom dos recursos e materias primas da nossa naçom. Um exemplo é a substituiçom descontrolada do bosque autótone por eucaliptos e outras espécies fóraneas. Mais de metade da madeira cortada no Estado espanhol provém do monte galego, o impacto sobre o ecossistema é tal, que nom é de extranhar que sejamos umha das naçons da Península Ibérica com maiores taxas de lumes.

O des-governo de Feijó, servil ao Capital espanhol e autótone, conta com total impunidade para reordenar o nosso território, destruir definitvamente os nossos setores produtivos, e mal-vender a nossa pátria.

A finais do ano 2017 o PP aprovou em solitário na Junta no parlamentinho a denominada “Lei de Fomento de Implantación de Iniciativas Empresariais -LFIIE-“, popularmente conhecida como “Lei de depredaçom da Galiza”, que deixa via livre às empresas estrangeiras para compra a um preço muito baixo matérias primas, através da desregulaçom ambiental e da desproteçom do património.

No referente à exploraçom da riqueza mineral do nosso solo, fornecemos umha parte importante do quartzo explorado por Espanha, situamo-nos como sexta potência mundial em exportaçom de granito e produzimos a maioria da lousa que se consome no mundo.

Nom é coincidência que desde a chegada do Partido Popular à Junta se tenham multiplicado os direitos mineiros outorgados, já que a sua intençom é permitir as exploraçons mineiras em qualquer tipo de solo do território galego, seja zona protegida, monte comunal ou exploraçom agrícola.

A megamineraçom provoca um grave impacto mediombiental como deflorestaçom, contaminaçom, alteraçom da água e destruçom do hábitat. Ademais, também nom devemos esquecer que neste plano de assalto com lógica colonial à Galiza permite-se o emprego de técnicas extractivas proibidas na própria UE, como é o caso do cianeto.

O despovoamento do rural é outras das causas contribui para a megamineraçom. A concentraçom populacional nas urbes e a desertizaçom demográfica facilita a instalaçom de novas exploraçons mineiras no rural, já que a resistência popular é menor nas áreas despovoadas. Perto de um milhar e meio de aldeias estám despovoadas na Galiza interior e muitas estám condenadas à desapariçom. A juventude vive de forma maioritária nas cidades.

Outro problema é a opacidade da atividade mineira na Galiza. A multinacionais interessadas em saqueiar os nossos recursos tenhem ao do seu lado a “democracia” burguesa que nega constantemente a participaçom popular nos assuntos fundamentais, como a planificaçom económica, territorial, cultural, etc…

Quem defende os interesses mineiros necessita manter o povo na ignoráncia, negar-lhe o seu direito à informaçom. Nom querem que saibamos que os últimos governos fôrom excessivamente permissivos com esta indústria polos “acordos” e “mordidas” aos que chegam com as empresas interessadas em explorar os recursos mineiros.

Um exemplo é o da multinacional canadiana Edgewater, quem teima em extraer ouro numha megamina em Corcoesto. A empresa multinacional, tras a negativa final do Governo da Junta, denunciou que um intermediário solicitou 1,5 milhons de euros a repartir entre Feijó e altos cargos em troques de que se lhe permitisse levar a cabo o macroprojeto.

Para justificar o saqueio também necessitam das falácias e da demagogia, um falso argumento que empregam tanto a indústria mineira como a Junta é o de que a megaminaçom cria postos de trabalho. Oferece-se como oportunidade económica às famílias e às mancomunidades de montes como alternativa ao desemprego, mas a megamineraçom privatiza o monte comunal e liquida amplas zonas agrícolas e pecuárias do nosso território.

Seguindo os dados ofrecidos pola empresa Edgewater para o projeto de Corcoesto, dos 277 empregos que prometiam criar, incluiam-se na sua maioria postos diretivos, restando só 100 postos operários. À criaçom destes poucos postos de trabalho, há que restar a destruiçom dos empregos da zona, coma as exploraçons agropecuárias.

Por outra parte, a transformaçom das matérias primas, que é a parte do processo produtivo que mais valor comercial e postos de trabalho cria, fica reservada a zonas de fora da Galiza. Estamos pois perante umha estratégia claramente colonial.

Agora Galiza manifesta o seu apoio a todas os movimentos populares que em diferentes lugares da nossa geografia nacional [Touro/O Pino, Corcoesto, A Límia, Terra Chá] se estám confrontando com as multinacioniasi mineiras e o governo bandido do PP, para defender o território, o meio ambiente e a saúde da populaçom das comarcas afectadas.

Queiramos ou nom, a luita popular contra a megamineraçom é essencialmente umha luita nacional anti-imperialista!

Direçom Nacional de Agora Galiza

Na Pátria, 13 de maio de 2018

Comunicado nº 89 de Agora Galiza: 17 de Maio, Dia das Letras. Na Galiza SÓ em galego

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17 de Maio, Dia das Letras

Na Galiza SÓ em galego

O período compreendido entre 17 de Maio de 2017 e 2018 caraterizou-se polo agravamento das tendências assimilacionistas espanholas. A perda de galego-falantes -com destaque nas franxas etárias mais jovens-, e a quebra da transmissom intergeracional do idioma, é umha dramática realidade da língua própria da Galiza, o GALEGO.

A estratégia normalizadora promovida nas últimas quatro décadas polo movimento em defesa do galego nom tem atingido nengum dos objetivos marcados. Ano após ano retrocede o uso do idioma entre o nosso povo e o espanhol abafa-o todo.

Todos os acordos “normativos” e “ortográficos” assinados polas forças do nacionalismo galego com os inimigos da Pátria, e portanto da nossa única língua, nom só nom tenhem invertido o processo desgaleguizador, tenhem sido negativos para avançar na recuperaçom de falantes e utentes, para ganharmos espaços e alterarmos a estratégia desnacionalizadora que leva séculos promovendo o imperialismo espanhol.

A esquerda independentista galega leva denunciando incansavelmente que som basicamente duas as razons do fracasso das entidades “normalizadoras”.

Umha prática de isolacionismo linguístico que evita a confluência com o tronco comum, com o resto dos países do mundo que usam o galego-português. A negaçom da premissa de que somos um idioma internacional, que nom somos umha língua que só se emprega dentro das fronteiras da Galiza, conduze-nos inevitavelmente à derrota.

O reintegracionismo é a única possibilidade de evitarmos a hibridaçom a que o nosso idioma está submetido polo espanhol. O reintegracionismo é a única hipótese de alargar o número de falantes, de recuperar o seu uso, de prestigiar o galego, de depurá-lo da crioulizaçom que padecemos a comunidade galego-falante pola contaminaçom léxica, fonética, morfosintática do espanhol.

A segunda causa som os complexos e timoratismos das forças políticas maioritárias de direçom galega, instaladas na simples reclamaçom teórica do direito de autodeterminaçom e na contraditória indecisom à hora defender com firmeza e factos constatáveis a soberania e independência nacional da Galiza.

O futuro do galego está indisoluvelmente ligado à conquista deum Estado galego plenamente independente e soberano.

Mas no seio do movimento normalizador aparecem novas ameaças. O reintegracionismo de vocaçom pinheirista e lóxica liberal, instalado no folclorismo ridiculista e na defesa do padrom de Lisboa, portanto contrário à forma autótone do galego reintegrado, vem de dar mais um erróneo passo.

A defesa do binormativismo que promove a direçom da AGAL, quer dizer,a procura da convivência entre o galego isolacionista e o português, evita deliberadamente abordar o cerne da ameaça em curso, a hegemonia do espanhol como arma de destruiçom maciça do idioma que nos define como povo e naçom.

O galego como parte do tronco comum galego-português possui umha norma própria, patriótica, que devemos conservar como sinal medular da nossa idiossincrasia nacional. Renunciar a ela é claudicar e facilitar o processo de espanholizaçom.

A pequena-burguesia empoleirada no que até há bem pouco era a academia galega reintegracionista, age em base aos mesquinhos interesses mercantis, seguindo as lógicas neoliberais e post, desagregando a luita pola normalizaçom do galego da opressom nacional da Galiza.

Claro que lograrám o aplauso, colaboraçom e prémio das forças espanholizadoras. Nom existem razons para que o PP e Feijó se oponham ao português na Galiza como língua opcional estrangeira no ensino, ou à difusom das TV portuguesas, pois nom questiona a hegemonia do espanhol e distrai a defesa do galego como idioma próprio da Galiza.

Agora Galiza, como organizaçom reintegracionista que segue a tradiçom e legado da esquerda independentista galega que nunca contemporizou nem colaborou com os inimigos do galego e da Galiza, nom se vai somar a nengumha nova manobra de confusom.

Nom vamos aplaudir iniciativas estéreis e absurdas nem participar em entroidadas que nada contribuem para normalizar e defender o idioma de Mendinho, Rosalia de Castro, Jorge Amado, Bento da Cruz, Luisa Vilalta e Mia Couto .

Estamos plenamente conscientes que até que as forças agrupadas à volta da entidade convocante da manifestaçom deste 17 de Maio nom abandonem a estratégia de procurar acordos institucionais que sabem vam ser incumpridos polas hipócritas forças espanholistas [PP, PSOE, C´s, Podemos, IU], caminharemos inexoravelmente face o nosso suicídio como povo com cultura e língua milenária.

Só um amplo movimento popular de base em todos os ámbitos e espaço sociais, fundamentado na defesa intransigente do monolinguísmo social e o reintegracionismo lingüístico, visado para a conquista da nossa plena emancipaçom nacional, logrará evitarmos o que Espanha e a UE tenhem traçado para aniquilar a língua e cultura do país dos dez mil castros e dos mil rios.

Direçom Nacional de Agora Galiza

Na Pátria, 11 de maio de 2018

Comunicado nº 88 de Agora Galiza: Saudamos convocatória de greve geral para 19 de junho

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Saudamos convocatória de greve geral para 19 de junho

Agora Galiza quer manifestar a satisfaçom da esquerda independentista, socialista e feminista galega perante o anúncio realizado ontem pola CIG de convocar greve geral na Galiza para 19 de junho.

A greve geral é umha poderosa ferramenta que a classe operária e o conjunto do povo trabalhador historicamente emprega para defender os seus interesses, para frear e neutralizar as agressons da burguesia, para tombar governos e para tomar o poder quando adota caráter insurrecional.

Porém, a greve geral nom deve ser concebida como umha morna e simples jornada de paro e mobilizaçom operária e popular, com fins claramente eleitoralistas, sob a ineficaz lógica do parlamentarismo burguês.

19 de junho nom pode concebir-se como umha jornada isolada carente de fio condutor, que só procure pressionar o governo de Feijó e favorecer as expetativas eleitorais da “oposiçom” no parlamentinho autonómico.

O povo trabalhador e empobrecido da Galiza continua a padecer nas suas condiçons de vida a dureza das receitas neoliberais, promovidas pola oligarquia espanhola seguindo os ditames da UE e do FMI, e aplicadas na Galiza pola franquícia local encabeçada por Feijó.

Sob a falsa justificaçom da “crise capitalista”, a burguesia espanhola e galega tem implementado um conjunto de reformas laborais, ataque ao sistema de pensons, cortes em direitos e liberdades, deterioramento e privatizaçom da sanidade, educaçom e serviços sociais, visadas para endurecer e disciplinar ainda mais o povo trabalhador.

Políticas que só procuram garantir e perpetuar os privilégios e acumulaçom de riqueza pola burguesia.

A desorganizaçom da classe obreira galega, as receitas pactistas e conciliadoras da “esquerda” institucional, o ilusionismo eleitoral e a carência de umha estratégia de luita permanente e encadeada de convergência de conflitos, greves e reivindicaçons, sob um programa anticapitalista, feminista e de libertaçom nacional, dificultam converter 19 de junho num clamor contra a ditadura burguesa e o criminal regime de 78.

A organizaçom convocante deve clarificar quais som os objetivos táticos e estratégicos da greve geral de 19 de junho, para gerar as condiçons subjetivas que permitam assegurar o seu respaldo e êxito.

Agora Galiza considera que na greve geral de 19 de junho devem fundir-se as reivindicaçons laborais, sociais e políticas.

A greve de 19 de junho deve contribuir para gerar um novo ciclo de luitas visadas para avançar na cristalizaçom da rebeliom popular, tendente à queda dos governos reacionários e neofascistas de M ponto Rajói e Feijó, e início da rutura com o regime postfranquista, abrindo um processo constituínte galego.

Só assim a classe operária e o conjunto das camadas populares e empobrecidas da Galiza começaremos a ver a luz do longo tunel reacionário em que estamos atrapad@s.

Só radicalizando a resistência popular, só avançando na imprescindível auto-organizaçom operária à margem dos partidos e sindicatos entreguistas, de unidade da classe obreira, de luita sem trégua, poderemos conquistar os direitos e as liberdades.

Que os ricos paguem a crise!

A luita obreira é o único caminho!

Por um governo obreiro e popular, patriótico e feminista!

Adiante com a greve geral de 19 de junho!

Direçom Nacional de Agora Galiza

Na Pátria, 2 de maio de 2018

Comunicado nº 87 de Agora Galiza: Perante a sentença imposta a “La Manada”

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Perante a sentença imposta a “La Manada”

A Audiência de Nafarroa deu a conhecer hoje a ridícula sentença imposta a cinco integrantes de “La Manada”, acusados de violar umha jovem em julho de 2016.

Nom é qualquer surpresa que a justiça espanhola mostre sem ambages a estreita colaboraçom com o patriarcado que sempre tivo em casos similares, onde o grau de violência e a gravidade dos factos semelha estar determinada se a agressom acaba em assassinato.

Custa entender como se pode falar de “abuso” sem violência e intimidaçom perante umha agressom sexual cometida sem consentimento entre cinco homens num portal, resultando especialmente nojenta a cousificaçom que mais umha vez se fai do corpo das mulheres, como se foramos quem de suportar todo tipo de ataques e vejaçons, de permanecermos inertes e fazer que nom passa nada, ou de que o nosso corpo nom oponha resistência e que isso signifique consentimento.

É absolutamente intolerável que a responsabilidade das violaçons recaia sempre nas mulheres, em ser quem de nos proteger, em ter que submeter-nos para evitar males maiores.

Igualmente lamentável é o papel dos meios de comunicaçom do sistema e como a opiniom pública se encarregou nos últimos meses de questionar a veracidade da denúncia interposta pola jovem.

José Ángel Prenda, Ángel Boza Florido, Jesús Escudero Domínguez, Afonso Jesús Cabezuelo e Antonio Manuel Guerrero Escudero, entre os que há um soldado e um guarda civil, som apenas cinco das dúzias de violadores aos que lhes sae demasiado barato cometer agressons sexuais.

Falha a prevençom, falham os procedimentos e também falham as soluçons. Nom existe praticamente educaçom afetivo-sexual nas escolas, nom se ensina aos filhos a nom dar por feito que o corpo das mulheres é da sua propriedade, nom interessa entender que para muitos a sexualidade está baseada no que aprendem vendo porno, nom se tomam medidas porque as instituiçons nom querem que se faga.

As feministas nom ficaremos caladas, sairemos à rua para denunciar este novo ataque à nossa liberdade e inadmisível cumplicidade institucional. Só um feminismo organizado e de classe será quem de mudar a estratégia e começar a transformar este sistema patriarco-burguês.

Agora Galiza, no dia de hoje, apelam a participar nas concentraçons convocadas polo movimento feminista galego em várias vilas e cidades do país.

Avante a luita feminista!

Direçom Nacional de Agora Galiza

Comunicado nº9 do Manifesto Internacionalista de Compostela: LIBERDADE JESÚS SANTRICH

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9º comunicado do Manifesto Internacionalista de Compostela

LIBERDADE JESÚS SANTRICH

A detençom do Jesús Santrich pola Procuradoria, a petiçom dos Estados Unidos, pretende voar o Acordo de Paz assinado pola insurgência fariana e o Estado colombiano.

A acusaçom de narcotráfico da DEA é uma patranha sem a mais mínima consistência, visada para a justificar o incumprimento polo governo de Juan Manuel Santos do Acordo de Havana assinado em setembro de 2016.

Seusis Pausias Hernández, mais conhecido como Jesús Santrich, é um comandante guerrilheiro com décadas de compromisso e entrega à causa da classe trabalhadora, do campesinhado e o povo pobre colombiano, um militante comunista com umha vida ao serviço da Revoluçom Colombiana e a Pátria Grande Latinoamericana sonhada por Bolívar e Martí.

Dirigente do partido Força Alternativa Revolucionária do Comum [FARC], membro da  Comissom de Impulso e Verificaçom da Implementaçom dos Acordos [CSIVI], atualmente está detido na prisom de máxima segurança de La Picota de Bogotá à espera de umha possível extradiçom aos Estados Unidos.

O Manifesto Internacionalista de Compostela [MIC] manifesta a solidariedade internacionalista com Jesús Santrich, quem leva duas semanas em greve de fame para denunciar a sua detençom e evitar a sua extradiçom.

O Manifesto Internacionalista de Compostela [MIC] solicita a imediata liberdade de Jesús Santrich e de tod@s @s prisioneiros polític@s colombian@s, e o cessamento dos assassinatos de militantes das FARC por parte do paramilitarismo promovido e amparado polos aparelhos do Estado colombiano.

A solidariedade é a ternura dos povos!

25 de abril de 2018

AGORA GALIZA [Galiza]

CUP [Paisos Cataláns]

INICIATIVA COMUNISTA [Estado espanhol

PLATAFORMA LABORAL E POPULAR [Portugal]

1º de Maio, Dia do Internacionalismo Proletário. Classe Obreira em Pé!

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Publicamos editorial do Rebeliom Popular n°4.

1º de Maio, Dia do Internacionalismo Proletário

Classe Obreira em Pé!

O êxito eleitoral do novo reformismo tem contribuído para a desmobilizaçom popular. As ruas, as empresas e os centros de trabalho, voltárom a ficar em silêncio. A conflituosidade em ascenso da altura deu passo à pax social das promessas, declaraçons para a galeria sem percurso algum.

As grandes manifestaçons da mudança de década, estavam fraguando umha nova geraçom militante na luita de classes, movimentado amplos setores sociais na defesa dos direitos e conquistas atingidas, incrementando o nível de consciência socialmente compartilhado. O lento, mas tangível processo de radicalizaçom popular às políticas neoliberais do governo de Zapatero primeiro, e posteriormente de Rajói, foi substituido polo inofensivo parlamentarismo e os debates televisivos de sensacionalismo banal.

Porque o relato da “nova política” é um simples déjà vu, que sintetiza o mais adulterado discurso da socialdemocracia, fundido com as metafísicas modas imperantes post daquelas correntes de fachada esquerdista que negam os princípios medulares da causa obreira.

A classe trabalhadora como sujeito da transformaçom foi substituída polo inócuo e asséptico “cidadanismo” que nega a contradiçom antagónica entre proletariado/classe obreira/povo trabalhador e burguesia.

A organizaçom classista em espaços genuinamente operários e populares, foi substituída por falsas “unidades populares” que aglutinam as diversas fraçons das camadas intermédias e os aparelhos burocráticos desses microespaços políticos.

A estratégia a longo prazo de luita e confrontaçom com o inimigo, apoiada numha rede de estruturas que combinem o seu caráter aberto e de massas, com a existência de um partido revolucionário de vanguarda, foi substituída polo ilusionismo eleitoral que alimenta o imediatismo e a falsa normalidade democrática.

Porque embora tentem aparentar ser qualitativamente diferentes, tanto a nova política como o tradicional reformismo coincidem no essencial. Para ambos a mobilizaçom social é um mero recurso inserido numha estratégia de simples competência eleitoral que possibilite aceder à gestom das instituiçons burguesas e espanholas, para que as suas elites implementem umhas mornas políticas que remendem e paliem aquelas aristas mais agressivas do capitalismo. Simples alternáncia política sem questionar o quadro jurídico-político. Estratégia que só consolida a dominaçom e afasta a alternativa de ruptura com o regime de 78.

As consequências desta tendência tenhem sido nefastas para o povo trabalhador galego e para o projeto de libertaçom nacional da Galiza.

Debilidade do movimento operário

A crise do capitalismo senil, fundida com a multicrise do Estado espanhol, nom tem sido aproveitada como umha magnífica oportunidade polas organizaçons revolucionárias para alargarmos a nossa base de apoio, para crescer e desputarmos aos reformismos influência e hegemonias.

Mais bem todo o contrário, a crise tem golpeado a esquerda revolucionária galega, provocando o seu retrocesso até o residualismo atual. Negá-lo ou maquilhá-lo nom vai contribuir para a nossa recomposiçom e o processo de reconstruçom.

Somos conscientes que na Galiza de 2018 nom existe umha alternativa política anticapitalista de classe com capacidade de intervençom. Mas para avançar com êxito neste objetivo estratégico, cumpre evitar reproduzirmos alguns dos erros da nossa génesse há vinte anos, responsáveis pola posterior implosom.

Sabemos que nom existem atalhos, nem fórmulas mágicas. Devemos sermos um projeto genuinamente de classe, crescer entre o proletariado, as mulheres e a juventude operária e popular. Só alimentando-nos de classe operária, recrutando povo trabalhador para as nossas fileiras, estaremos em condiçons para evitarmos ser devorados polo vírus das políticas conciliadoras e pactistas que historicamente acompanham o desenvolvimento e intervençom do movimento obreiro.

Tarefas imediatas

Neste 1º de Maio temos que reafirmar sem complexos os princípios fundacionais do marxismo na aposta pola luita operária e popular como espaço prioritário de acumulaçom de forças, na alternativa socialista frente ao caos capitalista, na defesa intransigente do direito de autodeterminaçom.

Sem conquistarmos a República Galega, sem abandonarmos o Estado imperialista espanhol, sem um coerente feminismo de classe frente o poder patriarcal, nom é possível emancipar-nos, libertar-nos, sentar as bases para edificar umha nova sociedade.

Só a classe operária pode salvar-se a sim mesma. Organizada em forças políticas e sindicatos de classe. A nossa independência frente os difusos espaços interclassistas é umha necessidade indiscutível, umha reivindicaçom inegociável. Nom podemos delegar na pequena-burguesia “progressista”, nem nas suas castas burocráticas que levam décadas esterilizando o movimento popular galego em troques de perpetuar os seus privilégios.

Confrontar e deslindar com a “velha” e a “nova política” reformista é imprescindível para abrir caminho. A persistência e os princípios som as nossas melhores armas para inverter a resignaçom, o derrotismo e o marasmo da classe operária.

Até a vitória sempre!