Comunicado nº 142. SOLICITAMOS A TODAS AS FORÇAS ANTIFASCISTAS NOM COLABORAR COM O “PUCHEIRAÇO” DE FEIJÓ

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SOLICITAMOS A TODAS AS FORÇAS ANTIFASCISTAS NOM COLABORAR COM O “PUCHEIRAÇO” DE FEIJÓ

A medida que se aproxima a data de 12 de julho, som cada vez mais as vozes que denunciam que a convocatória eleitoral autonómica está amanhada.

Todo processo eleitoral burguês carece per se, das garantias mínimas que permitam às forças de caráter operário e popular concorrer em igualdade de condiçons. Os poderes económicos, mediante variados mecanismos, controlo dos meios de [des]informaçom burgueses, injeçons económicas e empréstitos beneficiosos dos bancos, impossibilitam umha campanha eleitoral limpa.

A esta situaçom estruturalmente desvantajosa da pseudodemocracia burguesa, devemos agregar -no caso concreto das anunciadas eleiçons da Comunidade Autónoma Galega, um conjunto de perversos truques visados para que o PP logre revalidar a maioria absoluta.

A decisom adotada pola “Junta Eleitoral Central”, permitindo o voto no domicílio, sem mais controlo que o funcionário de Correios responsabilizado de colher o envelope, é umha trampa que facilitará a continuidade de Feijó em Sam Caetano.

Resulta paradoxal que se denuncie esta estratagema eleitoral, mas nom apostar em forçar um adiamento do processo eleitoral, mediante um “plantom”.

Agora Galiza-Unidade Popular apela para oposiçom institucional e o conjunto das forças antifascistas, a nom apresentar candidatura para desmontar o engano em curso.

Todas as candidaturas que concorram 12 de julho, serám cúmplices destas eleiçons amanhadas, absolutamente adulteradas, carente das exigíveis condiçons sanitárias e socio-económicas, perturbadas pola pandemia em curso.

Em situaçons excecionais há que adotar decisons e medidas excecionais. Só o insaciável apetite de dividendos das burocracias e aparelhos políticos dos partidos da oposiçom institucional, justifica que colaborem no grande engano de Feijó. Vam a umha batalha que sabem de antemao estar inexoravelmente perdida.

É agora quando há que reagir, com coragem e audácia. De nada servirám no 13 de julho os hipócritas lamentos, os cínicos diagnósticos, e a irrespeituosa desqualificaçom sobre os comportamentos eleitorais do nosso povo.

Um “plante” da oposiçom, impossibilitaria as eleiçons na data habilmente escolhida pola reaçom, debilitaria Feijó, e permitiria contribuir a gerar umha atmósfera subjetiva visada para recuperar a iniciativa política operária e popular, abrindo um ciclo de mobilizaçom e luita.

Direçom Nacional de Agora Galiza-Unidade Popular

Na Pátria, 4 de junho de 2020

Comunicado nº 141. “PLANTOM” ANTIFASCISTA ÀS ELEIÇONS TRAMPA DE 12 DE JULHO

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“PLANTOM” ANTIFASCISTA ÀS ELEIÇONS TRAMPA DE 12 DE JULHO

Pola excepcionalidade que padecemos, nom existem as “mínimas condiçons democráticas” para realizar as eleiçons autonómicas, convocadas para 12 de julho por Alberto Nuñez Feijó.
Assim o manifestamos há duas semanas. Os posteriores movimentos do PP constatam e ratificam a necessidade de um “plantom”.

A crise sanitária em curso, os graves problemas socioeconómicos derivados dos ERTEs, dos despedimentos, do fechamento de grandes empresas como Alcoa, o estado de shock derivado do confinamento, a férrea censura e manipulaçom goebbeliana, unido à desestabilizaçom golpista que Feijó nom condena, impossibilita que a pre-campanha e a campanha eleitoral, se podam celebrar garantindo as “mínimas condiçons democráticas”, na lógica do parlamentarismo burguês.

Som umhas eleiçons amanhadas polo PP, nas que de partida já está garantido que Feijó revalidará a maioria absoluta atual.

As propostas lançadas pola maquinária eleitoral do PP, restringindo o período e o modelo de campanha, solicitando o voto nos domicílios sem presença de interventores e apoderados, as dificuldades de movimento para aceder aos colégios eleitorais, nom só endurecem e adulteram as já de por si restritivas condiçons habituais, som a crónica de um “pucheiraço” anunciado.

As eleiçons de 12 de julho estám amanhadas. Serám umha monumental fraude que facilitarám 4 anos mais de políticas antipopulares e antigalegas por parte da camarilha fascista empoleirada no aparelho de dominaçom autonómico.

Participar nesta farsa é sinónimo de entregar em bandeja de prata a Feijó a perpetuaçom do seu projeto reacionário.

Agora Galiza-Unidade Popular apela à oposiçom institucional e o conjunto das forças antifascistas, a nom apresentar candidatura para desmontar o engano em curso.

Nestas condiçons, a única posiçom coerente para evitarmos mais quatro anos de desfeita socio-laboral, económica, meio-ambiental e cultural, de privatizaçons e perda de conquistas e direitos, é nom participar nesta trampa eleitoral.

Apelamos ao conjunto das forças antifascistas galegas a nom avalar a trampa eleitoral com a que o PP pretende perpetuar-se. Um “plante” da oposiçom impossibilitaria as eleiçons de 12 de julho.

Direçom Nacional de Agora Galiza-Unidade Popular.

Na Pátria, 29 de maio de 2020

CHAMAMENTO PERANTE A EMERGÊNCIA SANITÁRIA INTERNACIONAL Covid-19

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Agora Galiza-Unidade Popular suscreve documento que denúncia os bloqueios e as guerras imperialistas. 

Galiza representada no manifesto internacional assinado por dúzias de partidos comunistas e operários de todo o mundo.

CHAMAMENTO PERANTE A EMERGÊNCIA SANITÁRIA INTERNACIONAL Covid-19

Os Partidos Comunistas e Obreiros que subscrevemos este CHAMAMENTO dizemos:

O agravamento da situaçom internacional, derivada da imparável crise capitalista mundial, que hoje se expressa no colapso dos sistemas sanitários que se extende polos distintos países, require de umha decidida acçom política e social que sitúe no primeiro plano as necessidades da classe obreira internacional e dos distintos povos, as necessidades da Humanidade no seu conjunto.

Os insuficientes recursos científicos disponíveis, e o espólio dos sistemas sanitários nos países capitalistas, como consequência da aplicaçom das políticas neoliberais de ajustamento em interesse do grande capital mundial, que aplicam FMI, BM, UE, etc., fam mais difíceis as necessárias e urgentes medidas para defender a saúde e a vida da classe obreira e dos povos.

A mesma degradaçom das sociedades capitalistas, que se sustentam nos valores do individualismo, o consumismo e o darwinismo social, acrescenta ainda maiores dificuldades para gerir esta crise sanitária, que require de valores de solidariedade, reparto e justiça social, que sim som valores que caraterizam os nossos projetos políticos revolucionários cujos objetivos som o socialismo-comunismo.

O capitalismo apresta-se nestes dias a utilizar esta crise sanitária internacional como coartada para lançar um novo ataque contra a classe obreira e contra os povos, fortalecendo o capital financeiro e os monopólios, e reduzindo os salários e os direitos da classe obreira. As pugnas inter-imperialistas geram umha dinâmica de violência e depredaçom social, que terminam pagando os povos e os trabalhadores.

A classe obreira internacional e os povos tenhem que reagir perante esta situaçom, hoje hegemonizada por umha oligarquia mundial, porque a emergência sanitária terá consequências terríveis a curto prazo. Fai-se necessário deixar em evidência o esgotamento histórico da formaçom capitalista na sua fase imperialista, e a necessidade urgente da construçom socialista para, assim, confrentar o início de umha nova etapa histórica, que o extraordinário desenvolvimento das forças produtivas está exigindo com força.

Por todo isso fazemos um CHAMAMENTO a pôr em marcha quantas iniviativas sejam possíveis para que a classe obreira e os povos levantem as bandeiras de luita:

Polo cessamento imediato de todos os bloqueios impostos polo imperialismo e o sionismo, a Cuba, Venezuela, República Popular Democrática de Coreia, Irám, Palestina, Líbano, Nicarágua.

Polo cesamemto das agressons militares imperialistas e sionistas contra Afeganistám, Síria, Yemen, Mali, Irám, Iraque, Líbia.

Polo cessamento das ocupaçons e pola recuperaçom da soberania nacional dos territórios da República Árabe Saaraui Democrática, Palestina, Porto Rico.

Polo cessamento imediato da repressom das mobilizaçons populares que se estám dando no Chile, Bolívia, Colômbia, Honduras.

Polo direito da classe obreira e o povo trabalhador da cidade e do campo ao pleno exercício da liberdade e a organizaçom sindical, à negociaçom coletiva, à greve, a estabilidade laboral e salários suficientes para viver dignamente.

Pola socializaçom dos grandes e estratégicos meios de produçom, financeiros e de serviços essenciais para a sociedade, com exercício do controlo social obreiro, campesinho e popular.

Finalmente fazemos um CHAMAMENTO a avançar na coordenaçom de todas as luitas e forças obreiras, campesinhas e populares anti-imperialistas numha ampla frente mundial, que organice a mobilizaçom social e política para a defesa da soberania dos povos perante a crise imperialista e os bloqueios, e por umha ordem social e económica internacional para a maioria social, para toda a Humanidade, nas condiçons do atual desenvolvimento das forças produtivas que som capaces de dar soluçom às grandes demandas de hoje.

As organizaçons que subscrevemos estes CHAMAMENTOS trabalharemos para somar as nossas forças e avançar nos objetivos aqui enunciados.

POLA HUMANIDADE, POLA CLASSE TRABALHADORA!
POLA PAZ E A JUSTIÇA SOCIAL!
POLO SOCIALISMO-COMUNISMO!

PP, VOX e C´s FLERTEAM COM O GOLPE DE ESTADO

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PP, VOX e C´s FLERTEAM COM O GOLPE DE ESTADO

O cessamento do coronel da Guarda Civil, Pérez de los Cobos-, por parte do governo “pogre”, chega tarde e está sendo implementado de forma chafalheira e sem a mais mínima firmeza.
Marlaska nega “relaçom” entre o seu fulminante cessamento a e manipulaçom de testemunhas no informe interno elaborado por Pérez de los Cobos, para apoiar o relato reacionário de que as manifestaçons do 8M em Madrid fôrom um dos principais focos do contágio do Covid 19.
Hoje, nas Cortes espanholas, as três forças fascistas, cruzárom as raias vermelhas do parlamentarismo burguês, apelando à rebeliom dos seguidores do Duque de Ahumada, e portanto o golpe de estado, modelo lawfare.
A resposta dos partidos do governo foi tam morninha e comedida, que dava lástima!
PSOE e Unidas Podemos levam semanas jogando com lume, permitindo que o fascismo se salte o Estado de alarma, e com absoluta impunidade implemente a atmósfera golpista que já temos denunciado.
A estratégia de Marlaska, Pedro Sánchez e Pablo Iglesias, para enfriar o ambiente golpista das Casas Quartéis e das Salas de bandeiras, foi dar luz verde ao infame incremento de 20% dos salários das forças repressivas, previamente acordado polo PP. É infame tentar neutralizar assim os movimentos desestabilizadores golpistas, enquanto umha parte importante da classe trabalhadora está em ERTE, ameaçada de perder o seu emprego. Um guarda civil ganhará 720€ mais mensalmente, e um polícia 521€!! E os fascistas questionam o claramente insuficiente aumento do SMI e a aprovaçom do ingresso mínimo vital para paliar as elevadas taxas de pobreza e miséria.

Lavando a cara do corpo militar ao que pertenciam Tejero e o general Galindo, pretendem legitimar e dar credibilidade “democrática” a mais de um século e meio dedicado à reprimir a sangue e lume as demandas e luitas da classe trabalhadora e dos setores populares.

PÉREZ DE LOS COBOS; UMHA BIOGRAFIA FASCISTA
O cessado coronel da guarda civil, nom é um funcionário exemplar e honrado, dedicado à causa pública, como falsamente pretendem fazer-nos acreditar PP, Vox e C´s. Diego Pérez de los Cobos tem um intenso currículo dedicado à causa da reaçom. De camisa azul, com tam só 17 anos, apresentou-se como voluntário no quartel da Benemérita de Yeclas, no autogolpe de estado do 23 F de 1981. Posteriormente, na década dos noventa, já no seio da Guarda Civil, foi acusado de torturas a militantes bascos. Mais recentemente, foi comissionado polo governo de Mariano Rajói para impossibilitar o referendo de 1 de outubro de 2017 na Catalunha.
Embora tinha cumprido tarefas de livre designaçom e altas responsabilidades nos governos de Felipe González, Aznar, Zapatero e Mariano Rajói, estamos perante umha das peças chave da reaçom profascista no seio da Guarda Civil.

URGENTE UNIDADE ANTIFASCISTA
O fascismo só se pode combater com firmeza e coragem. As atitudes pusilánimes e permissivas do governo espanhol de Pedro Sánchez e Pablo Iglesias, só os está envalentonando cada vez mais.
PP, Vox e C´s, som três organizaçons criminais que deveriam estar ilegalizadas e as suas direçons julgadas e condenadas por apologia do fascismo.
Só a classe operária, organizada e movimentada, poderá derrotar a ameaça fascista.

Combate o fascismo e a sua bandeira

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Combate o fascismo e a sua bandeira

O fascismo que eclosiona sem complexos, nom é um fenómeno novo. Sempre estivo ai ao longo das últimas quatro décadas. É resultado dos ignominiosos pactos da “transiçom”, que só maquilhárom o franquismo numha democracia parlamentar burguesa.

Porém, o seu novo imaginário coletivo hegemónico, articula-se à volta da bandeira bourbónica, da “estanqueira” dos vencedores na guerra de classes de 1936-1939.

Nom só devemos combater o seu discurso maniqueio e demagógico, devemos combater os seus símbolos, que representam e sintetizam o projeto oligárquico, antagónico com os interesses do conjunto das classes trabalhadadoras deste cárcere de povos chamada Espanha.

LEIÇOM DE MANUAL DA LUITA DE CLASSES

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LEIÇOM DE MANUAL DA LUITA DE CLASSES

Bastou umha simples chamada telefónica dos que realmente detentam o poder, para quebrar o acordo de derrogar de imediato a reforma laboral de 2012. A euforia de Bildu polos termos do pactuado e assinado com os dous partidos do governo “progre”, durou poucas horas.

O acontecido ontem é umha esclarecedora leiçom da luita de classes.

  • A pratica totalidade da castapolítica só gere e salvaguarda os interesses do grande capital financieiro e industrial, dos latifundiários, das multinacionais. Do bloco oligárquico que detenta o poder real no Estado espanhol desde o século XIX.
  • As instituiçons burgueses carecem portanto de verdadeira soberania e capacidade de decissom.
  • Tem mais poder Amancio Ortega, Ana Botín ou Juan Roig, que os 120 deputados do PSOE, os 35 de Unidas Podemos e os 5 de Bildu no seu conjunto, que teoricamente representam a milhons de pessoas que os apoiárom nas urnas.
  • É praticamente impossível implementar políticas efetivas ao serviço do povo trabalhador no quadro da ditadura burguesa de fachada democrática.
  • O ilusionismo eleitoral e o cretinismo parlamentar, que promovem as forças da “esquerdinha”, é altamente funcional para distraer à classe obreira das sua tarefa histórica.
  • É umha ingenuidade seguir alimentando esta fraude chamada “democracia”.
  • A luita é o único caminho para a nossa emancipaçom como classe e libertaçom como povo e naçom.
  • Sem partido revolucionário nom é viável exercermos a hegemonia, e conquistar o poder político. A sua construçom é umha das prioridades da classe obreira

ALERTA ANTIFASCISTA NA GALIZA!

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ALERTA ANTIFASCISTA NA GALIZA!

A Delegaçom do Governo espanhol autorizou a convocatória de manifestaçons fascistas nas principais cidades da Galiza, sábado 23 de maio, às 12 h. Semanas antes o Tribunal Superior de Justiça e o Tribunal Constitucional posteriormente, proibiu a caravana de veiculos convocada pola CUT em Vigo para comemorar 1º de Maio.

A cumplicidade do Governo “progre” com o fascismo é evidente. Enquanto enchem de polícias e militares os bairros, proibem manifestaçons e concentraçons de caráter operário, exercem a repressom ou detenhem trabalhadores de maneira totalmente injustificada, a passividade e confraternizaçom das unidades policiais adscritas ao ministério de Grande-Marlaska perante os protestos fascistas é mais que preocupante.

A permissividade do Governo de Pedro Sánchez e Pablo Iglesias é o caldo de cultivo perfeito para o fascismo. A escória reacionária age com total impunidade, violando o estado de alerta sanitária para ocupar as ruas, fomentar o ódio e fazer apologia do terrorismo fascista sem nengum tipo de consequências legais.

Perante este intolerável cenário, a esquerda revolucionária galega apela os setores e organizaçons antifascistas a denunciar a presença do fascismo nos espaços públicos e plantar cara às hordas de reacionários que estes dias invadem as nossas ruas.

Nom podemos olhar cara outro lado como se nada acontecesse, o fascismo deve ser combatido de frente com organizaçom e contundência!

Nom passarám!

BNG E PSOE COMPRAM PERIGOSAS PISTOLAS ELÉTRICAS PARA A POLÍCIA MUNICIPAL

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BNG E PSOE COMPRAM PERIGOSAS PISTOLAS ELÉTRICAS PARA A POLÍCIA MUNICIPAL

Há umhas semanas denunciávamos que o Governo espanhol implementou, perante a crise sanitária, várias medidas visadas para aumentar o controlo da populaçom como a geolocalizaçom de dispositivos ou o reforçamento do aparelho repressivo para reprimir futuras luitas e protestos.

Ao enorme e desproporcionado dispositivo policial e militar despregado nestes dias, sob a justificaçom de “garantir a segurança da populaçom”, há que somar a decisom do Ministério de Interior dirigido por Grande-Marlaska, de anunciar perante a reclamaçom das forças policiais, a adquisiçom de 1.200 pistolas elétricas.

Estas medidas começam já a implementar-se em vários Concelhos da Galiza.

Em Moanha ou Carvalho, a policía municipal já estava dotada de pistolas elétricas. No caso do Concelho de Moanha desde fevereiro, e em Carvalho, a policía já as tinha o ano passado, e já fôrom utilizadas.

Ambos municípios estám governados por Leticia Santos [Moanha] e Evencio Ferrero [Carvalho], ambos filiados do reformismo autonomista [BNG].

Também o governo municipal da capital da Pátria acava de comprar este armamento para a sua polícia municipal, tal como informa o alcaide Sánchez Bugalho

Os própios fabricantes, como a companhia texana Taser, advertem sobre os severos danos que podem chegar a causar destas armas, alertando do grave perigo que implica a sua utilizaçom.

É intoléravel a cumplicidade por parte dos concelhos governados polo BNG à hora de adquirir este tipo de armamento, inecessário perante as baixíssimos índices de criminalidade. Em realidade este tipo pistolas só serve para reprimir a populaçom!

A esquerda revolucionária galega rejeita contundemente a sua adquisiçom e utilizaçom. Denunciamos a contribuiçom dos governos muncipais do PSOE e do BNG no reforçamento e militarizaçom das forças policiais visadas exclusivamente para exercer repressom sobre o povo trabalhador galego.

Solidariedade Internacionalista. Denunciamos ameaças contra o preso político basco Patxi Ruiz

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SOLIDARIEDADE COM O PRESO POLÍTICO BASCO PATXI RUIZ

O preso político basco, Patxi Ruiz, perante as ameaças dos carcereiros da prisom Murcia II, exigindo melhores condiçons para os presos, iniciou há vários dias umha greve de fame e sede, cumprindo hoje o oitavo dia.

Perante o silêncio dos meios e partidos do regime, a esquerda revolucionária galega manifesta a solidariedade internacionalista com os patriotas e revolucionários bascos.

Denunciamos a cumplicidade do governo espanhol com a acossa e vulneraçom de direitos que sofrem os presos políticos na cadeia, e exigimos o fim das políticas terroristas de dispersom assim como a imediata posta em liberdade.

A solidariedade internacionalista é a ternura dos povos!
Amnistia total para todos os presos políticos!

Comunicado nº 6 da Conferência Internacional. NO 75 ANIVERÁRIO DA VITÓRIA CONTRA O NAZIFASCISMO. VOLTAREMOS A FAZÉ-LO!

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NO 75 ANIVERÁRIO DA VITÓRIA CONTRA O NAZIFASCISMO
VOLTAREMOS A FAZÉ-LO!

Entom,de que serve dizer a verdade sobre o fascismo que se condenas e nom se di nada contra o capitalismo que o origina?”
Bertolt Brecht

9 de maio de 1945 o III Reich nazi, que segundo Adolf Hitler ia durar mil anos, rendia-se incondicionalmente aos representantes do Exército Vermelho. O próximo sábado celebraremos o 75 aniversário desta esmagadora vitória antifascista, fruto do esforço dos Povos Trabalhadores de todas as naçons da Uniom Soviética, e mui especialmente do proletariado soviético. Nom podemos esquecer o esforço e os enormes sacrifícios do resto dos Povos Trabalhadores da coaligaçom antifascista, especialmente os da martirizada Europa oriental, que sufreu toda a fúria racista e genocida dos nazis.

A derrota militar do III Reich nom foi fruto da luita do soldado Ryan, como a maquinária de guerra para a propaganda imperialista que se chama Hollywood nos quer fazer acreditar. Os factos objetivos monstram-nos que foi o Exército Vermelho quem derrotou o criminal e genocida exército nazi, e assumiu o enorme sacrifício em vidas humanas e material.

Só a URSS foi capaz de derrotar o nazifascismo nos campos de batalha. A batalha das Ardenas demonstrou que umha força reduzida da Wehrmacht, apenas umha fraçom minúscula do seu esforço bélico na Frente do Leste, era capaz de romper a frente do soldado Ryan e os seus generais. O Imperialismo ianque quer fazer-nos acreditar que  o fim do III Reich começou com o desembarco da Normandia. Nada mais falso e ridículo. A verdade é outra, mui diferente.

A Revoluçom Socialista de Outubro de 1917 abriu as portas à construçom do Socialismo, e aterrou todas as burguesias do planeta. As democracias burguesas, liberais e capitalistas, imperialistas, tinham a esperança de que o nazifascismo destruisse a URSS grátis para eles. Nisso esforçarom-se, até que se dérom conta que o monstro que tinham contribuído a criar para destruir a Revoluçom Proletária tinha os seus próprios interesses e a sua própria agenda de dominaçom mundial. Havia que desviar os golpes da besta parda…

Por isso atraiçoárom e abandonárom a II República espanhola, agredida polo fascismo internacional, especialmente polo fascismo “esquecido e ocultado”, o nacional-catolicismo, forma específica que adotou o fascismo clerical fabricado polo Vaticano e que foi a sua versom maioritária: Portugal, Espanha, Croácia, Eslováquia, Bélgica, Libano e Austria antes da anexom dos nazis. Sem esquecer o fascismo italiano, o primeiro em chegar ao poder, de forte componente católico e que foi apoiado com entusiasmo polo “antifascista” de brincadeira e anticomunista furibundo, Winston Churchill e o fascismo romeno, de tendência cristá ortodoxa.

A burguesia queria utilizar o fascismo e o nazismo para que lhes figessem o trabalho sujo de esmagar a classe obreira e a Revoluçom socialista. Por isso também atraiçoárom e abandonárom a República de Checoslováquia e pactuárom com Hitler e Mussolini em Munique, em 1938, com a ideia de desviar a maquinária de guerra nazi contra a URSS.

Nom vamos alongar-nos mais. Todos os dados som de mui fácil acesso. A crise profunda na que se tem sumergido o capitalismo agónico, última fase do seu desenvolvimento imperialista, tem aberto a porta ao resurgimento de novos fascismos e nazismos em todo o mundo, e mui especialmente na Europa. A pandemia do COVID19 nom tem feito mais que acelerar ainda mais o processo de fascistizaçom do sistema capitalista. Vamos face um novo tipo de fascismo, que vai conservar formas parlamentares para melhor enganar e adormecer à classe obreira.

A única forma de acabar dumha vez por todas com o fascismo é destruir para siempre el Capitalismo, e iniciar a construçom do Socialismo, no processo de transiçom cara um modo de produçom superior, onde nom existam nem as classes sociais, nem o estado, nem o patriarcado. Este modo de producción chama-se, desde o Manifiesto de 1848 de Karl Marx e Friedrich Engels, Comunismo.

Neste 75 aniversário da vitória contra o nazismo do Exército Vermelho, as organizaçons da Conferência Internacional, Agora Galiza, Nación Andaluza e Herritar Batasuna fazemos um apelo a todos os Povos Trabalhadores do mundo e especialmente às suas classes obreiras para intensificar em todas as frentes o combate antifascista, que nom é outro neste momento que o combate anti-imperialista e anticapitalista.

Em todo o mundo o fascismo avança. De Brasil com Jair Bolsonaro, à Índia com N. Mohdi pasando polos EUA com D. Trump, os Estado espanhol e francês Front National francês, com Vox, PP e C´s ou na Hungria com Fidesz.

Contra o fascismo, Revoluçom Socialista!

Unide-vos, Irmaos Proletários! “UHP!”

Nom passarám!

É demasiado cedo para cantar vitória: ainda é fecundo o ventre do que surge a besta imunda.”
Bertolt Brecht

9 de maio de 2020