PSOE PROMOVE INVOLUIÇOM REACIONÁRIA E MILITARIZAÇOM SOCIAL

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PSOE PROMOVE INVOLUIÇOM REACIONÁRIA E MILITARIZAÇOM SOCIAL
Ministério de Defesa e a Federaçom Espanhola de Municípios e Províncias [FEMP] assinam protocolo para que militares se incorporem à polícia municipal e passem assim a patrulhar as ruas das cidades e vilas galegas. 
Margarita Robles e Abel Caballero som os artífices desta proposta, justificada na necessidade de “paliar défice de polícias municipais”, mas realmente visada a militarizar o país para disciplinar povo trabalhador.
Agora Galiza alerta e condena umha decisom enquadrada na estratégia fascistizante de mais repressom e corte de liberdades, promovida pola oligarquia.

https://www.farodevigo.es/…/ayuntamientos-pali…/1934905.html

INTERVENÇOM DE PAULO VILA NO ATO POLÍTICO DO DIA DA PÁTRIA

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INTERVENÇOM DE PAULO VILA NO ATO POLÍTICO DO DIA DA PÁTRIA

Divulgamos discurso do camarada Paulo Vila no ato político convocado por Agora Galiza neste 25 de Julho.

Um pracer ter a oportunidade de intervir de novo no ato político organizado por Agora Galiza no Dia da Pátria.

Desde a esquerda revolucionária galega articulada à volta de Agora Galiza, insistimos na necessidade de que tem que ser o povo trabalhador galego quem decida o seu futuro.

Deve ser o povo trabalhador qum dirija a luita pola independência nacional e a construçom da República Socialista Galega, como única alternativa a este Estado corruto que condena a inmensa maioria da populaçom à precariedade, miséria e exclusom.

O Estado espanhol -um Estado herdeiro do franquismo-, que mantivo a sua estrutura intata após a farsa da “transiçom”, nega de maneira sistemática os direitos mais básicos da maioria da populaçom, e protege a burguesia com a força da legislaçom e das armas, enquanto esta aumenta a sua riqueza a custa da nossa sobre-exploraçom.

O regime bourbónico aposta por umha deriva claramente reacionária por mor da profunda multicrise que padece. A continua repressom contra manifestantes, a impunidade da ultradereita, o discurso ultranacionalista espanhol presente em todas as forças do regime, ou as políticas de cortes em direitos e liberdades que se aplicam polo Governo do Estado espanhol -for do PP ou do PSOE-, que provocam desemprego, desesperaçom e pobreza, som umha mostra de todo isto.

As detençons e as montagens policiais contra aqueles que falam alto e claro som cada vez mais habituais.

Reclamamos o fim do encadeamento d@s militantes independentistas galeg@s, o fim das políticas terroristas de dispersom que provocam sofrimento nom só ao presos, também aos seus familiares, e exigimos a sua imediata posta em liberdade.

A juventude galega temos cada vez mais problemas para sair adiante tanto no ámbito laboral, académico ou incluso no ámbito pessoal.

Somos as vítimas prioritárias destas nefastas políticas, os cortes na educaçom, a reforma laboral e a brutal exploraçom, condena-nos a emigrar como alternativa para procurar um futuro minimamente digno.

A juventude devemos assumir responsabilidades no combate polos direitos que nos nega o capitalismo. É de máxima importáncia organizarmo-nos e mobilizar-nos para procurar alternativas a este sistema e assim poder melhorar as nossas vidas.

O terrorismo machista e a legislaçom patriarcal continua a ser um grave problema para as mulheres trabalhadoras. A impunidade com a que contam os violadores e maltratadores para cometer estes crimes nom seria tal se nom contassem com umha “justiça” patriarcal que consinte e absolve aos responsáveis.

Somado a isto, a legislaçom patriarcal provoca que as mulheres trabalhadores sofram dumha maneira mais clara a precariedade laboral, o desemprego, a pobreza e a exclusom social.

Companheiras e companheiros, nom podemos deixar-nos enganar polo fetichismo eleitoral, nem pola via institucional que promovem as forças reformistas e socialdemocratas. Estes partidos nom suponhem nengum perigo para o Estado já que nom estám dispostos a quebrar com o atual quadro jurídico-político do regime de 78.

A mudança nunca poderá chegar unicamente desde as instituçons burguesas, senom luitando nos centros de trabalho e nas ruas.

A alternativa nom está na reforma dum Estado que nom se pode democratizar, nem em sacar do governo ao PP ou ao PSOE, a saída está em derrubar o Estado na sua totalidade.

Camaradas, devemos ir a raíz do problema, e luitar polo cumprimentos dos nossos objetivos.

De Agora Galiza apostamos pola unidade do conjunto do povo trabalhador galego na luita por quebrar o quadro político e económico, reclamar a nossa independência nacional, para criar umha nova Galiza, soberana e justa.

Devemos por fim dumha vez aos modelos antipopulares e fracassados, como o autonómico atualmente vigorante, que legitimam e permitem a opressom e contínuo saqueio por parte do Estado espanhol.

Queremos derrubar o regime de 78 e construír umha República socialista onde os homens e as mulheres sejamos livres, um país onde exista igualdade real, sem machismo nem patriarcado, um país que seja solidário com todos os povos do mundo.

A rebeliom popular é o caminho!

Abaixo o regime de 78!

Viva Galiza ceive, feminista e socialista!

AGORA GALIZA RECLAMOU RUTURA DO REGIME DE 78 E UM BLOCO POPULAR ANTIFASCISTA

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(ATO DIA DA PATRIA) AGORA GALIZA RECLAMOU RUTURA DO REGIME DE 78 E UM BLOCO POPULAR ANTIFASCISTA

Por segundo ano consecutivo a esquerda revolucionária galega comemorou o Dia da Pátria com umha concentraçom-ato político realizado na praça 8 de marco de Compostela, Frente à processom do autonomismo, e as diversas “competências” da esquerda pseudoruturista, Agora Galiza defendeu a alternativa revolucionária do independentismo socialista e feminista galego.
No ato fôrom divulgadas as saudaçons recebidas de forças e partidos amigos de Andaluzia, Brasil, Chile, Equador, Estado espanhol, País Basco, Paraguai, Portugal, da República Dominicana e da Venezuela, assim como do MIC [Manifesto Internacionalista de Compostela].

No ato fôrom divulgadas as saudaçons recebidas de forças e partidos amigos de Andaluzia, Brasil, Chile, Equador, Estado espanhol, País Basco, Paraguai, Portugal, da República Dominicana e da Venezuela, assim como do MIC [Manifesto Internacionalista de Compostela].


O ato político foi aberto por Paulo Vila quem defendeu frentre o eleitoralismo e parlamentariamo, a estratégia de luita obreira e popular, dirigida pola classe trabalhadora galega como a única via para conquistar o futuro.


O encerramento do ato correspondeu a Carlos Morais, quem analisou as causas da situaçom de desfeita do movimento popular galego, e manifestou que frente à deriva reacionária do regime é necessário levantar um bloco popular antifascista.


Com a queima de umha figura tamanho natural de Felipe VI, finalizou o ato organizado promovido por Agora Galiza.


Posteriormente tivo lugar no parque de Bonaval um jantar de confraternizaçom.

(video da queima da figura do Felipe VI)

[VÍDEO]25 de Julho, Dia da Pátria Xaque ao regime de 78.República Socialista Galega!

Publicada por Agora Galiza en Miércoles, 25 de julio de 2018

Comunicado nº 95: 1936-2018, nem esquecemos nem perdoamos! Esmaguemos o fascismo

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1936-2018, nem esquecemos nem perdoamos!

Esmaguemos o fascismo

Passárom 82 anos, mas as consequências do golpe de Estado fascista executado polo exército, e apoiado pola bloco oligárquico conformado pola burguesia industrial, financieira e terratenente, a aristocracia e a hierarquia católica, continuam pleamente vigentes na sociedade galega de 2018.

Na Galiza atual continuam governando os netos dos que promovérom o holocausto iniciado no verao de 1936, os que matárom perto de 10 mil compatriotas, os que violárom milhares de mulheres, vejárom e torturárom com sanha todo aquele que nom comungasse com o projeto totalitário franquista, incautárom bens para o seu enriquecimento pessoal, forçárom o exílio do melhor do nosso povo e da nossa classe, prendérom e encadeárom dezenas de milhares de trabalhadoras e trabalhadores inçando o país de prisons e campos de concentraçom, os que destruírom as tímidas conquistas, direitos e liberdades, os que sementárom fame, doenças, dor e emigraçom, os que provocárom um retrocesso de décadas no desenvolvimento económico e social do nosso país.

Na Galiza de 2018 continuam governando os mesmos que com sangue, balas, masmorras, óleo de ricino, incautaçom e repressom, cerceárom o processo de auto-organizaçom social e política do povo trabalhador galego.

Hoje, mutados em “democratas” de toda a vida, presentes em todos os partidos sistémicos do regime postfranquista, defendem a perpetuaçom dos idênticos interesses económicos que provocárom a guerra de classes de 1936-1939, que na Galiza foi umha autêntica guerra de extermínio, um genocídio.

A pedra angular do regime continuador de 18 de julho de 1936 é a monarquia bourbónica imposta por Franco em 1969. Primeiro na figura do neto do rei expulso polas massas em abril de 1931, e atualmente o filho do caçador de elefantes e multimilionário a custa da sua atividade criminal.

A absoluta impunidade da prática delitiva da família real espanhola é a metáfora mais nítida da ilegitimidade do atual regime, mas também da impossibilidade de transformá-lo empregando as cartas trucadas do cretinismo parlamentar e a conciliaçom institucional, inerente à pseudoesquerda hegemónica no movimento popular.

A cultura política falangista impregna a prática totalidade das forças com representaçom parlamentar de caráter estatal, na sua defesa intransigente do chauvinismo e supremacismo espanhol e o feroz combate ao direito de autodeterminaçom dos povos.

No 82 aniversário da infame vitória do terrorismo fascista, a esquerda revolucionária galega quer homenagear o povo trabalhador galego que nas cidades, aldeias e montanhas, desde os primeiros dias resistiu com as armas na mao o golpe, e que posteriormente, na luita clandestina em fábricas, campos e centros de trabalho, em combinaçom com a forma de luita guerrilheira, combateu sem trégua o fascismo.

Quem a partir da década de sessenta do século XX sentou as bases da reorganizaçom operária, nacional e popular, quem até a atualidade mantém ao vento que a luita é o único caminho, quem nom se deixa arrastar polas políticas conciliadoras e pactistas com os responsáveis da perpetuaçom do ilegítimo Reino de Espanha.

Agora Galiza nom pode deixar de homenagear quem desde o exílio mantivo incólume a dignidade e legitimidade da Naçom Galega durante décadas, sem capitular nem arriar bandeiras, sem conciliar com o inimigo.

Todas elas, todos eles, som exemplos heróicos e inexcusáveis referentes da luita pola Revoluçom Galega.

Hoje, quando a involuiçom reacionária avança no Estado espanhol, e o fascismo revive em média Europa, a luita antifascista de orientaçom anticapitalista e socialista recupera plena vigência e atualidade.

Xaque ao regime de 78!

República Socialista Galega!

Direçom Nacional de Agora Galiza

Na Pátria, 16 de julho de 2018

Comunicado 25J 2018: XAQUE AO REGIME DE 78. República Socialista Galega!

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XAQUE AO REGIME DE 78

República Socialista Galega!

A monarquia bourbónica é a pedra angular do atual regime espanhol. A monarquia foi imposta por Franco em 1969 para perpetuar a legitimidade da “legalidade” imposta pola vitória militar do fascismo em abril de 1939.

A monarquia foi posteriormente legitimada polos partidos sistémicos no ignominioso pacto da denominada “transiçom”, que maquilha entre 1975-1982 o quadro jurídico-político do totalitarismo franquista.

A chamada “reforma política espanhola” nom foi legitimada polo povo trabalhador galego, que nom ratificou nem a constituiçom de 1978 nem posteriormente o Estatuto de Autonomia de 1981 que perpetua a nossa dependência nacional.

Na reforma promovida polo bloco de classes oligárquico foi blindada a acumulaçom de Capital atingida no saqueio dos “40 anos de paz”, assim como a unidade territorial “indivisível” do Estado espanhol.

Umha modificaçom legislativa em muitos casos meramente superficial e epidérmica, ratificou a metamorfose do franquismo, nesta “democracia” burguesa tutelada polos mesmos poderes fácticos que promovérom, apoiárom e se beneficiárom do regime fascista: a burguesia industrial, financieira e terratenente, a Igreja católica, a casta militar e a aristocracia parasita.

Para blindá-la, nom só impugérom a atual Constituiçom e umha tímida descentralizaçom administrativa que nega o direito de autodeterminaçom dos povos, também aprovárom a lei de amnistia em outubro de 1977 [autêntica lei de ponto final] dotando de imunidade e impunidade todos os responsáveis de quatro décadas de crimes e delitos: roubos e incautaçom ilegal de propiedades individuais e coletivas, assassinatos, desapariçons, torturas, violaçom sistemática dos direitos humanos, etc.

Para poder lográ-lo contárom com a cumplicidade dos principais partidos da “esquerda” reformista [PSOE e PCE] e da burguesia basca e catalana [PNB e CiU].

Porém,o atual regime emanado do franquismo padece umha profunda multicrise no ámbito institucional, político e económico, que pretende ser superada mediante umha nova involuçom reacionária similar à imposta com o autogolpe de estado de 1981.

A Coroa é a chave do processo em curso que pretende impor umha nova recentralizaçom que derrote as reivindicaçons nacionais da Galiza e do resto de povos oprimidos, e domesticar a classe trabalhadora com um conjunto de medidas excecionais visadas para discipliná-la e anulá-la como sujeito histórico.

O discurso chauvinista que empapa o relato dos principais partidos sistémicos [PP, PSOE, Podemos/IU e Cs] contribui para desviar a atençom dos problemas reais e ocultar as causas e responsáveis da depauperaçom de amplos setores populares, o saqueio do fundo de pensons, e a preparaçom de um clima de desmobilizaçom social que permita implementar sem grandes resistências as novas reformas laborais e cortes em direitos e liberdades que reclama o Ibex 35, o FMI e a UE.

A corruçom geralizada que carateriza a elite de bandidos e criminais que nos governa alimenta o populismo reacionário, a repressom contra toda forma de disidência, geram o clima de involuçom política e social da antesala do fascismo.

Perante este cenário, a “normalidade democrática” com a que agem as forças da “esquerda” institucional [Mareas, BNG, Podemos/IU] só contribui para reforçar o regime de 78.

Mais alá da pura retórica sem praxe coerente, estas forças nom pretendem nem procuram tombar o regime de 78. Alimenta esse ilusionismo de que é factível reformar e regenerar o sistema mediante maiorias aritméticas eleitorais nas instituiçons burguesas.

A teimuda realidade constata e verifica que é intrascendente que PP ou PSOE, com ou sem os seus aliados, se responsabilicem de gerir o regime de 78.

Nom se trata de sacar o PP do governo para substituí-lo polo PSOE e aliados, sem tombarmos o regime de 78 todo seguirá sem variaçons substanciais e modificaçons tangíveis.

Perante este cenário tam adverso,é imprescindível avançar na reconstruçom da esquerda revolucionária galega.

Perante este cenário tam preocupante, é fundamental levantar um muro antifascista de inequívoco componente anticapitalista e socialista, nom para defender a “democracia ameaçada”, e sim para vertebrarmos umha alternativa revolucionária frente a esta ditadura burguesa em deriva autoritária capitaneada pola monarquia bourbónica.

Eis polo que Agora Galiza, sob a legenda XAQUE AO REGIME DE 78. República Socialista Galega!, convocamos vindouro 25 de Julho, no Dia da Pátria umha concentraçom e ato político.

Será às 13 horas na praça 8 de Março de Compostela.

Direçom Nacional de Agora Galiza

Na Pátria, 2 de julho de 2018

Comunicado nº 1 de Agora Galiza da Lourinha: NOM ARRUGAMOS FRENTE AMEAÇAS FASCISTAS DO PP DE MÓS E DOS COLABORACIONISTAS DA “PSEUDOESQUERDA” SISTÉMICA

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NOM ARRUGAMOS FRENTE AMEAÇAS FASCISTAS DO PP DE MÓS E DOS COLABORACIONISTAS DA “PSEUDOESQUERDA” SISTÉMICA

A maioria absoluta do PP no Concelho de Mós, da que desfruta desde que em 2009 promoveu umha moçom de censura com um transfuga do PSOE, vai acompanhada por umha prática chulesca e despótica, por parte de alguns dos seus mais destacados concelheiros.

A aprovaçom de umha moçom apresentada polo PP no Pleno do Concelho de Mós, na segunda-feira 25 de junho, contra umhas presuntas “ameaças, calúnias e insultos” contra Óscar Soto Abadim, só procura desviar a atençom dos verdadeiros problemas do Concelho e das responsabilidades da alcaldesa Nídia Arévalo na ruína das arcas municipais.

A política espetáculo, com apoio aberto dos meios de [des]informaçom, está especializada em gerar realidades virtuais que perpetuem a dominaçom alienante do povo trabalhador e fechem qualquer perspetiva de emancipaçom coletiva.

Para lográ-lo devem domesticar e integrar no seu jogo a “pesudoesquerda” institucional, e criminalizar quem verdadeiramente luita sem mais satisfaçom que o dever de cumprir com os anseios da maioria social.

O PP é umha organizaçom criminal, com um pouso ideológico fascista, herdeiro do golpe de estado de 1936 que ainda se nega a condenar. É o partido que nom apoia a ilegalizaçom da Fundaçom Francisco Franco e a retirada do ditador do Val dos Caídos, que nom aplica a lei da Memória Histórica.

O PP é o partido da Gürtel, da Lezo, de Nóos, de Bárcenas, da Operaçom Zeta, da Púnica, da Palma Arena, da Patos, etc, de centenares de cargos e dirigentes presos e encausados polo roubo sistemático do património público, responsável pola aplicaçom das receitas económicas neoliberais que só provocam desemprego, precariedade laboral, emigraçom, pobreza e miséria.

É o partido da Lei Mordaça e da repressom, da manipulaçom dos meios de comunicaçom, da censura, das mentiras goebbelianas.

O PP é o partido do rascismo e a xenofobia, o partido do despreço do nosso idioma e cultura, da assimilaçom espanhola da Galiza.

O PP é o partido do “patriotismo espanhol” especializado em defraudar impostos e desviar o roubado a paraisos fiscais.

Que legitimidade pode ter o PP condenando violências abstratas quando apoia entusiasticamente todas as guerras de rapina promovidas pola OTAN e o imperialismo? Quanto cinismo e hipocrisia!

Como pode pois, o PSOE, o BNG e os dous concelheiros tránsfugas de Mós, apoiarem a moçom do PP?

É umha burla à classe trabalhadora que bem intencionadamente apoiou estas forças, que à hora da verdade lhe fagam a cama a Nídia Arévalo e ao resto da máfia dos poderes fáticos de empresários, especuladores, promotores imobiliários, que configuram o PP de Mós, atualmente centrados em expropriar terras para instalar a cidade desportiva do dono do Celta, num “macropelotaço” urbanistico de manual.

É deleznável que GañaMós se abstenha, e solicite tramitar denúncia nas forças repressivas a quem exercita o direito inalienável à liberdade de expressom. Quanto oportunismo canalha!

Paulo Vila e Paulo Peres Lago som dous vizinhos de Mós sobradamente conhecidos polo seu compromisso insubornável na defesa dos interesses e necessidades do povo trabalhador.

A franquia do PP de Génova em Mós pode promover moçons delirantes, com apoio ativo e passivo da oposiçom vitrtual que a nível municipal prefire fechar fileiras com os fascistas em falsas unidades populares justificadas no “bem comum”, em vez de denunciá-los como responsáveis da desfeita que supom para o Concelho a A-55

Umha domesticada oposiçom que prefire lavar a cara da organizaçom mafiosa de Lídia Arévalo e Óscar Soto nas responsabilidades do PP na violência machista, ou no fechamento da empresa “Maderas Iglesias”.

Agora Galiza da Lourinha respalda os nossos camaradas que estám padecendo umha campanha de perseguiçom polos fascistas locais, de criminalizaçom, sinalamento e linchamento, similar a que no verao de 1936 sofrérom polos falangistas centos de mulheres e homens de Mós, por defenderem as liberdades e as conquistas sociais e laborais atingidas no período republicano.

Por muito que ladre Óscar Soto e os seus matons, nom calarám a esquerda independentista galega de Mós, que nom cansaremos de caraterizar o PP como umha perigosa banda fascista.

Agora Galiza da Lourinha

Na Lourinha, 28 de junho de 2018

COMUNICADO nº 93 de Agora Galiza: 27 de junho, 87 aniversário da proclamaçom da Iª República Galega. VERMELHA E SOBERANA

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27 de junho, 87 aniversário da proclamaçom da Iª República Galega
VERMELHA E SOBERANA

A menos de três meses da instauraçom do regime republicano -que no Estado espanhol susbtitui a corrupta e criminal monarquia bourbónica-, nom demorárom as novas autoridades em agravar a Galiza.

Umha onda de indignaçom operária e popular percorreu a coluna medular da Pátria. A Póvoa de Seabra, o Ourense de Jesusa Prado e António Fernández Carnicero, a Compostela de Carnero Valenzuela, Eduardo Puente “O Nécoras” e Pedro Campos Couceiro, o Carvalhinho de Ernesto Atanásio “O Corcheiro”, saírom as ruas perante a aldraje centralista que tinha paralisado as estratégicas e vitais obras do caminho de ferro Corunha-Compostela-Ourense-Samora.

Era 27 de junho de 1931, quando na capital da Galiza umha greve geral de orientaçom revolucionária promovida polo proletariado galego, proclama a 1ª República Galega.

Umha massa de homens e mulheres da Compostela do Trabalho, após terem assistido a um grande comício na Alameda, dirigem-se à praça do Obradoiro para posteriormente ocuparem as instalaçons municipais do paço de Rajói.

Antom Alonso Rios é nomeado primeiro presidente da Junta Revolucionária da República Galega numha jornada de indiscutível releváncia histórica, que a historiografia espanhola e autonomista deliberadamente continuam ocultando.

Mas umha hábil e veloz manobra do governo espanhol, reiniciando as obras do ferrocarril, desativa o desenvolvimento do movimento insurrecional.

Embora a proclamaçom da nossa independência nacional foi efémera, 27 de Junho deve ser umha data fundamental do calendário galego, que trascende a simples declaraçom simbólica e anedótica.

Hoje, quando o postfranquismo procura a sua estabilizaçom e legitimaçom mediante a aplicaçom da alternância política do “bipartidarismo a quatro”, é umha fraude qualquer programa que desde o campo da “esquerda” defenda umha sociedade justa e livre, se renúncia a tombar o regime de 78 e favorecer o exercício do direito de autodeterminaçom, sem condiçons nem restriçons.

Para os interesses da classe trabalhadora, das mulheres e da juventude, para o futuro da Naçom galega, é pouco mais que irrelevante que PP ou PSOE ocupem o palácio da Moncloa.

O Conselho de Ministros do novo governo espanhol do PSOE está configurado à medida dos interesses do Grande Capital e das políticas reacionárias e antipopulares da UE.

Vai manter similares políticas às aplicadas por M ponto Rajói, embora maquilhadas com umha retórica “progre”.

Depositar esperanças e expetativas no governo neoliberal e chauvinista de Pedro Sánchez nom passa de meras ilusons, que só provocarám frustraçom e desmobilizaçom popular, facilitando assim a chegada do neofalangismo representado por C´s.

Sem recuperarmos a soberania conculcada por Espanha e a UE, nom há a mais mínima possibilidade de implementar um programa de reformas visadas para melhorar as condiçons de vida, recuperar e alargar os direitos sociais e as liberdades do conjunto do povo trabalhador galego.

Carece de percorrido algum toda aquela estratégia que, reivindicando mudanças e transformaçons sociais, nom se incardina na defesa intransigente dumha Pátria soberana. Sem proclamarmos a 2ª República Galega nom podemos construir um País com justiça social.

Neste 87 aniversário da proclamaçom da 1ª República Galega, Agora Galiza quer contribuir para dignificar a figura de Antom Alonso Rios [Silheda 1887-Buenos Aires 1980], primeiro presidente republicano galego e último presidente do Conselho da Galiza, o nosso legítimo governo no exílio durante a “longa noite de pedra”.

Antom Alonso Rios representa a coerência e resistência nacional, a luita antifascista, a Galiza rebelde, republicana e combativa, que nom claudica nem capitula.

Só umha República Galega de caráter socialista e feminista pode abrir o caminho a umha nova Galiza com justiça social, liberdades e plenos direitos. A pola Segunda!

Direçom Nacional de Agora Galiza

Na Pátria, 23 de junho de 2018

10º comunicado do Manifesto Internacionalista de Compostela: ANDALUZIA ACOLHEU 2º PLENÁRIO DO MIC

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ANDALUZIA ACOLHEU 2º PLENÁRIO DO MIC

Reafirmar e reforçar o Manifesto Internacionalista de Compostela [MIC], como espaço de articulaçom internacional de forças, coletivos e partidos políticos anticapitalistas e revolucionários, é umhas das principais decisons adotadas no Plenário realizado sábado 9 de junho em Andaluzia.

O Centro Andaluz do Povo Blas Infante de Granada acolheu o segundo Plenário do MIC, no que se ratificárom as ideias força de que “só umha estratégia de luita operária, popular e nacional de caráter ruturista, encaminhada à tomada do poder, poderá assegurar cumprir as reivindicaçons e demandas da maioria social e dos povos”.

Na reuniom foi realizado um balanço do 11 meses de andaina e aprovado um protocolo organizativo.

Com a aprovaçom dos Estatutos, o Plenário o MIC dotou-se de um Comité Executivo que a partir de agora tem encomendadas as tarefas de dinamizar e coordenar as atividades e iniciativas conjuntas.

Nos próximos dias o MIC dotará-se de meios de comunicaçom próprios na rede, para divulgar o espaço internacionalista que representamos, e iniciará um conjunto de contatos políticos para alargá-lo com a integraçom de novas organizaçons.


11 de junho de 2018

Comunicado nº 92. Moçom de censura contra M ponto Rajói: manobra de distraçom sem percorrido transformador

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Comunicado nº 92

Moçom de censura contra M ponto Rajói: manobra de distraçom sem percorrido transformador

A anunciada moçom de censura contra o governo de M. Ponto Rajói, promovida polo PSOE, só facilitará a recomposiçom do regime.

O apoio anunciado por Podemos, e polos grupos parlamentares das organizaçons nacionais da Catalunha e do País Basco, asseguram o possível sucesso aritmético da iniciativa.

Porém, esta operaçom pretende gerar umha nova falsa ilusom entre a classe trabalhadora e o conjunto das camadas populares empobrecidas polas políticas ultraliberais do PP.

A alternáncia política da pseudemocracia bourbónica serve para reforçar o corrupto e criminal regime postfranquista, mas carece de percorrido algum para adotar as mais básicas medidas visadas para a sua transformaçom.

O novo governo carecerá de capacidade e vontade política, porque nom passará de aplicar simples retoques cosméticos que aparentarám mudanças para que todo continue igual.

O PSOE de Pedro Sánchez, Susana Díaz e Abel Caballero, é o mesmo partido que aprovou a reforma laboral contra o conjunto do povo trabalhador, que iniciou a privatizaçom da sanidade e da educaçom, que facilitou os cortes na proteçom social e a perda de poder aquisitivo das pensons, que apoia o artigo 155 que tem intervido o autogoverno catalám. O PSOE é um partido profundamente chauvinista espanhol e portanto negador do direito de autodeterminaçom da Galiza, que mais alá da retórica está cómodo com a lei mordaça, a criminalizaçom do movimento popular, os diktados macroeconómicos de Bruxelas e do FMI, as intervençons imperialistas da NATO.

PSOE é um partido do regime, submisso ao Ibex 35, incapacitado para promover nem a mais elementar “regeneraçom democrática”.

Para assegurar o sucesso da moçom de censura já tem garantido os apoios de Podemos, ERC, PdCat e Compromís, e deve optar ou bem polos 5 votos do PNB, ou bem polos 2 de Bildu e o voto de Coaliçom Canária e Nueva Canarias, até atingir os 176.

Mas isto é intrascendente para os interesses da classe obreira, das mulheres trabalhadoras e da naçom galega. É simples política espectáculo para anestesiar a luita e deslocar o conflito das ruas.

Agora Galiza tem claro que esta operaçom novamente pretende continuar a adormecer o povo trabalhador, susbtituíndo a sua imensa capacidade de luita por umha saída “palaciana”, que procura recompor o agravamento da crise de legitimidade do regime perante as continuas detençons e condenas de dirigentes do PP polas suas práticas mafiosas e criminais.

Que nom nos enganem pretendendo fazer-nos acreditar que o problema é o PP, para assim proteger e salvar o regime de 78 e a sua monarquia ilegítima.

A profunda crise do postfranquismo carece de saída institucional. O plano estratégico da oligarquia contempla no seu horizonte imediato seguir aprofundando na viragem reacionária e autoritária.

A moçom de censura só servirá para ganhar tempo e adiar que o neofalangismo laranja ganhe as eleiçons, e portanto se imponha em Madrid um governo de indiscutível caráter ultrareacionário.

Porque a incapacidade e vontade para resolver a grave situaçom que atravesa o povo trabalhador no quadro do capitalismo, os compromissos do PSOE e em menor medida de Podemos com a “unidade indivisível” do espaço de acumulaçom e expansom de capital denominado Espanha, som foguetes sem pólvora, carregados de falsas expetativas que só provocarám mais deceçom e frustraçom, o caldo de cultivo perfeito para o crescimento de C´s.

Agora Galiza considera que só a luita de massas do povo trabalhador organizado, unido e movimentado sob um programa anticapitalista, feminista e de libertaçom nacional, poderá despreender-se da oligarquia e do seu regime.

A greve geral convocada pola CIG para vindouo 19 de junho é umha magnífica ocasiom para ensaiar a rebeliom obreira e popular que tombe o regime, abra um processo constituínte e instaure um governo obreiro e popular, patriótico e feminista.

Achamo-nos numha situaçom alarmante, no preámbuilo de um fascismo de novo cunho. É a alternativa nom som falsas unidades em defesa dos “direitos democráticos ameaçados”, e sim unidade de açom antifascista sob um programa revolucionário anticapitalista e socialista.

Direçom Nacional de Agora Galiza

Na Pátria, 25 de maio de 2018

Comunicado nº 91 de Agora Galiza: Sentença da Gürtel confirma caráter criminal do PP e do regime bourbónico

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Sentença da Gürtel confirma caráter criminal do PP e do regime bourbónico

A condena a prisom de 19 altos responsáveis do PP e empresários, promotores da trama de financiamento ilegal mediante ajudicaçons de contratos por comissons, confirma umha evidência inquestionável: o partido de Rajói e Feijó é umha organizaçom criminal.

Porém, Agora Galiza nom se soma ao coro de apluasos. Com esta sentença -aparentemente exemplar, a “Audiência Nacional” procura basicamente dous objetivos:

1º- Legitimar o regime da segunda restauraçom bourbónica perante a profunda crise de legitimidade que arrasta.

A superestrutura do Estado espanhol pretende com estas operaçons de marqueting transmitir a falaz existência de divisom de poderes e a ”independência” do poder judicial do poder político.

2º- Acelerar o recâmbio do PP por Ciudadanos. As fraçons hegemónicas da oligarquia necessitam com celeridade substituir o desgastado e desacreditado PP polo novo falangismo de Albert Rivera. Esta sentença contribui para dinamitar o PP e promover o travasse de quadros para o partido laranja.

Os meios de [des]informaçom da burguesia -tanto os claramente reacionários comos os pseudoprogressistas-, insistem no caráter exemplar da condena. Mas a realidade é bem distinta do que nos pretende transmitir.

As “duras” penas que nalguns casos superam o meio século, ficarám em pouco mais de dez anos para a prática totalidade dos 19 condenad@s.

A política de indultos e reduçom de condenas para os ricos e fraçons de apoio, fai parte do caráter intrinsicamente classista da justiça que padecemos: umha justiça burguesa, patriarcal e chauvinista espanhola.

A sentença confirma a existência da caixa B de financiamento do PP, reconhece o seu caráter criminal, mas deliberadamente evita iniciar o processo de ilegalizaçom do PP.

A sentença vem precedida pola detençom de Eduardo Zaplana  -ex-porta-voz do PP nas Cortes espanholas, ex-ministro do Governo de Aznar e ex-presidente da Generalitat Valenciana-, e pola detençom de familares diretos de Juan Cotino, ex-diretor da Polícia espanhola, quem também está sendo investigado na trama de branqueio de capitais.

A intencionalidade da sentença pretende exculpar o regime da corrupçom geralizada desta cloaca chamada Espanha, busca proteger as elites económicas, financieiras e políticas do postfranquismo, basicamente a Casa Real, para ganhar tempo que permita a consolidaçom da recomposiçom reacionária em curso.

Com a aprovaçom ontem dos orçamentos gerais do Estado polos votos do Partido Nacionalista Basco [PNB], M ponto Rajói e o seu governo de bandidos tem margens para continuar.

Nem Espanha nem o capitalismo se podem reformar. As forças da esquerda institucional continuam hipotecadas polo eleitoralismo e o cretinismo parlamentar, alimentando a falsa alternativa de termos que escolher entre PP/C´s ou PSOE/Podemos.

Essa estratégia só contribui para gerar falsas ilusons entre a classe obreira e o povo trabalhador, em acreditar que se podem realizar transformaçons ocupando as instituiçons do inimigo, e mediante um processo de mudanças paulatinas democratizar o regime e implemantar políticas ao serviço das maiorias.

A segunda restauraçom bourbónica só pode ser derruvada desde o exterior das suas entranhas, com um povo trabalhador organizado, ativo, unido e movimentado, mediante umha estratégia de confrontaçom e convergência assentada na luita operária, nacional e feminista.

A greve geral do vindouro 19 de junho é umha magnífica ocasiom para gerar espaços de luita, para realizar um treino de massas que permita superar o amorfismo da classe obreira, iniciar a sua recomposiçom, a recuperaçom do seu protagonismo e direçom, deslocando as políticas timoratas e acomplexadas que caraterizam as orientaçons hegemónicas da esquerda institucional.

Direçom Nacional de Agora Galiza

Na Pátria, 24 de maio de 2018