Sobre a “suspensom”de Causa Galiza ditada pola “Audiência Nacional” espanhola.
O juíz da “Audiência Nacional” Eloy Velasco, após emprestarem hoje declaraçom, deixou em liberdade 8 d@s 9 militantes de Causa Galizadetid@s a passada sexta-feira na denominada operaçom “Jaro” que tinham sido transferidos a Madrid.
Este facto constata a indiscutível intencionalidade política e mediática de umha rusga repressiva contra umha força política legal. Umha operaçom para intoxicar e criminalizar os setores mais combativos da esquerda patriótica, influir na campanha eleitoral e contribuir para gerar um clima de excepcionalidade que facilite justificar o golpe institucional que o regime da segunda restauraçom bourbónica prepara contra a decisom soberana do povo catalám de dotar-se de um estado próprio.
Achamo-nos perante um regime em plena involuçom reacionária que nom cessa de implementar cortes nos direitos e liberdades, aprovar leis repressivas próprias de um estado fascista.
Um regime que empregando um pé de força militar desproporcionado e os flashes dos meios de desinformaçom nom só opta por criminalizar impunemente 9 galeg@s por militarem na esquerda independentista, um regime que também decide suspender umha força política legal por um período de 2 anos.
Agora Galiza condena o processo de ilegalizaçom que sob a fórmula do eufemismo “suspensom”, pretende deixar fora e jogo umha expressom política galega, aplicando no nosso País a “doutrina Garzón” de que todo é nesta caso “Resistência Galega”
Perante esta gravísima decisom inquisitorial, que deixa na indefensom um setor do independentismo galego e abre as portas a novas rusgas repressivas, Agora Galiza solicita das forças políticas e sociais galegas um imediato posicionamento nítido em apoio a Causa Galiza e de condena das medidas adotadas pola Audiência Nacional.
Agora Galiza reitera a sua solidariedade com @s 9 companheir@s detid@s, manifestando a sua sastisfaçom por voltarem à Galiza.
Na Pátria, 2 de novembro de 2015